Política e Resenha

Michelle Bolsonaro: entre o Messianismo Político e o Fundamentalismo Teológico

 

Por Padre Carlos

Introdução: Uma Análise Além da Ciência Política

A análise da figura de Michelle Bolsonaro exige uma abordagem que transcenda as ferramentas tradicionais da ciência política. Enquanto os cientistas políticos se concentram em estruturas de poder, estratégias eleitorais e dinâmicas partidárias, uma perspectiva teológica e filosófica permite explorar as narrativas e simbolismos que moldam a percepção e o comportamento dos atores políticos e seus seguidores. Essa abordagem é particularmente relevante no caso de Michelle, cuja influência combina elementos de fé evangélica com aspirações políticas, criando um fenômeno que ressoa profundamente em setores da sociedade brasileira. Ao oferecer essa análise, pretendo chamar a atenção de políticos e cientistas sociais para as camadas de significado que frequentemente passam despercebidas em estudos convencionais, destacando como a ex-primeira-dama desperta uma visão simultaneamente religiosa e política na base bolsonarista.

Michelle Bolsonaro e a Base Bolsonarista: Uma Fusão de Fé e Política

Michelle Bolsonaro emergiu como uma figura central no bolsonarismo, especialmente por sua capacidade de conectar o movimento com o eleitorado evangélico e feminino. Durante a campanha presidencial de 2018, ela desempenhou um papel estratégico ao suavizar a imagem de Jair Bolsonaro, frequentemente acusado de machismo e misoginia. Sua presença em cultos evangélicos, discursos em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e promessas de “Jesus no governo” ajudaram a construir uma narrativa que enquadra a política como uma batalha espiritual (BBC News Brasil). Essa retórica, enraizada no fundamentalismo evangélico, ressoa com cerca de um terço do eleitorado brasileiro, que se identifica como evangélico, e é projetada para se tornar majoritária na próxima década (CartaCapital).

Michelle utiliza símbolos religiosos para mobilizar sua base, como em sua declaração de que o Palácio do Planalto era “consagrado a demônios” antes do governo Bolsonaro, mas agora é “consagrado ao Senhor” (Folha de S.Paulo). Essa linguagem maniqueísta, que divide o mundo entre o bem e o mal, fortalece a lealdade de seus seguidores, mas também gera críticas de intolerância religiosa por parte de grupos inter-religiosos, que a acusam de promover um discurso “fascista” (Poder360). Sua atuação reflete a “Teologia do Domínio”, uma estratégia neopentecostal que busca influência cristã em esferas como governo, educação e mídia, com o objetivo de preparar o mundo para o retorno de Jesus Cristo (Congresso em Foco).

Liderança Espiritual versus Fragilidade Política

Embora Michelle exerça uma liderança espiritual poderosa, sua influência política é limitada por sua falta de experiência em cargos eletivos e por sua dependência do contexto bolsonarista. Como presidente do PL Mulher, ela mobiliza recursos significativos, com um orçamento de R$ 860 mil mensais fornecido por Valdemar Costa Neto, presidente do PL (Revista Fórum). Esse investimento resultou em um crescimento de 14% no número de filiadas ao PL entre 2023 e 2024, demonstrando sua capacidade de organização. No entanto, sua ascensão política é vulnerável devido à ausência de uma base eleitoral própria e à inelegibilidade de Jair Bolsonaro, que limita a continuidade do bolsonarismo como movimento dominante (VEJA).

Pesquisas internas do PL sugerem que Michelle teria uma eleição fácil para o Senado pelo Paraná, caso Sergio Moro seja cassado, mas Valdemar considera que uma candidatura ao Senado não seria a melhor estratégia para maximizar sua influência (O Globo). Em vez disso, aliados veem um caminho mais viável como candidata a vice-presidente em 2026, possivelmente ao lado de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo (Metrópoles). Essa percepção reflete sua fragilidade política: embora ela seja um ativo valioso para mobilizar eleitores evangélicos e femininos, sua falta de experiência a torna dependente de alianças e do apoio de figuras mais estabelecidas.

Conflitos no PL e Embates com Aliados de Bolsonaro

O Partido Liberal, sob a liderança de Valdemar Costa Neto, tem sido um pilar fundamental para a ascensão de Michelle. Valdemar não apenas a nomeou presidente do PL Mulher, mas também defendeu publicamente suas práticas financeiras, como o uso de dinheiro vivo, e demonstrou apoio em momentos de crise, como durante sua prisão em 2024 (Poder360; Poder360). No entanto, o investimento pesado em Michelle gerou desconforto dentro do PL, especialmente entre aliados de Jair Bolsonaro, como Eduardo Bolsonaro, que não receberam apoio financeiro comparável (Revista Fórum).

Mensagens vazadas de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e Fabio Wajngarten, ex-assessor, revelam críticas contundentes à viabilidade política de Michelle. Cid afirmou que, se ela tentasse um cargo de alto nível, seria “destruída” devido à sua personalidade e possíveis vulnerabilidades, enquanto Wajngarten concordou, questionando a visão de Valdemar ao cogitá-la para a Presidência (Folha de S.Paulo). Esses vazamentos levaram à demissão de Wajngarten do PL, evidenciando as tensões internas e a divisão entre os bolsonaristas “raiz” e aqueles que buscam uma transição para novos líderes, como Tarcísio de Freitas (VEJA).

Esses conflitos refletem não apenas disputas de poder, mas também divergências sobre a direção ideológica do PL e o futuro do bolsonarismo. Enquanto Valdemar aposta em Michelle como uma figura “controlável” para manter a relevância do partido, outros veem sua falta de experiência como um obstáculo para liderar em um cenário político competitivo.

Paralelos com Arquétipos Religiosos: Poder e Risco

A figura de Michelle Bolsonaro evoca arquétipos religiosos, particularmente aqueles associados ao messianismo político e ao fundamentalismo teológico. Seu discurso, repleto de referências bíblicas e apelos à fé, a posiciona como uma profetisa ou mensageira divina, alguém que não apenas lidera politicamente, mas também espiritualmente. Essa narrativa é reforçada por sua associação com a “Teologia do Domínio”, que defende a conquista de esferas sociais pelo cristianismo (Congresso em Foco). Em eventos como a Marcha para Jesus, Michelle declarou que Bolsonaro foi “escolhido por Deus”, enquanto pastores como Marco Feliciano o chamaram de “presente de Deus” (DW).

O messianismo político, como descrito por analistas, é uma característica marcante do bolsonarismo, com Jair Bolsonaro sendo comparado a um “salvador da pátria” que promete livrar o Brasil da corrupção e do “mal” representado por seus opositores (Hugo Studart). Michelle amplia essa narrativa ao incorporar uma dimensão espiritual mais explícita, apelando diretamente ao eleitorado evangélico, que vê nela uma figura autêntica e carismática (Brasil de Fato). A socióloga Christina Vital da Cunha destaca que Michelle mobiliza símbolos que ressoam com mulheres, evangélicas ou não, como “uma mulher de fé que vence batalhas”, combinando modernidade, força e caridade (CartaCapital).

No entanto, essa narrativa messiânica carrega riscos significativos. Declarações como a de que o Planalto era “consagrado a demônios” geraram repúdio de grupos inter-religiosos, que a acusaram de promover intolerância e desagregação social (SISEJUFE). Além disso, a dependência de uma retórica fundamentalista pode alienar eleitores não evangélicos e limitar sua viabilidade em uma eleição nacional. O messianismo também a torna vulnerável a críticas que questionam sua autenticidade ou exploram possíveis contradições em sua imagem pública, como as acusações de uso irregular de recursos ou escândalos pessoais levantados por figuras como a ex-mulher de Valdemar Costa Neto (UOL).

Conclusão: O Futuro de Michelle e o Bolsonarismo

A ascensão de Michelle Bolsonaro é um fenômeno complexo que combina messianismo político e fundamentalismo teológico, posicionando-a como uma figura única no cenário político brasileiro. Sua capacidade de fundir religião e política a torna um ativo valioso para o bolsonarismo, especialmente em um contexto onde Jair Bolsonaro enfrenta inelegibilidade e desafios legais. No entanto, sua fragilidade política, marcada pela falta de experiência e pelas tensões internas no PL, sugere que sua influência depende de alianças instáveis e da continuidade do movimento bolsonarista.

O poder de Michelle reside em sua habilidade de mobilizar uma base leal por meio de uma narrativa messiânica, mas os riscos são igualmente significativos. Sua retórica fundamentalista pode aprofundar a polarização no Brasil, enquanto sua dependência de figuras como Valdemar Costa Neto e do legado de Bolsonaro a torna vulnerável a mudanças no cenário político. À medida que ela navega por essas águas turbulentas, sua trajetória será um termômetro para o futuro do bolsonarismo e para o papel da religião na política brasileira.

Aspecto

Força

Fragilidade

Liderança Espiritual

Forte apelo entre evangélicos; narrativa messiânica mobilizadora (DW)

Críticas por intolerância religiosa (Folha de S.Paulo)

Influência Política

Apoio de Valdemar Costa Neto; crescimento do PL Mulher (Revista Fórum)

Falta de experiência eletiva; dependência do bolsonarismo (Gazeta do Povo)

Relações no PL

Recursos significativos do partido

Conflitos com aliados bolsonaristas (Folha de S.Paulo)

Michelle Bolsonaro: entre o Messianismo Político e o Fundamentalismo Teológico

 

Por Padre Carlos

Introdução: Uma Análise Além da Ciência Política

A análise da figura de Michelle Bolsonaro exige uma abordagem que transcenda as ferramentas tradicionais da ciência política. Enquanto os cientistas políticos se concentram em estruturas de poder, estratégias eleitorais e dinâmicas partidárias, uma perspectiva teológica e filosófica permite explorar as narrativas e simbolismos que moldam a percepção e o comportamento dos atores políticos e seus seguidores. Essa abordagem é particularmente relevante no caso de Michelle, cuja influência combina elementos de fé evangélica com aspirações políticas, criando um fenômeno que ressoa profundamente em setores da sociedade brasileira. Ao oferecer essa análise, pretendo chamar a atenção de políticos e cientistas sociais para as camadas de significado que frequentemente passam despercebidas em estudos convencionais, destacando como a ex-primeira-dama desperta uma visão simultaneamente religiosa e política na base bolsonarista.

Michelle Bolsonaro e a Base Bolsonarista: Uma Fusão de Fé e Política

Michelle Bolsonaro emergiu como uma figura central no bolsonarismo, especialmente por sua capacidade de conectar o movimento com o eleitorado evangélico e feminino. Durante a campanha presidencial de 2018, ela desempenhou um papel estratégico ao suavizar a imagem de Jair Bolsonaro, frequentemente acusado de machismo e misoginia. Sua presença em cultos evangélicos, discursos em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e promessas de “Jesus no governo” ajudaram a construir uma narrativa que enquadra a política como uma batalha espiritual (BBC News Brasil). Essa retórica, enraizada no fundamentalismo evangélico, ressoa com cerca de um terço do eleitorado brasileiro, que se identifica como evangélico, e é projetada para se tornar majoritária na próxima década (CartaCapital).

Michelle utiliza símbolos religiosos para mobilizar sua base, como em sua declaração de que o Palácio do Planalto era “consagrado a demônios” antes do governo Bolsonaro, mas agora é “consagrado ao Senhor” (Folha de S.Paulo). Essa linguagem maniqueísta, que divide o mundo entre o bem e o mal, fortalece a lealdade de seus seguidores, mas também gera críticas de intolerância religiosa por parte de grupos inter-religiosos, que a acusam de promover um discurso “fascista” (Poder360). Sua atuação reflete a “Teologia do Domínio”, uma estratégia neopentecostal que busca influência cristã em esferas como governo, educação e mídia, com o objetivo de preparar o mundo para o retorno de Jesus Cristo (Congresso em Foco).

Liderança Espiritual versus Fragilidade Política

Embora Michelle exerça uma liderança espiritual poderosa, sua influência política é limitada por sua falta de experiência em cargos eletivos e por sua dependência do contexto bolsonarista. Como presidente do PL Mulher, ela mobiliza recursos significativos, com um orçamento de R$ 860 mil mensais fornecido por Valdemar Costa Neto, presidente do PL (Revista Fórum). Esse investimento resultou em um crescimento de 14% no número de filiadas ao PL entre 2023 e 2024, demonstrando sua capacidade de organização. No entanto, sua ascensão política é vulnerável devido à ausência de uma base eleitoral própria e à inelegibilidade de Jair Bolsonaro, que limita a continuidade do bolsonarismo como movimento dominante (VEJA).

Pesquisas internas do PL sugerem que Michelle teria uma eleição fácil para o Senado pelo Paraná, caso Sergio Moro seja cassado, mas Valdemar considera que uma candidatura ao Senado não seria a melhor estratégia para maximizar sua influência (O Globo). Em vez disso, aliados veem um caminho mais viável como candidata a vice-presidente em 2026, possivelmente ao lado de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo (Metrópoles). Essa percepção reflete sua fragilidade política: embora ela seja um ativo valioso para mobilizar eleitores evangélicos e femininos, sua falta de experiência a torna dependente de alianças e do apoio de figuras mais estabelecidas.

Conflitos no PL e Embates com Aliados de Bolsonaro

O Partido Liberal, sob a liderança de Valdemar Costa Neto, tem sido um pilar fundamental para a ascensão de Michelle. Valdemar não apenas a nomeou presidente do PL Mulher, mas também defendeu publicamente suas práticas financeiras, como o uso de dinheiro vivo, e demonstrou apoio em momentos de crise, como durante sua prisão em 2024 (Poder360; Poder360). No entanto, o investimento pesado em Michelle gerou desconforto dentro do PL, especialmente entre aliados de Jair Bolsonaro, como Eduardo Bolsonaro, que não receberam apoio financeiro comparável (Revista Fórum).

Mensagens vazadas de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e Fabio Wajngarten, ex-assessor, revelam críticas contundentes à viabilidade política de Michelle. Cid afirmou que, se ela tentasse um cargo de alto nível, seria “destruída” devido à sua personalidade e possíveis vulnerabilidades, enquanto Wajngarten concordou, questionando a visão de Valdemar ao cogitá-la para a Presidência (Folha de S.Paulo). Esses vazamentos levaram à demissão de Wajngarten do PL, evidenciando as tensões internas e a divisão entre os bolsonaristas “raiz” e aqueles que buscam uma transição para novos líderes, como Tarcísio de Freitas (VEJA).

Esses conflitos refletem não apenas disputas de poder, mas também divergências sobre a direção ideológica do PL e o futuro do bolsonarismo. Enquanto Valdemar aposta em Michelle como uma figura “controlável” para manter a relevância do partido, outros veem sua falta de experiência como um obstáculo para liderar em um cenário político competitivo.

Paralelos com Arquétipos Religiosos: Poder e Risco

A figura de Michelle Bolsonaro evoca arquétipos religiosos, particularmente aqueles associados ao messianismo político e ao fundamentalismo teológico. Seu discurso, repleto de referências bíblicas e apelos à fé, a posiciona como uma profetisa ou mensageira divina, alguém que não apenas lidera politicamente, mas também espiritualmente. Essa narrativa é reforçada por sua associação com a “Teologia do Domínio”, que defende a conquista de esferas sociais pelo cristianismo (Congresso em Foco). Em eventos como a Marcha para Jesus, Michelle declarou que Bolsonaro foi “escolhido por Deus”, enquanto pastores como Marco Feliciano o chamaram de “presente de Deus” (DW).

O messianismo político, como descrito por analistas, é uma característica marcante do bolsonarismo, com Jair Bolsonaro sendo comparado a um “salvador da pátria” que promete livrar o Brasil da corrupção e do “mal” representado por seus opositores (Hugo Studart). Michelle amplia essa narrativa ao incorporar uma dimensão espiritual mais explícita, apelando diretamente ao eleitorado evangélico, que vê nela uma figura autêntica e carismática (Brasil de Fato). A socióloga Christina Vital da Cunha destaca que Michelle mobiliza símbolos que ressoam com mulheres, evangélicas ou não, como “uma mulher de fé que vence batalhas”, combinando modernidade, força e caridade (CartaCapital).

No entanto, essa narrativa messiânica carrega riscos significativos. Declarações como a de que o Planalto era “consagrado a demônios” geraram repúdio de grupos inter-religiosos, que a acusaram de promover intolerância e desagregação social (SISEJUFE). Além disso, a dependência de uma retórica fundamentalista pode alienar eleitores não evangélicos e limitar sua viabilidade em uma eleição nacional. O messianismo também a torna vulnerável a críticas que questionam sua autenticidade ou exploram possíveis contradições em sua imagem pública, como as acusações de uso irregular de recursos ou escândalos pessoais levantados por figuras como a ex-mulher de Valdemar Costa Neto (UOL).

Conclusão: O Futuro de Michelle e o Bolsonarismo

A ascensão de Michelle Bolsonaro é um fenômeno complexo que combina messianismo político e fundamentalismo teológico, posicionando-a como uma figura única no cenário político brasileiro. Sua capacidade de fundir religião e política a torna um ativo valioso para o bolsonarismo, especialmente em um contexto onde Jair Bolsonaro enfrenta inelegibilidade e desafios legais. No entanto, sua fragilidade política, marcada pela falta de experiência e pelas tensões internas no PL, sugere que sua influência depende de alianças instáveis e da continuidade do movimento bolsonarista.

O poder de Michelle reside em sua habilidade de mobilizar uma base leal por meio de uma narrativa messiânica, mas os riscos são igualmente significativos. Sua retórica fundamentalista pode aprofundar a polarização no Brasil, enquanto sua dependência de figuras como Valdemar Costa Neto e do legado de Bolsonaro a torna vulnerável a mudanças no cenário político. À medida que ela navega por essas águas turbulentas, sua trajetória será um termômetro para o futuro do bolsonarismo e para o papel da religião na política brasileira.

Aspecto

Força

Fragilidade

Liderança Espiritual

Forte apelo entre evangélicos; narrativa messiânica mobilizadora (DW)

Críticas por intolerância religiosa (Folha de S.Paulo)

Influência Política

Apoio de Valdemar Costa Neto; crescimento do PL Mulher (Revista Fórum)

Falta de experiência eletiva; dependência do bolsonarismo (Gazeta do Povo)

Relações no PL

Recursos significativos do partido

Conflitos com aliados bolsonaristas (Folha de S.Paulo)

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

Da Redação
Publicado em 21 de junho de 2025

 

 

 

Folha de S. Paulo
Maioria gostaria de trabalhar por conta própria no Brasil, aponta o Datafolha

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/trabalhar-por-conta-propria-e-melhor-que-ter-emprego-para-59-dos-brasileiros-mostra-datafolha.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Inclusão de mulheres na liderança de grandes empresas perde força

https://www.estadao.com.br/economia/degrau-quebrado-participacao-mulheres-lideranca-empresas-ibovesa/?srsltid=AfmBOorg4AQokTzS-MBZ7zroubcIidR3qewnvVETFEy8x5K8v_5DHxH7

 

Zero Hora (RS)
Medidas preventivas após novos alertas de alta dos rios

https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2025/06/agua-comeca-a-baixar-no-vale-do-taquari-mas-rios-da-regiao-metropolitana-e-vale-do-sinos-estao-em-elevacao-cmc51a6hc004g01fz8xbej82s.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Mais de 90% dos municípios locais não têm plano de segurança

https://jc.uol.com.br/colunas/seguranca/2025/06/20/mais-de-90-dos-municipios-de-pernambuco-nao-tem-plano-nem-diagnostico-da-seguranca-revela-tce.html

 

Correio Braziliense
É tempo de Brasil

https://www.correiobraziliense.com.br/

 

Folha de Pernambuco
Na roda do arrasta-pé!

https://www.folhape.com.br/

 

Correio da Bahia
Onde está o baiano que fez sapatos até para o Papa?

https://www.correio24horas.com.br/minha-bahia/por-onde-anda-o-sapateiro-da-elite-baiana-que-ja-fez-sapatos-ate-para-o-papa-0625#:~:text=%E2%80%9CSeu%20Waldemar%2C%20sapateiro%20de%20sucesso,o%20edif%C3%ADcio%2C%20erguido%20em%202020.&text=O%20papa%20em%20quest%C3%A3o%20%C3%A9%20o%20Jo%C3%A3o%20Paulo%20II.

 

O Dia (RJ)
Mengão atropela o Chelsea: 3 a 1

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/06/7078691-carta-ao-leitor-do-dia-21-de-junho-de-2025.html

 

O Globo
MERCADO
Produção local vai reduzir prelo do carro elétrico no país

https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2025/06/21/chegada-de-montadoras-e-producao-local-vao-reduzir-preco-de-carro-eletrico-no-pais.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
Setor de serviços no NE puxa crescimento de emprego

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/ingrid-coelho/ceara-perde-mais-de-26-mil-vagas-e-mercado-de-trabalho-tem-pior-marco-desde-a-pandemia-1.3646204

 

Estado de Minas
TCE vai passar pente-fino em emendas de deputados

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/02/18/interna_politica,1122682/repasse-direto-de-emendas-preocupa-tcu.shtml

 

A Tarde (BA)
Novo Código Civil possibilita a expulsão de morador antissocial

https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/novo-codigo-civil-permite-expulsao-de-moradores-antissociais-e-dificulta-airbnb-0525

 

Meia Hora (RJ)
Em dezembro de 81 (e em junho de 25), Mengão botou os ingleses na roda

https://www.meiahora.com.br/geral/2019/12/5835768-rio-star–uma-roda-gigante-para-chamar-de-sua.html

 

Diário de Pernambuco
97% dos municípios de PE têm gestão de segurança deficiente

https://www.diariodepernambuco.com.br/

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

Da Redação
Publicado em 21 de junho de 2025

 

 

 

Folha de S. Paulo
Maioria gostaria de trabalhar por conta própria no Brasil, aponta o Datafolha

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/trabalhar-por-conta-propria-e-melhor-que-ter-emprego-para-59-dos-brasileiros-mostra-datafolha.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Inclusão de mulheres na liderança de grandes empresas perde força

https://www.estadao.com.br/economia/degrau-quebrado-participacao-mulheres-lideranca-empresas-ibovesa/?srsltid=AfmBOorg4AQokTzS-MBZ7zroubcIidR3qewnvVETFEy8x5K8v_5DHxH7

 

Zero Hora (RS)
Medidas preventivas após novos alertas de alta dos rios

https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2025/06/agua-comeca-a-baixar-no-vale-do-taquari-mas-rios-da-regiao-metropolitana-e-vale-do-sinos-estao-em-elevacao-cmc51a6hc004g01fz8xbej82s.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Mais de 90% dos municípios locais não têm plano de segurança

https://jc.uol.com.br/colunas/seguranca/2025/06/20/mais-de-90-dos-municipios-de-pernambuco-nao-tem-plano-nem-diagnostico-da-seguranca-revela-tce.html

 

Correio Braziliense
É tempo de Brasil

https://www.correiobraziliense.com.br/

 

Folha de Pernambuco
Na roda do arrasta-pé!

https://www.folhape.com.br/

 

Correio da Bahia
Onde está o baiano que fez sapatos até para o Papa?

https://www.correio24horas.com.br/minha-bahia/por-onde-anda-o-sapateiro-da-elite-baiana-que-ja-fez-sapatos-ate-para-o-papa-0625#:~:text=%E2%80%9CSeu%20Waldemar%2C%20sapateiro%20de%20sucesso,o%20edif%C3%ADcio%2C%20erguido%20em%202020.&text=O%20papa%20em%20quest%C3%A3o%20%C3%A9%20o%20Jo%C3%A3o%20Paulo%20II.

 

O Dia (RJ)
Mengão atropela o Chelsea: 3 a 1

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/06/7078691-carta-ao-leitor-do-dia-21-de-junho-de-2025.html

 

O Globo
MERCADO
Produção local vai reduzir prelo do carro elétrico no país

https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2025/06/21/chegada-de-montadoras-e-producao-local-vao-reduzir-preco-de-carro-eletrico-no-pais.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
Setor de serviços no NE puxa crescimento de emprego

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/ingrid-coelho/ceara-perde-mais-de-26-mil-vagas-e-mercado-de-trabalho-tem-pior-marco-desde-a-pandemia-1.3646204

 

Estado de Minas
TCE vai passar pente-fino em emendas de deputados

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/02/18/interna_politica,1122682/repasse-direto-de-emendas-preocupa-tcu.shtml

 

A Tarde (BA)
Novo Código Civil possibilita a expulsão de morador antissocial

https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/novo-codigo-civil-permite-expulsao-de-moradores-antissociais-e-dificulta-airbnb-0525

 

Meia Hora (RJ)
Em dezembro de 81 (e em junho de 25), Mengão botou os ingleses na roda

https://www.meiahora.com.br/geral/2019/12/5835768-rio-star–uma-roda-gigante-para-chamar-de-sua.html

 

Diário de Pernambuco
97% dos municípios de PE têm gestão de segurança deficiente

https://www.diariodepernambuco.com.br/

 

 

A autocrítica de Dirceu e o PT diante de uma crise de identidade

 

 

 

Quando José Dirceu aparece na GloboNews para fazer um diagnóstico cirúrgico sobre a desorganização do PT, não estamos diante apenas de mais uma análise política de bastidores. Estamos testemunhando o reconhecimento público de uma crise que corrói as estruturas do partido que governou o Brasil por quase duas décadas e que hoje patina para encontrar seu lugar numa democracia polarizada e fragmentada.

A entrevista de Dirceu não foi um acaso. Foi um grito de alerta de quem conhece as entranhas do poder e enxerga com clareza meridiana os desafios que se desenham para as eleições 2026. Ao afirmar que o PT precisa se reconstruir, o ex-ministro da Casa Civil não estava fazendo retórica, mas diagnosticando uma realidade que muitos petistas preferem ignorar: o partido perdeu capacidade de mobilização, organização territorial e, principalmente, a batalha das narrativas.

A crítica de Dirceu à desorganização do partido é devastadora porque vem de dentro, de alguém que ajudou a construir a máquina política petista nos seus anos dourados. Quando ele aponta os problemas estruturais, está revelando que o PT de hoje não é mais aquele partido orgânico, capilarizado, que tinha militância nas ruas e presença real nos territórios. É um partido que se burocratizou, que se distanciou das bases e que vive ainda da glória do passado, enquanto a realidade política brasileira se transformou radicalmente.

A hegemonia bolsonarista nas redes sociais, mencionada por Dirceu, é talvez o retrato mais doloroso dessa nova realidade. Enquanto o PT ainda tenta entender como funciona o WhatsApp, a extrema direita já domina TikTok, Instagram, Telegram e constrói narrativas que chegam aos brasileiros antes mesmo que a esquerda perceba que existe uma disputa em curso. Não é apenas uma questão tecnológica, é uma questão de linguagem, de velocidade e de compreensão dos novos códigos de comunicação política.

Lula, mesmo com toda sua genialidade política e capacidade de conexão popular, não consegue sozinho carregar nas costas a reconstrução da esquerda brasileira. O presidente está cercado por um aparato partidário que funciona mais como clube de nostálgicos do que como organização política preparada para os desafios contemporâneos. E isso fica evidente quando observamos como figuras como Tarcísio de Freitas conseguem ocupar espaços de liderança nacional sem encontrar resistência organizada da esquerda.

A análise de Dirceu sobre 2026 revela uma preocupação estratégica fundamental: o PT não pode repetir os erros de 2018 e 2022, quando subestimou a capacidade de reorganização da direita e da extrema direita. As disputas simbólicas entre Lula e a nova direita não se resolvem apenas com discursos inflamados ou com a lembrança dos tempos prósperos do lulismo. Exigem uma reconstrução profunda das bases partidárias, uma nova forma de fazer política e, principalmente, uma compreensão clara de que o Brasil mudou.

O que está em jogo não é apenas o futuro do PT, mas o futuro da democracia brasileira. Um partido de esquerda desorganizado, sem capacidade de mobilização e sem presença territorial é uma porta aberta para o avanço autoritário. Dirceu sabe disso, e por isso sua fala tem tom de urgência. Não há tempo para romantizações ou para negação da realidade.

A reconstrução da esquerda passa necessariamente pela reconstrução do PT, mas não pode se limitar a ela. É preciso entender que a política brasileira hoje exige articulação ampla, capacidade de diálogo com setores que tradicionalmente não votavam na esquerda e, principalmente, uma nova geração de lideranças que fale a linguagem do século XXI.

José Dirceu fez sua parte ao jogar luz sobre os problemas. Agora cabe ao PT e às forças de esquerda decidir se vão enfrentar essa autocrítica com a seriedade que ela merece ou se vão continuar vivendo de glórias passadas enquanto o país caminha para 2026 sem uma oposição à altura dos desafios democráticos que se anunciam.

Padre Carlos

A autocrítica de Dirceu e o PT diante de uma crise de identidade

 

 

 

Quando José Dirceu aparece na GloboNews para fazer um diagnóstico cirúrgico sobre a desorganização do PT, não estamos diante apenas de mais uma análise política de bastidores. Estamos testemunhando o reconhecimento público de uma crise que corrói as estruturas do partido que governou o Brasil por quase duas décadas e que hoje patina para encontrar seu lugar numa democracia polarizada e fragmentada.

A entrevista de Dirceu não foi um acaso. Foi um grito de alerta de quem conhece as entranhas do poder e enxerga com clareza meridiana os desafios que se desenham para as eleições 2026. Ao afirmar que o PT precisa se reconstruir, o ex-ministro da Casa Civil não estava fazendo retórica, mas diagnosticando uma realidade que muitos petistas preferem ignorar: o partido perdeu capacidade de mobilização, organização territorial e, principalmente, a batalha das narrativas.

A crítica de Dirceu à desorganização do partido é devastadora porque vem de dentro, de alguém que ajudou a construir a máquina política petista nos seus anos dourados. Quando ele aponta os problemas estruturais, está revelando que o PT de hoje não é mais aquele partido orgânico, capilarizado, que tinha militância nas ruas e presença real nos territórios. É um partido que se burocratizou, que se distanciou das bases e que vive ainda da glória do passado, enquanto a realidade política brasileira se transformou radicalmente.

A hegemonia bolsonarista nas redes sociais, mencionada por Dirceu, é talvez o retrato mais doloroso dessa nova realidade. Enquanto o PT ainda tenta entender como funciona o WhatsApp, a extrema direita já domina TikTok, Instagram, Telegram e constrói narrativas que chegam aos brasileiros antes mesmo que a esquerda perceba que existe uma disputa em curso. Não é apenas uma questão tecnológica, é uma questão de linguagem, de velocidade e de compreensão dos novos códigos de comunicação política.

Lula, mesmo com toda sua genialidade política e capacidade de conexão popular, não consegue sozinho carregar nas costas a reconstrução da esquerda brasileira. O presidente está cercado por um aparato partidário que funciona mais como clube de nostálgicos do que como organização política preparada para os desafios contemporâneos. E isso fica evidente quando observamos como figuras como Tarcísio de Freitas conseguem ocupar espaços de liderança nacional sem encontrar resistência organizada da esquerda.

A análise de Dirceu sobre 2026 revela uma preocupação estratégica fundamental: o PT não pode repetir os erros de 2018 e 2022, quando subestimou a capacidade de reorganização da direita e da extrema direita. As disputas simbólicas entre Lula e a nova direita não se resolvem apenas com discursos inflamados ou com a lembrança dos tempos prósperos do lulismo. Exigem uma reconstrução profunda das bases partidárias, uma nova forma de fazer política e, principalmente, uma compreensão clara de que o Brasil mudou.

O que está em jogo não é apenas o futuro do PT, mas o futuro da democracia brasileira. Um partido de esquerda desorganizado, sem capacidade de mobilização e sem presença territorial é uma porta aberta para o avanço autoritário. Dirceu sabe disso, e por isso sua fala tem tom de urgência. Não há tempo para romantizações ou para negação da realidade.

A reconstrução da esquerda passa necessariamente pela reconstrução do PT, mas não pode se limitar a ela. É preciso entender que a política brasileira hoje exige articulação ampla, capacidade de diálogo com setores que tradicionalmente não votavam na esquerda e, principalmente, uma nova geração de lideranças que fale a linguagem do século XXI.

José Dirceu fez sua parte ao jogar luz sobre os problemas. Agora cabe ao PT e às forças de esquerda decidir se vão enfrentar essa autocrítica com a seriedade que ela merece ou se vão continuar vivendo de glórias passadas enquanto o país caminha para 2026 sem uma oposição à altura dos desafios democráticos que se anunciam.

Padre Carlos

A Mamata de Sempre: O Brasil Que Carrega a Nobreza dos Privilegiados (Padre Carlos)

 

A Mamata de Sempre: O Brasil Que Carrega a Nobreza dos Privilegiados
Por um articulista indignado com os donos do cofre público

Bom dia, boa tarde, boa noite… ou seria melhor dizer: boa sorte, contribuinte?

Hoje, este artigo não traz poesia, metáforas suaves nem ponderações filosóficas. Hoje, ele vem em tom de protesto, com o grito preso na garganta de milhões de brasileiros que, diariamente, sustentam uma elite de privilegiados travestidos de representantes do povo.

É um escândalo — institucionalizado, legalizado e naturalizado — o que acontece com os cofres públicos brasileiros. Enquanto o povo se espreme com um salário mínimo de R$ 1.518,00, lutando para manter o mínimo de dignidade, do outro lado da ponte (blindada, diga-se de passagem), vivem os senhores do poder, com salários e “auxílios” que fariam até um magnata suíço corar de vergonha.

R$ 341.297,00 por mês para um deputado federal.
Sim, você leu certo. Esse é o valor total somando salário e benefícios. Não estamos falando de artistas, atletas, empresários ou gênios da tecnologia. Estamos falando de políticos — muitos deles ausentes, improdutivos e, em alguns casos, investigados.

Enquanto você faz malabarismos para pagar o plano de saúde do seu filho, eles recebem auxílio saúde de quase R$ 18 mil. Enquanto você se vira com ônibus lotado, eles viajam de avião, pagos com seu dinheiro. Enquanto você financia seu próprio almoço com fiado na esquina, eles têm R$ 16 mil mensais em auxílio restaurante. E o que dizer do auxílio paletó? Sim, até para se vestirem, precisam que o povo banque.

Quem autorizou isso? Eles mesmos.
Quem questiona? Quase ninguém. Quem sente na pele? Nós, os brasileiros comuns.

Esses benefícios — ou melhor, abusos — são uma afronta. Um escárnio. Um tapa na cara de quem trabalha 44 horas semanais, sem qualquer auxílio, sem blindagem, sem mordomia. Eles criaram para si um país paralelo, onde as leis do sacrifício, da escassez e da dignidade não entram.

E agora que vivemos em tempos digitais, em que as reuniões são virtuais, os documentos são eletrônicos, os discursos são lidos por vídeo, ainda querem manter verbas de viagem, diárias, carros oficiais e moradias luxuosas em Brasília. Isso não é representatividade. Isso é um esquema de autoproteção da elite política.

É preciso reduzir. Cortar. Moralizar.

Não há por que manter três senadores por Estado, nem centenas de deputados com estruturas milionárias de gabinete. Não há justificativa para que a elite política tenha mais férias, mais benefícios e mais imunidade do que qualquer outro cidadão. Se o Brasil é de todos, por que alguns vivem como marajás e o povo como servos?

Chega de regimes especiais! Basta de castas privilegiadas! A Constituição diz que todos são iguais perante a lei, mas a prática nos diz que isso é apenas uma poesia morta na letra fria do papel.

A revolução não será televisionada — mas pode, sim, ser compartilhada. Nos grupos de WhatsApp, nas redes sociais, nas rodas de conversa. É preciso fazer barulho, é preciso pressionar. Só assim poderemos sonhar com um país mais justo e equilibrado, onde ninguém seja mais importante do que o povo que paga a conta.

O Brasil não é uma empresa da política. É a casa do povo. E o povo está cansado de sustentar a festa de poucos.

Publique. Compartilhe. Não silencie.

Porque enquanto a indignação dorme, os privilégios seguem acordados — e acumulando juros às nossas custas. 💪🏼🇧🇷

A Mamata de Sempre: O Brasil Que Carrega a Nobreza dos Privilegiados (Padre Carlos)

 

A Mamata de Sempre: O Brasil Que Carrega a Nobreza dos Privilegiados
Por um articulista indignado com os donos do cofre público

Bom dia, boa tarde, boa noite… ou seria melhor dizer: boa sorte, contribuinte?

Hoje, este artigo não traz poesia, metáforas suaves nem ponderações filosóficas. Hoje, ele vem em tom de protesto, com o grito preso na garganta de milhões de brasileiros que, diariamente, sustentam uma elite de privilegiados travestidos de representantes do povo.

É um escândalo — institucionalizado, legalizado e naturalizado — o que acontece com os cofres públicos brasileiros. Enquanto o povo se espreme com um salário mínimo de R$ 1.518,00, lutando para manter o mínimo de dignidade, do outro lado da ponte (blindada, diga-se de passagem), vivem os senhores do poder, com salários e “auxílios” que fariam até um magnata suíço corar de vergonha.

R$ 341.297,00 por mês para um deputado federal.
Sim, você leu certo. Esse é o valor total somando salário e benefícios. Não estamos falando de artistas, atletas, empresários ou gênios da tecnologia. Estamos falando de políticos — muitos deles ausentes, improdutivos e, em alguns casos, investigados.

Enquanto você faz malabarismos para pagar o plano de saúde do seu filho, eles recebem auxílio saúde de quase R$ 18 mil. Enquanto você se vira com ônibus lotado, eles viajam de avião, pagos com seu dinheiro. Enquanto você financia seu próprio almoço com fiado na esquina, eles têm R$ 16 mil mensais em auxílio restaurante. E o que dizer do auxílio paletó? Sim, até para se vestirem, precisam que o povo banque.

Quem autorizou isso? Eles mesmos.
Quem questiona? Quase ninguém. Quem sente na pele? Nós, os brasileiros comuns.

Esses benefícios — ou melhor, abusos — são uma afronta. Um escárnio. Um tapa na cara de quem trabalha 44 horas semanais, sem qualquer auxílio, sem blindagem, sem mordomia. Eles criaram para si um país paralelo, onde as leis do sacrifício, da escassez e da dignidade não entram.

E agora que vivemos em tempos digitais, em que as reuniões são virtuais, os documentos são eletrônicos, os discursos são lidos por vídeo, ainda querem manter verbas de viagem, diárias, carros oficiais e moradias luxuosas em Brasília. Isso não é representatividade. Isso é um esquema de autoproteção da elite política.

É preciso reduzir. Cortar. Moralizar.

Não há por que manter três senadores por Estado, nem centenas de deputados com estruturas milionárias de gabinete. Não há justificativa para que a elite política tenha mais férias, mais benefícios e mais imunidade do que qualquer outro cidadão. Se o Brasil é de todos, por que alguns vivem como marajás e o povo como servos?

Chega de regimes especiais! Basta de castas privilegiadas! A Constituição diz que todos são iguais perante a lei, mas a prática nos diz que isso é apenas uma poesia morta na letra fria do papel.

A revolução não será televisionada — mas pode, sim, ser compartilhada. Nos grupos de WhatsApp, nas redes sociais, nas rodas de conversa. É preciso fazer barulho, é preciso pressionar. Só assim poderemos sonhar com um país mais justo e equilibrado, onde ninguém seja mais importante do que o povo que paga a conta.

O Brasil não é uma empresa da política. É a casa do povo. E o povo está cansado de sustentar a festa de poucos.

Publique. Compartilhe. Não silencie.

Porque enquanto a indignação dorme, os privilégios seguem acordados — e acumulando juros às nossas custas. 💪🏼🇧🇷

ARTIGO – Antecipação Salarial: Compromisso com os Servidores e com a Nossa Gente

 

(Ivan Cordeiro – Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista)

Valorizar quem cuida da nossa cidade é mais do que uma obrigação institucional — é um dever moral. É por isso que, na condição de presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, tenho a honra de anunciar a antecipação do salário do mês de junho, bem como da primeira parcela do 13º salário para todos os servidores da Casa.

Essa não é apenas uma ação administrativa. É uma decisão pensada com responsabilidade e sensibilidade. Vivemos um período especial do ano, os festejos juninos, profundamente enraizados na alma do povo nordestino. E sabemos que, para muita gente, essa época representa reencontros familiares, geração de renda, cultura e dignidade.

Ao antecipar esses pagamentos, queremos garantir que os servidores tenham tranquilidade para aproveitar esse momento, mas também temos em mente outro objetivo fundamental: aquecer a economia local. Quando o dinheiro circula no comércio, nas feiras, nas barracas e nos pequenos negócios, a cidade inteira se movimenta. Fortalecemos o microempreendedor, incentivamos o consumo consciente e reafirmamos nosso compromisso com uma Vitória da Conquista mais próspera e humana.

Essa medida faz parte de uma gestão que escuta, respeita e age. Aqui, servidor público é tratado com dignidade. E a população, com atenção. Não há desenvolvimento sem justiça. E justiça, para nós, começa em casa — valorizando quem trabalha todos os dias pelo bem da nossa cidade.

Reitero: nosso compromisso é permanente. Continuaremos firmes no propósito de fazer da Câmara Municipal um exemplo de gestão pública eficiente, ética e conectada com as necessidades reais do nosso povo.

A todos os servidores, meu muito obrigado. À população conquistense, minha palavra de respeito e trabalho.

Ivan Cordeiro
Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista.

ARTIGO – Antecipação Salarial: Compromisso com os Servidores e com a Nossa Gente

 

(Ivan Cordeiro – Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista)

Valorizar quem cuida da nossa cidade é mais do que uma obrigação institucional — é um dever moral. É por isso que, na condição de presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, tenho a honra de anunciar a antecipação do salário do mês de junho, bem como da primeira parcela do 13º salário para todos os servidores da Casa.

Essa não é apenas uma ação administrativa. É uma decisão pensada com responsabilidade e sensibilidade. Vivemos um período especial do ano, os festejos juninos, profundamente enraizados na alma do povo nordestino. E sabemos que, para muita gente, essa época representa reencontros familiares, geração de renda, cultura e dignidade.

Ao antecipar esses pagamentos, queremos garantir que os servidores tenham tranquilidade para aproveitar esse momento, mas também temos em mente outro objetivo fundamental: aquecer a economia local. Quando o dinheiro circula no comércio, nas feiras, nas barracas e nos pequenos negócios, a cidade inteira se movimenta. Fortalecemos o microempreendedor, incentivamos o consumo consciente e reafirmamos nosso compromisso com uma Vitória da Conquista mais próspera e humana.

Essa medida faz parte de uma gestão que escuta, respeita e age. Aqui, servidor público é tratado com dignidade. E a população, com atenção. Não há desenvolvimento sem justiça. E justiça, para nós, começa em casa — valorizando quem trabalha todos os dias pelo bem da nossa cidade.

Reitero: nosso compromisso é permanente. Continuaremos firmes no propósito de fazer da Câmara Municipal um exemplo de gestão pública eficiente, ética e conectada com as necessidades reais do nosso povo.

A todos os servidores, meu muito obrigado. À população conquistense, minha palavra de respeito e trabalho.

Ivan Cordeiro
Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista.

ARTIGO – O vice que não quer ser vice: Otto Alencar no xadrez de Tarcísio (Padre Carlos)

 

 

A política, por vezes, se assemelha a um grande teatro onde os bastidores são mais importantes que o palco. Nos últimos meses, um enredo curioso tem ganhado corpo entre gabinetes, cafés e colunas especializadas: a possível indicação do senador Otto Alencar (PSD-BA) como vice na chapa presidencial de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e aposta da direita bolsonarista para 2026.

Gilberto Kassab, artífice dos bastidores, presidente do PSD e peça-chave no tabuleiro paulista, teria sido o mentor da ideia. A tese é simples e sedutora: oferecer a Otto uma saída honrosa da política aos 77 anos e, ao mesmo tempo, abrir caminho para que Tarcísio conquiste algum espaço no Nordeste, especialmente na Bahia — um território dominado pelo lulismo, onde o bolsonarismo jamais fincou raízes com firmeza.

Do ponto de vista estratégico, a ideia não é absurda. Otto é respeitado, tem biografia, articulação e conhece a liturgia do poder. Além disso, sua imagem moderada poderia suavizar o perfil ultraconservador de Tarcísio, que tem dificuldade de dialogar com o Brasil profundo que vota de coração em Lula.

Mas a política também tem seus ritos — e Otto, experiente como é, não caiu na armadilha das manchetes fáceis. Classificou a proposta de “elucubração simplista” e reafirmou sua lealdade ao presidente Lula, a quem atribui a mais provável reeleição em 2026. Foi enfático: não há conversa, não há articulação, não há vice.

Há quem diga que a negativa de Otto esconde mais do que revela. Que o silêncio do PSD baiano diante das movimentações nacionais de Kassab é, no mínimo, conivente. Que a disputa interna por espaço — entre nomes como Jaques Wagner, Rui Costa e Angelo Coronel — pode, sim, abrir rachaduras futuras na base governista. E que, se o lulismo tropeçar, o pragmatismo pode falar mais alto.

No entanto, por ora, o jogo continua como sempre foi: Otto está com Lula, Kassab está com Tarcísio, e o PSD está no meio do caminho — flertando com todos, mas casando com ninguém.

O que está em curso é mais do que uma aliança hipotética. É um ensaio de realinhamento político nacional, em que partidos e lideranças testam os limites da fidelidade ideológica em nome da viabilidade eleitoral. Otto pode até não ser vice — mas o simples fato de seu nome circular nos corredores do Planalto e nos bastidores paulistas já diz muito sobre o momento em que vivemos.

Enquanto isso, como bom articulista investigativo, sigo atento aos sinais. Porque, em política, o que hoje é negado, amanhã pode virar manchete. E os que hoje dizem “não” podem, amanhã, estar subindo a rampa.

ARTIGO – O vice que não quer ser vice: Otto Alencar no xadrez de Tarcísio (Padre Carlos)

 

 

A política, por vezes, se assemelha a um grande teatro onde os bastidores são mais importantes que o palco. Nos últimos meses, um enredo curioso tem ganhado corpo entre gabinetes, cafés e colunas especializadas: a possível indicação do senador Otto Alencar (PSD-BA) como vice na chapa presidencial de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e aposta da direita bolsonarista para 2026.

Gilberto Kassab, artífice dos bastidores, presidente do PSD e peça-chave no tabuleiro paulista, teria sido o mentor da ideia. A tese é simples e sedutora: oferecer a Otto uma saída honrosa da política aos 77 anos e, ao mesmo tempo, abrir caminho para que Tarcísio conquiste algum espaço no Nordeste, especialmente na Bahia — um território dominado pelo lulismo, onde o bolsonarismo jamais fincou raízes com firmeza.

Do ponto de vista estratégico, a ideia não é absurda. Otto é respeitado, tem biografia, articulação e conhece a liturgia do poder. Além disso, sua imagem moderada poderia suavizar o perfil ultraconservador de Tarcísio, que tem dificuldade de dialogar com o Brasil profundo que vota de coração em Lula.

Mas a política também tem seus ritos — e Otto, experiente como é, não caiu na armadilha das manchetes fáceis. Classificou a proposta de “elucubração simplista” e reafirmou sua lealdade ao presidente Lula, a quem atribui a mais provável reeleição em 2026. Foi enfático: não há conversa, não há articulação, não há vice.

Há quem diga que a negativa de Otto esconde mais do que revela. Que o silêncio do PSD baiano diante das movimentações nacionais de Kassab é, no mínimo, conivente. Que a disputa interna por espaço — entre nomes como Jaques Wagner, Rui Costa e Angelo Coronel — pode, sim, abrir rachaduras futuras na base governista. E que, se o lulismo tropeçar, o pragmatismo pode falar mais alto.

No entanto, por ora, o jogo continua como sempre foi: Otto está com Lula, Kassab está com Tarcísio, e o PSD está no meio do caminho — flertando com todos, mas casando com ninguém.

O que está em curso é mais do que uma aliança hipotética. É um ensaio de realinhamento político nacional, em que partidos e lideranças testam os limites da fidelidade ideológica em nome da viabilidade eleitoral. Otto pode até não ser vice — mas o simples fato de seu nome circular nos corredores do Planalto e nos bastidores paulistas já diz muito sobre o momento em que vivemos.

Enquanto isso, como bom articulista investigativo, sigo atento aos sinais. Porque, em política, o que hoje é negado, amanhã pode virar manchete. E os que hoje dizem “não” podem, amanhã, estar subindo a rampa.

ARTIGO – A BOMBA ATÔMICA DO PETRÓLEO: COMO O IRÃ AMEAÇA PARAR O MUNDO (Padre Carlos)

 

 

Imagine o planeta em plena normalidade: mercados funcionando, aviões decolando, fábricas operando a todo vapor — até que, de repente, o barril de petróleo salta de 69 para 100 dólares em questão de horas. Não foi um atentado, nem um desastre natural. Bastou um gesto calculado do Irã: afundar um único petroleiro no Estreito de Ormuz.

Sim, caro leitor. Não se trata de ficção geopolítica. Estamos falando da bomba atômica do petróleo, como definiu o professor Leonardo Trevisan. Diferente da ogiva nuclear, essa bomba se aciona silenciosamente e tem o poder de devastar economias sem lançar um único míssil. O Estreito de Ormuz, onde transita 30% de todo o petróleo consumido pelo Ocidente, é o gargalo do mundo moderno. E o Irã sabe disso. E o mundo teme isso.

Ao contrário do que muitos pensam, a marinha iraniana tem, sim, capacidade militar — agora reforçada com tecnologia russa — para fechar o estreito e paralisar o fluxo energético global. A lógica é simples: se 0,1% a menos na produção já causa pânico nos mercados, imagine 30%. Não é necessário muito esforço para prever o caos: combustíveis nas alturas, inflação galopante, e o colapso de governos frágeis.

Por trás do sorriso calculado de líderes americanos, como Donald Trump, está o medo brutal de uma explosão nos preços do petróleo. Não é o Irã que assusta o eleitorado americano — é o posto de gasolina. Uma guinada nos preços, e os mesmos cidadãos que ignoram o Oriente Médio se levantam contra seus governantes. O petróleo, meus amigos, é mais temido que qualquer mullah ou aiatolá.

E não se engane: ao contrário do que os falcões de Washington pregam, derrubar o regime do Irã é mais fácil de falar do que de fazer. Substituir os aiatolás por quê? Por quem? O Irã, com todas as suas contradições e repressões — vide o assassinato da jovem por não usar o véu corretamente — é um terreno minado. E não, não dá para bombardear a lógica da geografia: o território é deles, o mar também. E fechar o Estreito de Ormuz é perfeitamente possível — e catastrófico.

Enquanto isso, o mercado global segue em alerta, temendo o dia em que um petroleiro afundado se tornará manchete. Quando isso acontecer, prepare-se: não será uma guerra com tanques, mas uma guerra no bolso. A verdadeira bomba atômica do século XXI tem cheiro de gasolina.

ARTIGO – A BOMBA ATÔMICA DO PETRÓLEO: COMO O IRÃ AMEAÇA PARAR O MUNDO (Padre Carlos)

 

 

Imagine o planeta em plena normalidade: mercados funcionando, aviões decolando, fábricas operando a todo vapor — até que, de repente, o barril de petróleo salta de 69 para 100 dólares em questão de horas. Não foi um atentado, nem um desastre natural. Bastou um gesto calculado do Irã: afundar um único petroleiro no Estreito de Ormuz.

Sim, caro leitor. Não se trata de ficção geopolítica. Estamos falando da bomba atômica do petróleo, como definiu o professor Leonardo Trevisan. Diferente da ogiva nuclear, essa bomba se aciona silenciosamente e tem o poder de devastar economias sem lançar um único míssil. O Estreito de Ormuz, onde transita 30% de todo o petróleo consumido pelo Ocidente, é o gargalo do mundo moderno. E o Irã sabe disso. E o mundo teme isso.

Ao contrário do que muitos pensam, a marinha iraniana tem, sim, capacidade militar — agora reforçada com tecnologia russa — para fechar o estreito e paralisar o fluxo energético global. A lógica é simples: se 0,1% a menos na produção já causa pânico nos mercados, imagine 30%. Não é necessário muito esforço para prever o caos: combustíveis nas alturas, inflação galopante, e o colapso de governos frágeis.

Por trás do sorriso calculado de líderes americanos, como Donald Trump, está o medo brutal de uma explosão nos preços do petróleo. Não é o Irã que assusta o eleitorado americano — é o posto de gasolina. Uma guinada nos preços, e os mesmos cidadãos que ignoram o Oriente Médio se levantam contra seus governantes. O petróleo, meus amigos, é mais temido que qualquer mullah ou aiatolá.

E não se engane: ao contrário do que os falcões de Washington pregam, derrubar o regime do Irã é mais fácil de falar do que de fazer. Substituir os aiatolás por quê? Por quem? O Irã, com todas as suas contradições e repressões — vide o assassinato da jovem por não usar o véu corretamente — é um terreno minado. E não, não dá para bombardear a lógica da geografia: o território é deles, o mar também. E fechar o Estreito de Ormuz é perfeitamente possível — e catastrófico.

Enquanto isso, o mercado global segue em alerta, temendo o dia em que um petroleiro afundado se tornará manchete. Quando isso acontecer, prepare-se: não será uma guerra com tanques, mas uma guerra no bolso. A verdadeira bomba atômica do século XXI tem cheiro de gasolina.

ARTIGO – José Maria Caires: Um Embaixador da Paixão Brasileira nos Estados Unidos

 

(Padre Carlos)

A imagem é simbólica e poderosa: um empresário, ativista social e apaixonado pelo Brasil, veste o manto sagrado do Flamengo em plena Filadélfia, nos Estados Unidos, representando não só a Nação Rubro-Negra, mas também o espírito vibrante de um povo que não perde sua identidade, onde quer que esteja. José Maria Caires, figura respeitada em Vitória da Conquista e além, nos brinda com mais uma de suas jornadas que misturam empreendedorismo, cidadania e paixão.

Convidado pelo Banco do Brasil para assistir a um jogo do Flamengo na Filadélfia, José Maria não apenas aceitou o convite — ele fez da viagem uma declaração pública de amor à cultura brasileira. A vista da cidade americana se transforma em pano de fundo para um espetáculo que vai além das quatro linhas: é a celebração de valores como pertencimento, identidade e alegria coletiva.

Mais que um simples passeio esportivo, essa viagem revela o quanto o futebol é, ainda hoje, o mais potente elemento de coesão cultural do Brasil. E José Maria sabe disso. Ao se apresentar uniformizado, pronto para vibrar com a possível vitória da Nação Rubro-Negra, ele também demonstra a importância do orgulho de nossas raízes, mesmo em tempos de globalização intensa.

Em tempos em que o Brasil precisa reencontrar sua alma e sua autoestima, imagens como essa — de um brasileiro levando seu entusiasmo para outro continente — são valiosas. Mostram que o ativismo não é apenas bandeira erguida em protesto, mas também alegria partilhada, valores difundidos e pontes que se constroem além-fronteiras.

Enquanto muitos viajam apenas para consumir, José Maria viaja para representar. E representar com dignidade, com alma, com o coração batendo em ritmo de samba e futebol. Ontem o Botafogo venceu. Hoje, ele crê na vitória do Flamengo. Mas acima de qualquer escudo, está a vitória da brasilidade. E essa, José Maria já conquistou antes mesmo do apito inicial.

ARTIGO – José Maria Caires: Um Embaixador da Paixão Brasileira nos Estados Unidos

 

(Padre Carlos)

A imagem é simbólica e poderosa: um empresário, ativista social e apaixonado pelo Brasil, veste o manto sagrado do Flamengo em plena Filadélfia, nos Estados Unidos, representando não só a Nação Rubro-Negra, mas também o espírito vibrante de um povo que não perde sua identidade, onde quer que esteja. José Maria Caires, figura respeitada em Vitória da Conquista e além, nos brinda com mais uma de suas jornadas que misturam empreendedorismo, cidadania e paixão.

Convidado pelo Banco do Brasil para assistir a um jogo do Flamengo na Filadélfia, José Maria não apenas aceitou o convite — ele fez da viagem uma declaração pública de amor à cultura brasileira. A vista da cidade americana se transforma em pano de fundo para um espetáculo que vai além das quatro linhas: é a celebração de valores como pertencimento, identidade e alegria coletiva.

Mais que um simples passeio esportivo, essa viagem revela o quanto o futebol é, ainda hoje, o mais potente elemento de coesão cultural do Brasil. E José Maria sabe disso. Ao se apresentar uniformizado, pronto para vibrar com a possível vitória da Nação Rubro-Negra, ele também demonstra a importância do orgulho de nossas raízes, mesmo em tempos de globalização intensa.

Em tempos em que o Brasil precisa reencontrar sua alma e sua autoestima, imagens como essa — de um brasileiro levando seu entusiasmo para outro continente — são valiosas. Mostram que o ativismo não é apenas bandeira erguida em protesto, mas também alegria partilhada, valores difundidos e pontes que se constroem além-fronteiras.

Enquanto muitos viajam apenas para consumir, José Maria viaja para representar. E representar com dignidade, com alma, com o coração batendo em ritmo de samba e futebol. Ontem o Botafogo venceu. Hoje, ele crê na vitória do Flamengo. Mas acima de qualquer escudo, está a vitória da brasilidade. E essa, José Maria já conquistou antes mesmo do apito inicial.

*20 de junho Dia Nacional do Vigilante, Kaka da segurança destaca a importância da categoria ao lado de autoridades baianas*

Em momento registrado anteriormente, Kaka aparece ao lado do Secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Wagner, e do deputado estadual Jean Fabrício Falcão, reafirmando a conexão entre os profissionais da segurança privada e as lideranças públicas que reconhecem a relevância da categoria.

 

Durante o encontro, Kaká destacou a importância da data, que celebra a dedicação, coragem e compromisso dos milhares de vigilantes que atuam diariamente com ética e responsabilidade em suas funções.

“Parabenizo cada vigilante pelo seu dia.

 

Vocês são pilares invisíveis que sustentam a tranquilidade do nosso dia a dia. Merecem respeito, reconhecimento e dignidade”, declarou o deputado Jean Fabrício Falcão, amigo histórico da categoria.

 

Ainda segundo o deputado Fabrício Falcão, uma reunião será agendada com o líder Kaka para discutir alternativas e ações em comemoração à data, como forma de valorizar a categoria e fortalecer sua visibilidade junto à sociedade.

*20 de junho Dia Nacional do Vigilante, Kaka da segurança destaca a importância da categoria ao lado de autoridades baianas*

Em momento registrado anteriormente, Kaka aparece ao lado do Secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Wagner, e do deputado estadual Jean Fabrício Falcão, reafirmando a conexão entre os profissionais da segurança privada e as lideranças públicas que reconhecem a relevância da categoria.

 

Durante o encontro, Kaká destacou a importância da data, que celebra a dedicação, coragem e compromisso dos milhares de vigilantes que atuam diariamente com ética e responsabilidade em suas funções.

“Parabenizo cada vigilante pelo seu dia.

 

Vocês são pilares invisíveis que sustentam a tranquilidade do nosso dia a dia. Merecem respeito, reconhecimento e dignidade”, declarou o deputado Jean Fabrício Falcão, amigo histórico da categoria.

 

Ainda segundo o deputado Fabrício Falcão, uma reunião será agendada com o líder Kaka para discutir alternativas e ações em comemoração à data, como forma de valorizar a categoria e fortalecer sua visibilidade junto à sociedade.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 20 de junho de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Gasto com Lula cresce no ritmo de quase o dobro da arrecadação

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/gasto-sob-lula-3-cresce-em-ritmo-de-quase-o-dobro-da-receita.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Irã tenta acordo com os EUA; Trump adia decisão de atacar

https://digital.estadao.com.br/o-estado-de-s-paulo/

 

Valor Econômico (SP)
Estados e municípios já respondem por 80% do investimento público

https://valor.globo.com/impresso/noticia/2025/06/20/estados-e-municipios-ja-respondem-por-80-do-investimento-publico.ghtml

 

O Globo (RJ)
Dólar alivia a inflação, e IPCA deve ficar perto de 5% este ano

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/06/20/dolar-alivia-inflacao-e-ipca-deve-ficar-perto-de-5percent-este-ano.ghtml

 

O Dia (RJ)
Vitória sensacional

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/05/6403110-sensacao-de-vitoria-passistas-de-samba-sao-declarados-patrimonio-cultural-imaterial-do-rio.html

 

Correio Braziliense
BC sobe os juros de novo e Selic chega a 15%

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/06/7177790-banco-central-eleva-a-selic-a-15-e-setores-produtivos-reagem.html#:~:text=O%20Comit%C3%AA%20de%20Pol%C3%ADtica%20Monet%C3%A1ria,Selic%20em%2015%25%20ao%20ano.

 

Estado de Minas
Cresce procura por testes de Covid-19 e gripe

https://www.em.com.br/gerais/2025/06/7178406-cresce-a-procura-por-testes-para-doencas-respiratorias.html

 

Zero Hora (RS)
CRISE CLIMÁTICA
À espera do curso das águas

https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2025/05/comunidades-afetadas-pelas-mudancas-climaticas-apontam-demandas-que-desejam-ver-levadas-a-cop30-cmav5u13g0026011gs133a8cf.html

 

Diário de Pernambuco
Menino é 8ª vítima de bala perdida na RMR em 2025

https://www.diariodepernambuco.com.br/vida-urbana/2025/06/3896002-crianca-que-levou-bala-perdida-passa-por-cirurgia-e-esta-em-estado-grave-diz-hr.html

 

A Tarde (BA)
Tradição de fogueiras perde força após cerco a madeira ilegal

https://atarde.com.br/sao-joao/fogueira-de-sao-joao-por-que-vendedores-de-lenha-estao-sumindo-1331467

 

Diário do Nordeste (CE)
Mercado de suínos tem alta de 30% no Ceará

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/com-demanda-aquecida-mercado-de-carne-suina-cresce-no-ceara-e-abate-de-porcos-tem-alta-de-30-1.3661138

 

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 20 de junho de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Gasto com Lula cresce no ritmo de quase o dobro da arrecadação

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/gasto-sob-lula-3-cresce-em-ritmo-de-quase-o-dobro-da-receita.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Irã tenta acordo com os EUA; Trump adia decisão de atacar

https://digital.estadao.com.br/o-estado-de-s-paulo/

 

Valor Econômico (SP)
Estados e municípios já respondem por 80% do investimento público

https://valor.globo.com/impresso/noticia/2025/06/20/estados-e-municipios-ja-respondem-por-80-do-investimento-publico.ghtml

 

O Globo (RJ)
Dólar alivia a inflação, e IPCA deve ficar perto de 5% este ano

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/06/20/dolar-alivia-inflacao-e-ipca-deve-ficar-perto-de-5percent-este-ano.ghtml

 

O Dia (RJ)
Vitória sensacional

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/05/6403110-sensacao-de-vitoria-passistas-de-samba-sao-declarados-patrimonio-cultural-imaterial-do-rio.html

 

Correio Braziliense
BC sobe os juros de novo e Selic chega a 15%

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/06/7177790-banco-central-eleva-a-selic-a-15-e-setores-produtivos-reagem.html#:~:text=O%20Comit%C3%AA%20de%20Pol%C3%ADtica%20Monet%C3%A1ria,Selic%20em%2015%25%20ao%20ano.

 

Estado de Minas
Cresce procura por testes de Covid-19 e gripe

https://www.em.com.br/gerais/2025/06/7178406-cresce-a-procura-por-testes-para-doencas-respiratorias.html

 

Zero Hora (RS)
CRISE CLIMÁTICA
À espera do curso das águas

https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2025/05/comunidades-afetadas-pelas-mudancas-climaticas-apontam-demandas-que-desejam-ver-levadas-a-cop30-cmav5u13g0026011gs133a8cf.html

 

Diário de Pernambuco
Menino é 8ª vítima de bala perdida na RMR em 2025

https://www.diariodepernambuco.com.br/vida-urbana/2025/06/3896002-crianca-que-levou-bala-perdida-passa-por-cirurgia-e-esta-em-estado-grave-diz-hr.html

 

A Tarde (BA)
Tradição de fogueiras perde força após cerco a madeira ilegal

https://atarde.com.br/sao-joao/fogueira-de-sao-joao-por-que-vendedores-de-lenha-estao-sumindo-1331467

 

Diário do Nordeste (CE)
Mercado de suínos tem alta de 30% no Ceará

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/com-demanda-aquecida-mercado-de-carne-suina-cresce-no-ceara-e-abate-de-porcos-tem-alta-de-30-1.3661138