Política e Resenha

ARTIGO – O Brasil que carrega o agro nas costas (Padre Carlos)

 

 

Há um discurso sedutor e repetido à exaustão por empresários do campo, parlamentares ruralistas e publicitários do agronegócio: “o agro carrega o Brasil nas costas”. Mas, quando olhamos com atenção os números, os incentivos, as isenções fiscais e o financiamento público, a pergunta inevitável se impõe: será que não é o Brasil que está carregando o agro nas costas?

Comecemos pela Lei Kandir, em vigor desde 1996, que isenta de ICMS as exportações de produtos primários, como a soja. Quando um produtor exporta grãos in natura, não paga imposto estadual. Quem cobre essa isenção? O Governo Federal — e quem banca o governo? Nós, os contribuintes. Estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul recebem repasses milionários da União para compensar o que o agro deixou de pagar. Uma conta salgada para o povo e um alívio lucrativo para os grandes exportadores.

Esse modelo também impede que o Brasil dê um salto industrial. Em vez de transformar a soja em óleo, farelo, ração ou outros derivados dentro do país, gerando empregos e riqueza, o agronegócio opta por exportar matéria-prima crua. Lucro máximo para poucos, valor agregado mínimo para o Brasil.

Não para por aí. O Plano Safra 2024 destinou R$ 348 bilhões ao agronegócio, com juros subsidiados ou até negativos. Enquanto o cidadão comum paga 12%, 14% ao mês no cartão de crédito, o grande produtor rural toma empréstimos quase sem custo. É o Estado brasileiro abrindo os cofres para quem já é rico — e fechando para quem precisa.

Mas o que o agro devolve à sociedade por todos esses privilégios?
Poucos empregos gerados
Alta concentração fundiária
Avanço contínuo sobre terras indígenas e quilombolas
Queda de 90% nas multas por desmatamento
Aumento de casos de trabalho análogo à escravidão
Desmonte da fiscalização trabalhista e ambiental

Tudo isso se soma a uma realidade cruel: a fome voltou ao Brasil, e mesmo assim os gigantes do agro dizem que “alimentam mais de 1 bilhão de pessoas no mundo”. Alimentam lá fora, sim, mas quem alimenta o povo brasileiro é a agricultura familiar, que põe mais de 70% dos alimentos na nossa mesa, mesmo sendo esquecida pelas políticas públicas.

É preciso dizer em alto e bom som: o agro como está não distribui renda, não desenvolve o país, não preserva o meio ambiente e não promove justiça social. Ao contrário, se beneficia de um Estado que transfere recursos públicos ao setor privado, sem exigir contrapartida digna.

Estamos diante de dois Brasis rurais:
– Um agro industrial, blindado, subsidiado e violento com o meio ambiente e os povos do campo;
– Outro, invisibilizado, que planta feijão, milho, mandioca e hortaliça — e sustenta nossa segurança alimentar.

Não é o agro que carrega o Brasil. É o povo brasileiro, com seus impostos e seu suor, que carrega o agro nas costas. E ainda escuta que deve ser grato.

Está na hora de revisar quem sustenta quem.
E de parar de premiar o abuso disfarçado de orgulho nacional.

ARTIGO – O Brasil que carrega o agro nas costas (Padre Carlos)

 

 

Há um discurso sedutor e repetido à exaustão por empresários do campo, parlamentares ruralistas e publicitários do agronegócio: “o agro carrega o Brasil nas costas”. Mas, quando olhamos com atenção os números, os incentivos, as isenções fiscais e o financiamento público, a pergunta inevitável se impõe: será que não é o Brasil que está carregando o agro nas costas?

Comecemos pela Lei Kandir, em vigor desde 1996, que isenta de ICMS as exportações de produtos primários, como a soja. Quando um produtor exporta grãos in natura, não paga imposto estadual. Quem cobre essa isenção? O Governo Federal — e quem banca o governo? Nós, os contribuintes. Estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul recebem repasses milionários da União para compensar o que o agro deixou de pagar. Uma conta salgada para o povo e um alívio lucrativo para os grandes exportadores.

Esse modelo também impede que o Brasil dê um salto industrial. Em vez de transformar a soja em óleo, farelo, ração ou outros derivados dentro do país, gerando empregos e riqueza, o agronegócio opta por exportar matéria-prima crua. Lucro máximo para poucos, valor agregado mínimo para o Brasil.

Não para por aí. O Plano Safra 2024 destinou R$ 348 bilhões ao agronegócio, com juros subsidiados ou até negativos. Enquanto o cidadão comum paga 12%, 14% ao mês no cartão de crédito, o grande produtor rural toma empréstimos quase sem custo. É o Estado brasileiro abrindo os cofres para quem já é rico — e fechando para quem precisa.

Mas o que o agro devolve à sociedade por todos esses privilégios?
Poucos empregos gerados
Alta concentração fundiária
Avanço contínuo sobre terras indígenas e quilombolas
Queda de 90% nas multas por desmatamento
Aumento de casos de trabalho análogo à escravidão
Desmonte da fiscalização trabalhista e ambiental

Tudo isso se soma a uma realidade cruel: a fome voltou ao Brasil, e mesmo assim os gigantes do agro dizem que “alimentam mais de 1 bilhão de pessoas no mundo”. Alimentam lá fora, sim, mas quem alimenta o povo brasileiro é a agricultura familiar, que põe mais de 70% dos alimentos na nossa mesa, mesmo sendo esquecida pelas políticas públicas.

É preciso dizer em alto e bom som: o agro como está não distribui renda, não desenvolve o país, não preserva o meio ambiente e não promove justiça social. Ao contrário, se beneficia de um Estado que transfere recursos públicos ao setor privado, sem exigir contrapartida digna.

Estamos diante de dois Brasis rurais:
– Um agro industrial, blindado, subsidiado e violento com o meio ambiente e os povos do campo;
– Outro, invisibilizado, que planta feijão, milho, mandioca e hortaliça — e sustenta nossa segurança alimentar.

Não é o agro que carrega o Brasil. É o povo brasileiro, com seus impostos e seu suor, que carrega o agro nas costas. E ainda escuta que deve ser grato.

Está na hora de revisar quem sustenta quem.
E de parar de premiar o abuso disfarçado de orgulho nacional.

“Macaco sabe em que galho sobe”: Por que os EUA não tratam a Coreia do Norte como trataram o Irã?

 

Por Padre Carlos

No xadrez geopolítico internacional, algumas peças parecem intocáveis, enquanto outras são empurradas para o abismo sob pretextos que escondem interesses inconfessáveis. A pergunta que ecoa nos bastidores da política mundial é direta: por que os Estados Unidos trataram o Irã com ferro e fogo, e agem com luvas de seda diante da Coreia do Norte?

A resposta, embora evitada nos salões diplomáticos, está escancarada para quem observa o jogo com olhos atentos: o poder nuclear é o verdadeiro escudo da soberania num mundo dominado pelo medo e pela força. E, nesse campo, a Coreia do Norte aprendeu cedo que macaco esperto sabe em que galho sobe. Não se enfrenta uma potência nuclear com a mesma arrogância com que se esmaga um país ainda em busca desse poder.

O caso do Irã: controle, contenção e castigo

O Irã tem sido alvo constante de sanções, sabotagens e ameaças por parte dos EUA e seus aliados ocidentais. O motivo oficial: impedir que o país desenvolva armas nucleares. Mas há mais por trás da cortina de fumaça. O Irã é uma potência regional com vastas reservas de petróleo, influência política no mundo islâmico e uma postura de resistência ao eixo Washington-Tel Aviv-Riad. É um ator que desafia a ordem imposta, e por isso, deve ser controlado.

A assinatura do Acordo Nuclear em 2015 foi uma tentativa de congelar o avanço iraniano. Porém, a retirada unilateral dos EUA sob Trump em 2018 mostrou que o Ocidente não busca apenas controle: quer submissão. O Irã, ao contrário, enxerga no projeto nuclear a única forma de alcançar o equilíbrio de forças no Oriente Médio. E tem razão. O exemplo da Índia e do Paquistão — eternos rivais que coexistem sob a sombra da bomba — revela que o poder atômico, embora perigoso, impõe respeito.

A Coreia do Norte: um “louco” com o dedo no botão

Do outro lado do mundo, a Coreia do Norte, país isolado, pobre, governado por um regime absolutista, tornou-se um ator temido justamente por ter atravessado o Rubicão nuclear. O regime de Kim Jong-un não apenas desenvolveu ogivas nucleares, como mostrou capacidade de lançá-las contra alvos estratégicos, inclusive aliados dos EUA como Japão e Coreia do Sul.

E o que fizeram os EUA? Discurso duro, sanções econômicas — sim —, mas nenhuma invasão, nenhuma guerra, nenhum “choque de civilizações”. Por quê? Porque eles sabem. Sabem que um ataque à Coreia do Norte poderia significar a morte de centenas de milhares de civis em Seul em questão de minutos. Sabem que o “louco do norte” pode ser tudo, menos suicida: ele sabe usar o medo como arma, e os EUA sabem que não se brinca com quem já tem o botão nuclear na mesa.

Dois pesos, duas medidas — e uma lição para o Irã

A grande lição que emerge é simples e brutal: na política internacional, não há moral, há medo. E o medo que os EUA têm da Coreia do Norte é proporcional ao desprezo que demonstraram pelo Iraque de Saddam e pelo Irã dos aiatolás antes do enriquecimento de urânio. Não é à toa que o Irã insiste em manter seu programa atômico: é a única forma de se fazer respeitar num tabuleiro onde só sobrevive quem mostra os dentes.

E não venham falar de “ameaça à paz mundial”. O que mais ameaça a paz é o monopólio das armas atômicas nas mãos de uns poucos. O que desequilibra o mundo é o direito autoproclamado dos Estados Unidos de decidir quem pode ou não ter bomba, quem pode ou não existir com autonomia.

No fundo, o velho ditado popular resume tudo: “macaco sabe em que galho sobe.” E os americanos também. Sabem que há regimes que podem ser derrubados com pretextos humanitários e bombas “cirúrgicas”, e outros que exigem silêncio, cálculo e contenção.

O que o Irã parece finalmente entender — e com razão — é que, sem bomba, não há equilíbrio. Sem equilíbrio, não há respeito. E sem respeito, o próximo galho a cair pode ser o seu.

“Macaco sabe em que galho sobe”: Por que os EUA não tratam a Coreia do Norte como trataram o Irã?

 

Por Padre Carlos

No xadrez geopolítico internacional, algumas peças parecem intocáveis, enquanto outras são empurradas para o abismo sob pretextos que escondem interesses inconfessáveis. A pergunta que ecoa nos bastidores da política mundial é direta: por que os Estados Unidos trataram o Irã com ferro e fogo, e agem com luvas de seda diante da Coreia do Norte?

A resposta, embora evitada nos salões diplomáticos, está escancarada para quem observa o jogo com olhos atentos: o poder nuclear é o verdadeiro escudo da soberania num mundo dominado pelo medo e pela força. E, nesse campo, a Coreia do Norte aprendeu cedo que macaco esperto sabe em que galho sobe. Não se enfrenta uma potência nuclear com a mesma arrogância com que se esmaga um país ainda em busca desse poder.

O caso do Irã: controle, contenção e castigo

O Irã tem sido alvo constante de sanções, sabotagens e ameaças por parte dos EUA e seus aliados ocidentais. O motivo oficial: impedir que o país desenvolva armas nucleares. Mas há mais por trás da cortina de fumaça. O Irã é uma potência regional com vastas reservas de petróleo, influência política no mundo islâmico e uma postura de resistência ao eixo Washington-Tel Aviv-Riad. É um ator que desafia a ordem imposta, e por isso, deve ser controlado.

A assinatura do Acordo Nuclear em 2015 foi uma tentativa de congelar o avanço iraniano. Porém, a retirada unilateral dos EUA sob Trump em 2018 mostrou que o Ocidente não busca apenas controle: quer submissão. O Irã, ao contrário, enxerga no projeto nuclear a única forma de alcançar o equilíbrio de forças no Oriente Médio. E tem razão. O exemplo da Índia e do Paquistão — eternos rivais que coexistem sob a sombra da bomba — revela que o poder atômico, embora perigoso, impõe respeito.

A Coreia do Norte: um “louco” com o dedo no botão

Do outro lado do mundo, a Coreia do Norte, país isolado, pobre, governado por um regime absolutista, tornou-se um ator temido justamente por ter atravessado o Rubicão nuclear. O regime de Kim Jong-un não apenas desenvolveu ogivas nucleares, como mostrou capacidade de lançá-las contra alvos estratégicos, inclusive aliados dos EUA como Japão e Coreia do Sul.

E o que fizeram os EUA? Discurso duro, sanções econômicas — sim —, mas nenhuma invasão, nenhuma guerra, nenhum “choque de civilizações”. Por quê? Porque eles sabem. Sabem que um ataque à Coreia do Norte poderia significar a morte de centenas de milhares de civis em Seul em questão de minutos. Sabem que o “louco do norte” pode ser tudo, menos suicida: ele sabe usar o medo como arma, e os EUA sabem que não se brinca com quem já tem o botão nuclear na mesa.

Dois pesos, duas medidas — e uma lição para o Irã

A grande lição que emerge é simples e brutal: na política internacional, não há moral, há medo. E o medo que os EUA têm da Coreia do Norte é proporcional ao desprezo que demonstraram pelo Iraque de Saddam e pelo Irã dos aiatolás antes do enriquecimento de urânio. Não é à toa que o Irã insiste em manter seu programa atômico: é a única forma de se fazer respeitar num tabuleiro onde só sobrevive quem mostra os dentes.

E não venham falar de “ameaça à paz mundial”. O que mais ameaça a paz é o monopólio das armas atômicas nas mãos de uns poucos. O que desequilibra o mundo é o direito autoproclamado dos Estados Unidos de decidir quem pode ou não ter bomba, quem pode ou não existir com autonomia.

No fundo, o velho ditado popular resume tudo: “macaco sabe em que galho sobe.” E os americanos também. Sabem que há regimes que podem ser derrubados com pretextos humanitários e bombas “cirúrgicas”, e outros que exigem silêncio, cálculo e contenção.

O que o Irã parece finalmente entender — e com razão — é que, sem bomba, não há equilíbrio. Sem equilíbrio, não há respeito. E sem respeito, o próximo galho a cair pode ser o seu.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta segunda-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 23 de junho de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Irã reage aos EUA, ataca Israel e ameaça fechar rota de petróleo

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2025/06/ira-volta-a-ameacar-fechar-o-estreito-de-hormuz-devido-a-guerra.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Irã fecha portas para a diplomacia e ameaça bloquear rota de petróleo

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-ira-fecha-portas-para-a-diplomacia-e-ameaca-bloquear-rota-de-petroleo/?srsltid=AfmBOopTnS1JJaHsffivQ6a4U7FjAbJxgKBGqwxqUWQ71SsZ8T-6fBc5

 

Valor Econômico (SP)
Petróleo sobe com ataques dos EUA ao Irã; Trump sugere apoio a mudança de regime

https://valor.globo.com/financas/noticia/2025/06/22/petroleo-dispara-enquanto-ataque-de-trump-ao-ira-aumenta-riscos-ao-abastecimento.ghtml

 

O Globo (RJ)
Depois de ataques ao Irã, Trump fala em mudar regime do país

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/06/22/eua-dizem-que-programa-nuclear-do-ira-esta-devastado-mas-que-nao-ha-pressao-para-mudanca-de-regime.ghtml

 

O Dia (RJ)
Consumidores aprovam marcas de redes varejistas

https://odia.ig.com.br/

 

Correio Braziliense
Mundo aguarda novos atos de EUA e Irã e defende a paz

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/06/7180161-a-humanidade-apela-por-paz-diz-o-papa-apos-ataque-dos-eua-ao-ira.html

 

Estado de Minas
Espécies invasoras ameaçam meio ambiente

https://www.em.com.br/agropecuario/2025/06/7180416-brasil-tem-541-especies-invasoras-que-colocam-agro-e-meio-ambiente-em-risco.html

 

Zero Hora (RS)
Os reflexos políticos e econômicos da entrada dos EUA na guerra entre Israel e Irã

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/giane-guerra/noticia/2025/06/os-riscos-financeiros-de-a-maior-economia-do-mundo-ter-entrado-na-guerra-cmc87xwxl0027013ovz125znz.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Irã acusa Trump de traição e ameaça rota mundial de petróleo

https://jc.uol.com.br/mundo/2025/06/22/ira-acusa-trump-de-traicao-e-diz-que-qualquer-americano-e-um-alvo-legitimo-apos-bombardeio.html

 

A Tarde (BA)
Irã ameaça fechar rota internacional de petróleo

https://atarde.com.br/economia/ira-ameaca-fechar-importante-rota-de-petroleo-e-pode-afetar-brasil-1331723

 

Diário do Nordeste (CE)
Partidos miram fusões e alianças para 2026

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/por-que-ha-tantos-partidos-disputando-fusoes-ou-federacoes-para-as-eleicoes-de-2026-1.3662116

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta segunda-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 23 de junho de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Irã reage aos EUA, ataca Israel e ameaça fechar rota de petróleo

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2025/06/ira-volta-a-ameacar-fechar-o-estreito-de-hormuz-devido-a-guerra.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Irã fecha portas para a diplomacia e ameaça bloquear rota de petróleo

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-ira-fecha-portas-para-a-diplomacia-e-ameaca-bloquear-rota-de-petroleo/?srsltid=AfmBOopTnS1JJaHsffivQ6a4U7FjAbJxgKBGqwxqUWQ71SsZ8T-6fBc5

 

Valor Econômico (SP)
Petróleo sobe com ataques dos EUA ao Irã; Trump sugere apoio a mudança de regime

https://valor.globo.com/financas/noticia/2025/06/22/petroleo-dispara-enquanto-ataque-de-trump-ao-ira-aumenta-riscos-ao-abastecimento.ghtml

 

O Globo (RJ)
Depois de ataques ao Irã, Trump fala em mudar regime do país

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/06/22/eua-dizem-que-programa-nuclear-do-ira-esta-devastado-mas-que-nao-ha-pressao-para-mudanca-de-regime.ghtml

 

O Dia (RJ)
Consumidores aprovam marcas de redes varejistas

https://odia.ig.com.br/

 

Correio Braziliense
Mundo aguarda novos atos de EUA e Irã e defende a paz

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/06/7180161-a-humanidade-apela-por-paz-diz-o-papa-apos-ataque-dos-eua-ao-ira.html

 

Estado de Minas
Espécies invasoras ameaçam meio ambiente

https://www.em.com.br/agropecuario/2025/06/7180416-brasil-tem-541-especies-invasoras-que-colocam-agro-e-meio-ambiente-em-risco.html

 

Zero Hora (RS)
Os reflexos políticos e econômicos da entrada dos EUA na guerra entre Israel e Irã

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/giane-guerra/noticia/2025/06/os-riscos-financeiros-de-a-maior-economia-do-mundo-ter-entrado-na-guerra-cmc87xwxl0027013ovz125znz.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Irã acusa Trump de traição e ameaça rota mundial de petróleo

https://jc.uol.com.br/mundo/2025/06/22/ira-acusa-trump-de-traicao-e-diz-que-qualquer-americano-e-um-alvo-legitimo-apos-bombardeio.html

 

A Tarde (BA)
Irã ameaça fechar rota internacional de petróleo

https://atarde.com.br/economia/ira-ameaca-fechar-importante-rota-de-petroleo-e-pode-afetar-brasil-1331723

 

Diário do Nordeste (CE)
Partidos miram fusões e alianças para 2026

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/por-que-ha-tantos-partidos-disputando-fusoes-ou-federacoes-para-as-eleicoes-de-2026-1.3662116

 

 

São João na zona rural: tradição e alegria na Limeira, em Cabeceira do Jibóia

São João na zona rural é bom demais — e o melhor da região acontece em Cabeceira do Jibóia, na tradicional Limeira, carinhosamente conhecida como Limeirinha de Açúcar. São 35 anos de história, cultura e muito forró, mantendo viva a chama de uma das festas mais queridas do povo nordestino.

 

Idealizado e mantido com carinho pelo vereador Luciano Gomes, o São João da Limeira é sinônimo de tradição e alegria. A cada ano, o evento se aprimora e atrai mais visitantes, valorizando os artistas locais e trazendo grandes atrações para animar o público.

 

Neste ano, nos dias 23 e 24 de junho, a festa promete ser ainda maior, com shows de:

🎤 Xiado Novo

🎤 Rodrigo Silva – o rei do piseiro

🎤 Baú do Forró

🎤 Cigano Cantador

🎤 Raneychas

🎤 Frankito

 

O vereador Luciano Gomes convida toda a população de Vitória da Conquista e região para participar dessa grande celebração. Como ele sempre diz:

“É pra você que a gente faz!”

São João na zona rural: tradição e alegria na Limeira, em Cabeceira do Jibóia

São João na zona rural é bom demais — e o melhor da região acontece em Cabeceira do Jibóia, na tradicional Limeira, carinhosamente conhecida como Limeirinha de Açúcar. São 35 anos de história, cultura e muito forró, mantendo viva a chama de uma das festas mais queridas do povo nordestino.

 

Idealizado e mantido com carinho pelo vereador Luciano Gomes, o São João da Limeira é sinônimo de tradição e alegria. A cada ano, o evento se aprimora e atrai mais visitantes, valorizando os artistas locais e trazendo grandes atrações para animar o público.

 

Neste ano, nos dias 23 e 24 de junho, a festa promete ser ainda maior, com shows de:

🎤 Xiado Novo

🎤 Rodrigo Silva – o rei do piseiro

🎤 Baú do Forró

🎤 Cigano Cantador

🎤 Raneychas

🎤 Frankito

 

O vereador Luciano Gomes convida toda a população de Vitória da Conquista e região para participar dessa grande celebração. Como ele sempre diz:

“É pra você que a gente faz!”

TRISTE BAHIA: Quando a farda protege a morte

 

(Padre Carlos)

Na madrugada silenciosa de 1º de março de 2022, no coração de Salvador, enquanto a alegria carnavalesca inundava as ruas da cidade, um grito mudo se ergueu na Gamboa de Baixo. Não era som de tambor ou de festa. Era o eco abafado da violência institucional. O jovem Alexandre Santos dos Reis, conhecido como Léo, foi levado por agentes da Rondesp, a temida unidade da Polícia Militar da Bahia. Desde então, o que resta é o vazio — e o silêncio conivente de um sistema que mata e depois cala.

A reportagem “Triste Bahia”, de Marcelo Canellas, publicada na revista piauí, não é apenas jornalismo investigativo: é um espelho incômodo da barbárie travestida de segurança pública. Canellas narra com precisão cirúrgica o modo como a PM age nas comunidades periféricas — invasiva, letal, impune. Não há mandado, não há testemunha que se sinta segura, não há explicações — apenas corpos, luto e medo.

A Bahia, berço de cultura, resistência e beleza, tornou-se também o palco de um dos maiores índices de letalidade policial do Brasil. Não se trata de combater o crime. Trata-se de exterminar suspeitos, geralmente jovens, pretos e pobres, sob a lógica perversa de que a morte é um atalho para a ordem. A política de segurança se revela, assim, como política de extermínio.

O mais grave é que tudo isso se naturaliza. A brutalidade da farda se esconde sob discursos de “combate ao tráfico”, “guerra às drogas” ou “reação à injustiça”, mas o que vemos é o Estado atuando como algoz — e não como protetor. O pacto civilizatório se rompe quando o policial, financiado pelos nossos impostos, se torna um caçador autorizado a matar.

É hora de gritar: basta!
Basta de execuções sumárias, basta de operações sem transparência, basta de silenciar mães como Silvana. A sociedade baiana não pode continuar a normalizar essa lógica necropolítica. A morte de Léo, como de tantos outros, não pode ser só estatística. Tem nome, tem história, tem sangue — e pede justiça.

Precisamos de uma nova segurança: humana, preventiva, comunitária. A Bahia merece mais que luto. Merece vida.

TRISTE BAHIA: Quando a farda protege a morte

 

(Padre Carlos)

Na madrugada silenciosa de 1º de março de 2022, no coração de Salvador, enquanto a alegria carnavalesca inundava as ruas da cidade, um grito mudo se ergueu na Gamboa de Baixo. Não era som de tambor ou de festa. Era o eco abafado da violência institucional. O jovem Alexandre Santos dos Reis, conhecido como Léo, foi levado por agentes da Rondesp, a temida unidade da Polícia Militar da Bahia. Desde então, o que resta é o vazio — e o silêncio conivente de um sistema que mata e depois cala.

A reportagem “Triste Bahia”, de Marcelo Canellas, publicada na revista piauí, não é apenas jornalismo investigativo: é um espelho incômodo da barbárie travestida de segurança pública. Canellas narra com precisão cirúrgica o modo como a PM age nas comunidades periféricas — invasiva, letal, impune. Não há mandado, não há testemunha que se sinta segura, não há explicações — apenas corpos, luto e medo.

A Bahia, berço de cultura, resistência e beleza, tornou-se também o palco de um dos maiores índices de letalidade policial do Brasil. Não se trata de combater o crime. Trata-se de exterminar suspeitos, geralmente jovens, pretos e pobres, sob a lógica perversa de que a morte é um atalho para a ordem. A política de segurança se revela, assim, como política de extermínio.

O mais grave é que tudo isso se naturaliza. A brutalidade da farda se esconde sob discursos de “combate ao tráfico”, “guerra às drogas” ou “reação à injustiça”, mas o que vemos é o Estado atuando como algoz — e não como protetor. O pacto civilizatório se rompe quando o policial, financiado pelos nossos impostos, se torna um caçador autorizado a matar.

É hora de gritar: basta!
Basta de execuções sumárias, basta de operações sem transparência, basta de silenciar mães como Silvana. A sociedade baiana não pode continuar a normalizar essa lógica necropolítica. A morte de Léo, como de tantos outros, não pode ser só estatística. Tem nome, tem história, tem sangue — e pede justiça.

Precisamos de uma nova segurança: humana, preventiva, comunitária. A Bahia merece mais que luto. Merece vida.

ARTIGO – O Congresso é o Freio que o Mundo Precisa Diante da Loucura Presidencial

 

(Padre Carlos)

Enquanto o mundo segura a respiração diante da escalada bélica no Oriente Médio, uma voz de lucidez ecoa de onde menos se esperava: o Congresso dos Estados Unidos. Em meio à beligerância irresponsável do presidente Donald Trump, que bombardeou instalações nucleares iranianas sem autorização legislativa, o parlamento norte-americano se ergueu como a última muralha entre a razão e o abismo.

A deputada Alexandria Ocasio-Cortez foi incisiva: a decisão foi “desastrosa” e uma “grave violação da Constituição”. E ela está certa. Bombardear uma nação soberana, sem o aval do Congresso, representa não apenas um abuso de poder, mas um risco geopolítico de proporções catastróficas. Não é apenas uma questão de legalidade — é uma questão de humanidade.

Em tempos normais, a sensatez viria do Executivo, que deveria primar pela paz, pela diplomacia e pela estabilidade global. Mas não vivemos tempos normais. Vivemos sob a ameaça constante de uma personalidade errática que governa por impulso e desafia os pilares democráticos dos EUA. E é por isso que se torna fundamental reconhecer: o Congresso hoje é mais estadista que o próprio presidente.

Mesmo um deputado republicano, Thomas Massie, rompeu o silêncio e a disciplina partidária para afirmar: “Isso não é constitucional”. O gesto revela que há, dentro da máquina pública norte-americana, quem ainda respeite os limites do poder e compreenda a gravidade de decisões militares unilaterais.

A reação congressual não é apenas um gesto político; é um ato de contenção histórica. Cada palavra, cada denúncia, cada proposta de impeachment pode significar vidas poupadas, conflitos evitados, lares preservados. A omissão, por outro lado, seria conivência com a destruição.

O mundo não pode ser refém da arrogância de um só homem. A Constituição americana, construída para evitar tiranias, está sendo colocada à prova. E cabe ao Congresso dos Estados Unidos — democratas e republicanos — mostrar que ainda há um norte moral, que ainda existe equilíbrio, e que a democracia não se curva diante de impulsos autoritários.

A guerra é um monstro que, quando despertado, não distingue culpados de inocentes. Neste momento, cada atitude sensata, cada posicionamento firme, cada voz que se ergue contra a insanidade presidencial pode ser um antídoto contra o horror. O Congresso dos EUA tem agora a missão de salvar não só a própria democracia, mas talvez o próprio mundo.

ARTIGO – O Congresso é o Freio que o Mundo Precisa Diante da Loucura Presidencial

 

(Padre Carlos)

Enquanto o mundo segura a respiração diante da escalada bélica no Oriente Médio, uma voz de lucidez ecoa de onde menos se esperava: o Congresso dos Estados Unidos. Em meio à beligerância irresponsável do presidente Donald Trump, que bombardeou instalações nucleares iranianas sem autorização legislativa, o parlamento norte-americano se ergueu como a última muralha entre a razão e o abismo.

A deputada Alexandria Ocasio-Cortez foi incisiva: a decisão foi “desastrosa” e uma “grave violação da Constituição”. E ela está certa. Bombardear uma nação soberana, sem o aval do Congresso, representa não apenas um abuso de poder, mas um risco geopolítico de proporções catastróficas. Não é apenas uma questão de legalidade — é uma questão de humanidade.

Em tempos normais, a sensatez viria do Executivo, que deveria primar pela paz, pela diplomacia e pela estabilidade global. Mas não vivemos tempos normais. Vivemos sob a ameaça constante de uma personalidade errática que governa por impulso e desafia os pilares democráticos dos EUA. E é por isso que se torna fundamental reconhecer: o Congresso hoje é mais estadista que o próprio presidente.

Mesmo um deputado republicano, Thomas Massie, rompeu o silêncio e a disciplina partidária para afirmar: “Isso não é constitucional”. O gesto revela que há, dentro da máquina pública norte-americana, quem ainda respeite os limites do poder e compreenda a gravidade de decisões militares unilaterais.

A reação congressual não é apenas um gesto político; é um ato de contenção histórica. Cada palavra, cada denúncia, cada proposta de impeachment pode significar vidas poupadas, conflitos evitados, lares preservados. A omissão, por outro lado, seria conivência com a destruição.

O mundo não pode ser refém da arrogância de um só homem. A Constituição americana, construída para evitar tiranias, está sendo colocada à prova. E cabe ao Congresso dos Estados Unidos — democratas e republicanos — mostrar que ainda há um norte moral, que ainda existe equilíbrio, e que a democracia não se curva diante de impulsos autoritários.

A guerra é um monstro que, quando despertado, não distingue culpados de inocentes. Neste momento, cada atitude sensata, cada posicionamento firme, cada voz que se ergue contra a insanidade presidencial pode ser um antídoto contra o horror. O Congresso dos EUA tem agora a missão de salvar não só a própria democracia, mas talvez o próprio mundo.

Segunda noite do Arraiá da Conquista reúne 60 mil pessoas e confirma sucesso absoluto

A segunda noite do Arraiá da Conquista foi mais uma vez um estouro de público! Cerca de 60 mil pessoas lotaram o Parque de Exposições Teopompo de Almeida, consolidando o evento como o principal assunto da cidade e da região. Em todos os cantos de Vitória da Conquista só se fala em uma coisa: o Arraiá!

Diferente do ano passado, quando o espaço ficou pequeno e os portões precisaram ser fechados, este ano a história foi outra. A prefeita Sheila Lemos mostrou que ouviu o povo e entregou um evento grandioso. Se o problema era espaço, agora tem de sobra!

E pra quem achava que o novo local era longe, a prefeitura resolveu mais esse ponto: transporte gratuito para garantir que ninguém ficasse de fora. Resultado? Público satisfeito e só elogios.

Com uma estrutura impecável, atrações de peso e uma organização que deu show, agora o conquistense pode bater no peito e afirmar: o melhor São João da região Sudoeste é em Vitória da Conquista!

Segunda noite do Arraiá da Conquista reúne 60 mil pessoas e confirma sucesso absoluto

A segunda noite do Arraiá da Conquista foi mais uma vez um estouro de público! Cerca de 60 mil pessoas lotaram o Parque de Exposições Teopompo de Almeida, consolidando o evento como o principal assunto da cidade e da região. Em todos os cantos de Vitória da Conquista só se fala em uma coisa: o Arraiá!

Diferente do ano passado, quando o espaço ficou pequeno e os portões precisaram ser fechados, este ano a história foi outra. A prefeita Sheila Lemos mostrou que ouviu o povo e entregou um evento grandioso. Se o problema era espaço, agora tem de sobra!

E pra quem achava que o novo local era longe, a prefeitura resolveu mais esse ponto: transporte gratuito para garantir que ninguém ficasse de fora. Resultado? Público satisfeito e só elogios.

Com uma estrutura impecável, atrações de peso e uma organização que deu show, agora o conquistense pode bater no peito e afirmar: o melhor São João da região Sudoeste é em Vitória da Conquista!

ARTIGO – Quando a civilidade vence, quem ganha é o povo (Padre Carlos)

 

 

Quem ainda pensa que política é guerra permanente entre situação e oposição está preso a um modelo antigo, autoritário e improdutivo. O mundo mudou, e a boa política exige hoje uma nova postura: diálogo, civilidade e foco no bem comum. Vitória da Conquista acaba de viver um exemplo eloquente disso.

Graças à articulação respeitosa e madura do deputado estadual Fabrício Falcão (PCdoB), o Governo da Bahia destinou importantes recursos para fortalecer os festejos juninos do município. Ao invés de alimentar rivalidades, o parlamentar optou pelo caminho da construção conjunta e do reconhecimento. Ele não apenas garantiu apoio para as atrações musicais, estrutura, segurança e iluminação, como também parabenizou a prefeita Sheila Lemos pela coragem de investir em uma festa que projeta a cidade em todo o Nordeste.

Sim, isso é política feita com civilidade. É possível – e necessário – que oposição e situação caminhem juntas em prol do povo, sem perder identidade ou convicções. O São João de Vitória da Conquista se torna, assim, símbolo de uma nova política que valoriza as tradições, impulsiona o turismo, aquece a economia local e gera renda para milhares de trabalhadores e trabalhadoras – da zona urbana à zona rural.

Mais de 40 comunidades do interior do município serão beneficiadas. Pequenos comerciantes, músicos, ambulantes e artistas locais encontrarão na festa uma chance concreta de renda e reconhecimento. Como bem disse Fabrício Falcão: “O São João é mais que uma festa. É geração de emprego, renda e manutenção das nossas tradições.”

Essa união de forças entre prefeitura, governo estadual e mandatos parlamentares nos mostra que quando há diálogo, quem vence é o povo. A civilidade não é fraqueza – é maturidade. E quem não entende isso ainda vive politicamente no século passado.

ARTIGO – Quando a civilidade vence, quem ganha é o povo (Padre Carlos)

 

 

Quem ainda pensa que política é guerra permanente entre situação e oposição está preso a um modelo antigo, autoritário e improdutivo. O mundo mudou, e a boa política exige hoje uma nova postura: diálogo, civilidade e foco no bem comum. Vitória da Conquista acaba de viver um exemplo eloquente disso.

Graças à articulação respeitosa e madura do deputado estadual Fabrício Falcão (PCdoB), o Governo da Bahia destinou importantes recursos para fortalecer os festejos juninos do município. Ao invés de alimentar rivalidades, o parlamentar optou pelo caminho da construção conjunta e do reconhecimento. Ele não apenas garantiu apoio para as atrações musicais, estrutura, segurança e iluminação, como também parabenizou a prefeita Sheila Lemos pela coragem de investir em uma festa que projeta a cidade em todo o Nordeste.

Sim, isso é política feita com civilidade. É possível – e necessário – que oposição e situação caminhem juntas em prol do povo, sem perder identidade ou convicções. O São João de Vitória da Conquista se torna, assim, símbolo de uma nova política que valoriza as tradições, impulsiona o turismo, aquece a economia local e gera renda para milhares de trabalhadores e trabalhadoras – da zona urbana à zona rural.

Mais de 40 comunidades do interior do município serão beneficiadas. Pequenos comerciantes, músicos, ambulantes e artistas locais encontrarão na festa uma chance concreta de renda e reconhecimento. Como bem disse Fabrício Falcão: “O São João é mais que uma festa. É geração de emprego, renda e manutenção das nossas tradições.”

Essa união de forças entre prefeitura, governo estadual e mandatos parlamentares nos mostra que quando há diálogo, quem vence é o povo. A civilidade não é fraqueza – é maturidade. E quem não entende isso ainda vive politicamente no século passado.

📰 ARTIGO – A Máscara Cai: Os EUA Mostram Quem Sempre Foram

 

 

(Padre Carlos)

O ataque realizado pelos Estados Unidos ao Irã neste sábado apenas confirma o que muitos já sabiam, mas poucos ousavam dizer em alto e bom som: os EUA sempre foram o verdadeiro cérebro por trás das ações bélicas de Israel. A retórica americana sobre “ameaça nuclear iraniana” soa mais como desculpa requentada do que como argumento convincente. Mais uma vez, o mundo assiste perplexo à escalada militar de uma potência que não aceita qualquer nação que ouse seguir um caminho independente de sua cartilha.

A grande mídia ocidental tenta justificar o injustificável. Repete, como mantra, que o Irã representa um risco ao equilíbrio global por supostamente estar desenvolvendo armas nucleares. Porém, nesta mesma semana, Donald Trump contradisse sua própria chefe de inteligência, Tulsi Gabbard, ao afirmar que o Irã estaria, sim, construindo armas atômicas. A diretora, em um relatório técnico, havia afirmado justamente o contrário: não há evidências sólidas de que o Irã esteja nesse caminho.

Essa contradição expõe o que de fato está por trás do ataque: interesses geopolíticos, controle de petróleo, dominação regional e a velha prática de manipular a opinião pública através do medo. É o velho roteiro de guerra fabricada. Foi assim no Iraque com as “armas de destruição em massa” que jamais apareceram, é assim agora com o Irã.

A máscara dos EUA caiu. De guardiões da democracia, passaram a agir como império decadente tentando manter sua hegemonia à força. A soberania das nações não significa nada para quem se considera o xerife do planeta. Quem não aceita seguir suas diretrizes vira alvo. Hoje é o Irã. Ontem foi o Afeganistão. Amanhã pode ser qualquer outro país que resolva dizer “não”.

A comunidade internacional precisa reagir. O mundo multipolar exige equilíbrio, respeito e diálogo — não mísseis. Não podemos permitir que narrativas mentirosas continuem legitimando ataques covardes a povos inteiros. É hora de desmascarar os interesses por trás do discurso da “segurança global”. Chega de impunidade e manipulação.

📰 ARTIGO – A Máscara Cai: Os EUA Mostram Quem Sempre Foram

 

 

(Padre Carlos)

O ataque realizado pelos Estados Unidos ao Irã neste sábado apenas confirma o que muitos já sabiam, mas poucos ousavam dizer em alto e bom som: os EUA sempre foram o verdadeiro cérebro por trás das ações bélicas de Israel. A retórica americana sobre “ameaça nuclear iraniana” soa mais como desculpa requentada do que como argumento convincente. Mais uma vez, o mundo assiste perplexo à escalada militar de uma potência que não aceita qualquer nação que ouse seguir um caminho independente de sua cartilha.

A grande mídia ocidental tenta justificar o injustificável. Repete, como mantra, que o Irã representa um risco ao equilíbrio global por supostamente estar desenvolvendo armas nucleares. Porém, nesta mesma semana, Donald Trump contradisse sua própria chefe de inteligência, Tulsi Gabbard, ao afirmar que o Irã estaria, sim, construindo armas atômicas. A diretora, em um relatório técnico, havia afirmado justamente o contrário: não há evidências sólidas de que o Irã esteja nesse caminho.

Essa contradição expõe o que de fato está por trás do ataque: interesses geopolíticos, controle de petróleo, dominação regional e a velha prática de manipular a opinião pública através do medo. É o velho roteiro de guerra fabricada. Foi assim no Iraque com as “armas de destruição em massa” que jamais apareceram, é assim agora com o Irã.

A máscara dos EUA caiu. De guardiões da democracia, passaram a agir como império decadente tentando manter sua hegemonia à força. A soberania das nações não significa nada para quem se considera o xerife do planeta. Quem não aceita seguir suas diretrizes vira alvo. Hoje é o Irã. Ontem foi o Afeganistão. Amanhã pode ser qualquer outro país que resolva dizer “não”.

A comunidade internacional precisa reagir. O mundo multipolar exige equilíbrio, respeito e diálogo — não mísseis. Não podemos permitir que narrativas mentirosas continuem legitimando ataques covardes a povos inteiros. É hora de desmascarar os interesses por trás do discurso da “segurança global”. Chega de impunidade e manipulação.

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

Da Redação
Publicado em 22 de junho de 2025

 

 

O Estado de São Paulo
Trump entra na guerra e bombardeia instalações nucleares do Irã

https://www.estadao.com.br/internacional/eua-atacam-ira-atacam-instalacoes-nucleares/?srsltid=AfmBOoqmou9XyZx1GIyJ-MmTkSJTuMEBOH1LVoH8Nt19gx4Y5cJMgArS

 

O Globo
EUA atacam centrais nucleares e entram na guerra de Israel contra o Irã

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/06/21/trump-afirma-que-eua-atacaram-tres-instalacoes-nucleares-no-ira.ghtml

 

Estado de Minas
BH: capital dos livros

https://www.em.com.br/cultura/2025/06/7180081-escritoras-dizem-que-bh-deixou-de-ser-empecilho-para-carreira-de-sucesso.html

 

Folha de S. Paulo
Trump entra na guerra ao lado de Israel e ataca alvos nucleares do Irã

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2025/06/se-ira-nao-quiser-a-paz-novos-ataques-serao-muito-maiores-diz-trump.shtml

 

Meia Hora (RJ)
D (O)rama tricolor tem final feliz

https://www.meiahora.com.br/

 

Correio Braziliense
Estados Unidos atacam Irã com bombardeiros

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/06/7180046-eua-atacam-bases-nucleares-do-ira-diz-trump-o-que-se-sabe-ate-agora.html

 

A Tarde (BA)
Bate e volta no São João exige cautela

https://atarde.com.br/sao-joao/veja-para-onde-viajar-gastando-menos-no-sao-joao-da-bahia-1329019

 

Jornal do Commercio (PE)
Trump entra na guerra contra o Irã: ‘Haverá paz ou tragédia’

https://jc.uol.com.br/mundo/2025/06/21/trump-celebra-ataque-e-alerta-ou-havera-paz-ou-tragedia-para-o-ira.html

 

O Dia (RJ)
TRAGÉDIA NO AR
Balão pega fogo durante passeio e mata 8 pessoas

https://odia.ig.com.br/

 

Correio do Povo (RS)
Depois do futebol

https://www.correiodopovo.com.br/esportes

 

Diário do Nordeste (CE)
Febre oropouche supera 600 casos no CE

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/mais-de-600-casos-de-febre-oropouche-ja-foram-notificados-no-ceara-em-2025-veja-locais-1.3661179

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

Da Redação
Publicado em 22 de junho de 2025

 

 

O Estado de São Paulo
Trump entra na guerra e bombardeia instalações nucleares do Irã

https://www.estadao.com.br/internacional/eua-atacam-ira-atacam-instalacoes-nucleares/?srsltid=AfmBOoqmou9XyZx1GIyJ-MmTkSJTuMEBOH1LVoH8Nt19gx4Y5cJMgArS

 

O Globo
EUA atacam centrais nucleares e entram na guerra de Israel contra o Irã

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/06/21/trump-afirma-que-eua-atacaram-tres-instalacoes-nucleares-no-ira.ghtml

 

Estado de Minas
BH: capital dos livros

https://www.em.com.br/cultura/2025/06/7180081-escritoras-dizem-que-bh-deixou-de-ser-empecilho-para-carreira-de-sucesso.html

 

Folha de S. Paulo
Trump entra na guerra ao lado de Israel e ataca alvos nucleares do Irã

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2025/06/se-ira-nao-quiser-a-paz-novos-ataques-serao-muito-maiores-diz-trump.shtml

 

Meia Hora (RJ)
D (O)rama tricolor tem final feliz

https://www.meiahora.com.br/

 

Correio Braziliense
Estados Unidos atacam Irã com bombardeiros

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/06/7180046-eua-atacam-bases-nucleares-do-ira-diz-trump-o-que-se-sabe-ate-agora.html

 

A Tarde (BA)
Bate e volta no São João exige cautela

https://atarde.com.br/sao-joao/veja-para-onde-viajar-gastando-menos-no-sao-joao-da-bahia-1329019

 

Jornal do Commercio (PE)
Trump entra na guerra contra o Irã: ‘Haverá paz ou tragédia’

https://jc.uol.com.br/mundo/2025/06/21/trump-celebra-ataque-e-alerta-ou-havera-paz-ou-tragedia-para-o-ira.html

 

O Dia (RJ)
TRAGÉDIA NO AR
Balão pega fogo durante passeio e mata 8 pessoas

https://odia.ig.com.br/

 

Correio do Povo (RS)
Depois do futebol

https://www.correiodopovo.com.br/esportes

 

Diário do Nordeste (CE)
Febre oropouche supera 600 casos no CE

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/mais-de-600-casos-de-febre-oropouche-ja-foram-notificados-no-ceara-em-2025-veja-locais-1.3661179