Política e Resenha

ARTIGO – Nos Bastidores do Poder: A Demonstração de Força de Quinho que Agitou a Política do Sudoeste Baiano

 

 

Na política, há momentos em que os gestos falam mais alto que os discursos. E foi exatamente isso que aconteceu em Belo Campo. A agenda que levou ao município o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner foi oficialmente institucional. Tratava-se da inauguração de uma Unidade Básica de Saúde no bairro Morada Real. Mas quem conhece os bastidores da política da Bahia sabe: certos encontros carregam mensagens muito além das placas inauguradas e das fotografias oficiais.

O grande protagonista silencioso do evento foi o ex-prefeito Quinho.

Nos últimos anos, o nome do ex-gestor de Belo Campo passou a circular com frequência crescente no noticiário político do interior da Bahia. Presidente da UPB (União dos Municípios da Bahia) por um período decisivo, Quinho construiu uma rede de diálogo com prefeitos e lideranças municipais que poucos políticos do interior conseguiram consolidar.

A agenda desta semana revelou algo ainda mais importante: Quinho decidiu mostrar que não pretende ser figurante no jogo político que já começa a desenhar as eleições de 2026.

A presença de duas das principais lideranças do PT baiano, Rui Costa e Jaques Wagner, em um evento articulado por forças políticas locais, colocou Belo Campo no centro do mapa político do Sudoeste. E, inevitavelmente, colocou também Quinho no centro das atenções.

Na política regional, isso tem peso.

Durante muito tempo, lideranças do interior foram tratadas como peças auxiliares em estratégias definidas nas capitais. Prefeitos fortes surgiam, faziam suas gestões e depois retornavam ao papel de apoiadores. Mas o cenário atual do interior da Bahia mostra algo diferente: uma nova geração de líderes regionais começa a disputar espaço real de poder.

Quinho parece decidido a ocupar esse lugar.

Ao reunir ministros, senadores, prefeitos e lideranças políticas em torno de uma agenda no município que governou, ele envia um recado claro ao tabuleiro político do Sudoeste: há um novo polo de articulação em construção.

E esse recado não é dirigido apenas aos aliados.

Nos últimos meses, circularam rumores sobre aproximações políticas e convites vindos de diferentes campos ideológicos. Em um cenário de disputa cada vez mais aberta pelo interior da Bahia, o nome de Quinho passou a ser citado como possível candidato à Assembleia Legislativa da Bahia.

Isso explica por que cada movimento seu passa a ser observado com atenção.

Política é feita de sinais.

A presença de Rui Costa e Jaques Wagner fortalece simbolicamente o campo governista na região. Ao mesmo tempo, demonstra que o ex-prefeito de Belo Campo tem capacidade de mobilização e interlocução em níveis elevados do poder político estadual e federal.

Mas talvez a mensagem mais importante tenha sido dirigida às lideranças regionais que disputam protagonismo no Sudoeste baiano.

Quinho mostrou que não aceita o papel de coadjuvante.

Em um tabuleiro onde prefeitos, deputados e grupos políticos tradicionais disputam influência sobre cidades estratégicas do interior, a movimentação em Belo Campo indica que a disputa pela liderança regional está apenas começando.

E quem imaginava que o ex-prefeito estaria satisfeito em ocupar um espaço secundário talvez tenha interpretado mal os sinais da política.

Porque, como costuma acontecer no interior da Bahia, as decisões mais importantes raramente são anunciadas em discursos.

Elas aparecem primeiro nos gestos.

E o gesto de Belo Campo foi claro.

ARTIGO – Nos Bastidores do Poder: A Demonstração de Força de Quinho que Agitou a Política do Sudoeste Baiano

 

 

Na política, há momentos em que os gestos falam mais alto que os discursos. E foi exatamente isso que aconteceu em Belo Campo. A agenda que levou ao município o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner foi oficialmente institucional. Tratava-se da inauguração de uma Unidade Básica de Saúde no bairro Morada Real. Mas quem conhece os bastidores da política da Bahia sabe: certos encontros carregam mensagens muito além das placas inauguradas e das fotografias oficiais.

O grande protagonista silencioso do evento foi o ex-prefeito Quinho.

Nos últimos anos, o nome do ex-gestor de Belo Campo passou a circular com frequência crescente no noticiário político do interior da Bahia. Presidente da UPB (União dos Municípios da Bahia) por um período decisivo, Quinho construiu uma rede de diálogo com prefeitos e lideranças municipais que poucos políticos do interior conseguiram consolidar.

A agenda desta semana revelou algo ainda mais importante: Quinho decidiu mostrar que não pretende ser figurante no jogo político que já começa a desenhar as eleições de 2026.

A presença de duas das principais lideranças do PT baiano, Rui Costa e Jaques Wagner, em um evento articulado por forças políticas locais, colocou Belo Campo no centro do mapa político do Sudoeste. E, inevitavelmente, colocou também Quinho no centro das atenções.

Na política regional, isso tem peso.

Durante muito tempo, lideranças do interior foram tratadas como peças auxiliares em estratégias definidas nas capitais. Prefeitos fortes surgiam, faziam suas gestões e depois retornavam ao papel de apoiadores. Mas o cenário atual do interior da Bahia mostra algo diferente: uma nova geração de líderes regionais começa a disputar espaço real de poder.

Quinho parece decidido a ocupar esse lugar.

Ao reunir ministros, senadores, prefeitos e lideranças políticas em torno de uma agenda no município que governou, ele envia um recado claro ao tabuleiro político do Sudoeste: há um novo polo de articulação em construção.

E esse recado não é dirigido apenas aos aliados.

Nos últimos meses, circularam rumores sobre aproximações políticas e convites vindos de diferentes campos ideológicos. Em um cenário de disputa cada vez mais aberta pelo interior da Bahia, o nome de Quinho passou a ser citado como possível candidato à Assembleia Legislativa da Bahia.

Isso explica por que cada movimento seu passa a ser observado com atenção.

Política é feita de sinais.

A presença de Rui Costa e Jaques Wagner fortalece simbolicamente o campo governista na região. Ao mesmo tempo, demonstra que o ex-prefeito de Belo Campo tem capacidade de mobilização e interlocução em níveis elevados do poder político estadual e federal.

Mas talvez a mensagem mais importante tenha sido dirigida às lideranças regionais que disputam protagonismo no Sudoeste baiano.

Quinho mostrou que não aceita o papel de coadjuvante.

Em um tabuleiro onde prefeitos, deputados e grupos políticos tradicionais disputam influência sobre cidades estratégicas do interior, a movimentação em Belo Campo indica que a disputa pela liderança regional está apenas começando.

E quem imaginava que o ex-prefeito estaria satisfeito em ocupar um espaço secundário talvez tenha interpretado mal os sinais da política.

Porque, como costuma acontecer no interior da Bahia, as decisões mais importantes raramente são anunciadas em discursos.

Elas aparecem primeiro nos gestos.

E o gesto de Belo Campo foi claro.

ARTIGO – Quando a Lei Protege Até Quem Não Gostamos

 

 

Padre Carlos

 

Em tempos de polarização intensa, a defesa da lei costuma sofrer de uma estranha seletividade. Muitos só a defendem quando ela protege seus aliados; quando protege adversários, passam a considerá-la um obstáculo moral. É exatamente nesse terreno delicado que surge a recente decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, ao autorizar que as conversas entre advogados e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ocorram sem gravação ou monitoramento dentro do presídio federal de Brasília.

À primeira vista, a decisão pode parecer desconfortável para parte da opinião pública. Afinal, o Brasil vive uma era de forte indignação com crimes financeiros, escândalos bancários e suspeitas que envolvem grandes somas de dinheiro. No entanto, a pergunta essencial não é se gostamos ou não do investigado. A pergunta verdadeira é outra: a lei está sendo cumprida?

E, neste caso, a resposta parece inequívoca.

A decisão de Mendonça encontra respaldo claro na Lei 11.671 de 2008, que regula o sistema penitenciário federal. O artigo 3º, parágrafo 2º, estabelece que, embora os presídios de segurança máxima possuam monitoramento rigoroso, o atendimento entre advogado e cliente é exceção expressa, devendo ocorrer sob sigilo, salvo autorização judicial específica para o contrário.

Ou seja, o que o ministro fez foi algo muito menos dramático do que se imagina: apenas aplicou a lei existente.

O jornalista Reinaldo Azevedo observou corretamente que, no Brasil contemporâneo, criou-se uma perigosa cultura de linchamento moral. Antes mesmo que o processo avance, antes que as provas sejam examinadas e antes que a justiça se manifeste, já se exige punição máxima. Nesse ambiente febril, a legalidade passa a ser vista como obstáculo, e não como garantia civilizatória.

Mas a democracia não funciona assim.

O direito à comunicação reservada entre advogado e cliente não é um detalhe técnico. Trata-se de um dos pilares do Estado de Direito. Sem essa garantia, a própria defesa se torna impossível, e o processo judicial transforma-se em mera formalidade para justificar condenações previamente desejadas.

É claro que o sistema penal brasileiro convive com distorções. Não é segredo que organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho já utilizaram advogados como intermediários para transmitir mensagens. Esse fato existe e precisa ser combatido. Contudo, a própria legislação já prevê mecanismos para isso: quando há suspeita concreta, o juiz pode autorizar monitoramento.

Mas a lei exige motivo fundado, não mera presunção.

No caso de Daniel Vorcaro, não há indicação pública de que seus advogados estejam atuando como mensageiros de organizações criminosas. Portanto, transformar o monitoramento em regra automática seria inverter completamente o espírito da legislação.

Outro ponto que chama atenção no episódio é o regime de isolamento imposto ao empresário. Segundo seus advogados, Vorcaro permanece cerca de 22 horas por dia em uma cela de apenas seis metros quadrados. Para crimes financeiros — historicamente tratados com medidas cautelares menos severas — tal rigor levanta questionamentos legítimos.

O próprio Código de Processo Penal, em seu artigo 312, estabelece que a prisão preventiva deve ocorrer apenas quando há risco à ordem pública, à ordem econômica, à instrução do processo ou possibilidade de fuga.

A gravidade do valor envolvido, por si só, não deveria determinar o regime carcerário.

É nesse ponto que surge uma inquietação legítima. Embora a decisão de Mendonça esteja juridicamente correta, o ambiente geral da investigação parece carregado por um clima político e simbólico que ultrapassa o simples cumprimento da lei. A tentação de transformar determinados casos em exemplos morais — ou em demonstrações de força institucional — pode contaminar a serenidade necessária ao processo judicial.

Quando prisões extremamente duras passam a ser utilizadas como mecanismo indireto para estimular delações premiadas, entramos em um terreno perigosamente próximo da coerção psicológica.

A justiça não pode operar pela lógica da pressão.

Ela precisa operar pela lógica da prova.

O grande risco das sociedades indignadas é acreditar que a lei deve ser aplicada apenas contra aqueles que provocam repulsa pública. Mas a história mostra que, quando esse caminho é aberto, ninguém está verdadeiramente protegido.

Platão, ao narrar o episódio do Tirano de Siracusa, já advertia que o poder absoluto nasce exatamente quando as regras deixam de ser respeitadas em nome de um suposto bem maior.

Por isso, a decisão de André Mendonça possui um valor que ultrapassa o caso específico de Daniel Vorcaro.

Ela nos lembra de algo fundamental: a lei não existe para proteger apenas os inocentes; ela existe para proteger a própria civilização.

Quando o Estado decide que pode ignorá-la porque alguém parece culpado demais, o que se perde não é apenas um direito individual.

O que se perde é o próprio limite do poder.

ARTIGO – Quando a Lei Protege Até Quem Não Gostamos

 

 

Padre Carlos

 

Em tempos de polarização intensa, a defesa da lei costuma sofrer de uma estranha seletividade. Muitos só a defendem quando ela protege seus aliados; quando protege adversários, passam a considerá-la um obstáculo moral. É exatamente nesse terreno delicado que surge a recente decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, ao autorizar que as conversas entre advogados e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ocorram sem gravação ou monitoramento dentro do presídio federal de Brasília.

À primeira vista, a decisão pode parecer desconfortável para parte da opinião pública. Afinal, o Brasil vive uma era de forte indignação com crimes financeiros, escândalos bancários e suspeitas que envolvem grandes somas de dinheiro. No entanto, a pergunta essencial não é se gostamos ou não do investigado. A pergunta verdadeira é outra: a lei está sendo cumprida?

E, neste caso, a resposta parece inequívoca.

A decisão de Mendonça encontra respaldo claro na Lei 11.671 de 2008, que regula o sistema penitenciário federal. O artigo 3º, parágrafo 2º, estabelece que, embora os presídios de segurança máxima possuam monitoramento rigoroso, o atendimento entre advogado e cliente é exceção expressa, devendo ocorrer sob sigilo, salvo autorização judicial específica para o contrário.

Ou seja, o que o ministro fez foi algo muito menos dramático do que se imagina: apenas aplicou a lei existente.

O jornalista Reinaldo Azevedo observou corretamente que, no Brasil contemporâneo, criou-se uma perigosa cultura de linchamento moral. Antes mesmo que o processo avance, antes que as provas sejam examinadas e antes que a justiça se manifeste, já se exige punição máxima. Nesse ambiente febril, a legalidade passa a ser vista como obstáculo, e não como garantia civilizatória.

Mas a democracia não funciona assim.

O direito à comunicação reservada entre advogado e cliente não é um detalhe técnico. Trata-se de um dos pilares do Estado de Direito. Sem essa garantia, a própria defesa se torna impossível, e o processo judicial transforma-se em mera formalidade para justificar condenações previamente desejadas.

É claro que o sistema penal brasileiro convive com distorções. Não é segredo que organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho já utilizaram advogados como intermediários para transmitir mensagens. Esse fato existe e precisa ser combatido. Contudo, a própria legislação já prevê mecanismos para isso: quando há suspeita concreta, o juiz pode autorizar monitoramento.

Mas a lei exige motivo fundado, não mera presunção.

No caso de Daniel Vorcaro, não há indicação pública de que seus advogados estejam atuando como mensageiros de organizações criminosas. Portanto, transformar o monitoramento em regra automática seria inverter completamente o espírito da legislação.

Outro ponto que chama atenção no episódio é o regime de isolamento imposto ao empresário. Segundo seus advogados, Vorcaro permanece cerca de 22 horas por dia em uma cela de apenas seis metros quadrados. Para crimes financeiros — historicamente tratados com medidas cautelares menos severas — tal rigor levanta questionamentos legítimos.

O próprio Código de Processo Penal, em seu artigo 312, estabelece que a prisão preventiva deve ocorrer apenas quando há risco à ordem pública, à ordem econômica, à instrução do processo ou possibilidade de fuga.

A gravidade do valor envolvido, por si só, não deveria determinar o regime carcerário.

É nesse ponto que surge uma inquietação legítima. Embora a decisão de Mendonça esteja juridicamente correta, o ambiente geral da investigação parece carregado por um clima político e simbólico que ultrapassa o simples cumprimento da lei. A tentação de transformar determinados casos em exemplos morais — ou em demonstrações de força institucional — pode contaminar a serenidade necessária ao processo judicial.

Quando prisões extremamente duras passam a ser utilizadas como mecanismo indireto para estimular delações premiadas, entramos em um terreno perigosamente próximo da coerção psicológica.

A justiça não pode operar pela lógica da pressão.

Ela precisa operar pela lógica da prova.

O grande risco das sociedades indignadas é acreditar que a lei deve ser aplicada apenas contra aqueles que provocam repulsa pública. Mas a história mostra que, quando esse caminho é aberto, ninguém está verdadeiramente protegido.

Platão, ao narrar o episódio do Tirano de Siracusa, já advertia que o poder absoluto nasce exatamente quando as regras deixam de ser respeitadas em nome de um suposto bem maior.

Por isso, a decisão de André Mendonça possui um valor que ultrapassa o caso específico de Daniel Vorcaro.

Ela nos lembra de algo fundamental: a lei não existe para proteger apenas os inocentes; ela existe para proteger a própria civilização.

Quando o Estado decide que pode ignorá-la porque alguém parece culpado demais, o que se perde não é apenas um direito individual.

O que se perde é o próprio limite do poder.

Urgente: acidente com morte na estrada da Limeira

 


Um grave acidente foi registrado no começo da noite desta terça-feira na estrada da Limeira. As primeiras informações apontam que um carro acabou colidindo com um motociclista.
Com o impacto da batida, o motociclista não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda no local do acidente.
Ainda não há detalhes confirmados sobre a identidade da vítima nem sobre as circunstâncias da colisão. Equipes devem apurar o caso para esclarecer o que provocou o acidente.
A qualquer momento novas informações.

Urgente: acidente com morte na estrada da Limeira

 


Um grave acidente foi registrado no começo da noite desta terça-feira na estrada da Limeira. As primeiras informações apontam que um carro acabou colidindo com um motociclista.
Com o impacto da batida, o motociclista não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda no local do acidente.
Ainda não há detalhes confirmados sobre a identidade da vítima nem sobre as circunstâncias da colisão. Equipes devem apurar o caso para esclarecer o que provocou o acidente.
A qualquer momento novas informações.

ARTIGO — A Faxina do Passado

 

Padre Carlos

 

Hoje resolvi visitar o meu passado.

Não foi uma viagem longa nem precisei de malas. Bastou fechar os olhos e abrir algumas portas que o tempo deixou entreabertas dentro de mim. Foi como entrar numa casa antiga onde vivi muitos anos e onde ainda permanecem objetos que a vida esqueceu de levar.

E então comecei a fazer uma faxina.

Mexi em gavetas da memória. Soprei a poeira de algumas lembranças. Encontrei retratos amarelados de sonhos antigos, cartas que o tempo nunca respondeu e promessas que ficaram pelo caminho.

A vida, é verdade, arrancou de mim mais que lágrimas.

Houve dias em que o silêncio parecia mais pesado que qualquer palavra. Houve noites em que o coração parecia um campo depois da tempestade, cheio de galhos quebrados e folhas espalhadas. Quem já viveu bastante sabe que a existência não distribui apenas flores; às vezes ela nos entrega também espinhos e longas estradas de pedra.

A vida partiu o meu coração algumas vezes.

Mas não conseguiu partir a minha alma.

Há algo no ser humano que resiste. Algo que permanece inteiro mesmo quando tudo parece quebrado. É essa força invisível que nos faz levantar depois das quedas, que nos faz continuar acreditando mesmo depois das decepções.

A vida também roubou algumas ilusões.

E ainda bem.

Porque certas ilusões precisam mesmo ser levadas pelo vento para que possamos enxergar o mundo com mais verdade. A maturidade, afinal, não é perder a capacidade de sonhar — é aprender a sonhar com os olhos abertos.

E nisso a vida não venceu.

Porque ela pode ter levado algumas fantasias, mas não conseguiu levar os meus sonhos. Esses continuam vivos, teimosos, inquietos, pulsando dentro do peito como se ainda fossem jovens.

Os anos passaram, claro.

Eles passaram como passam todas as coisas deste mundo. Foram deixando marcas no rosto, pequenas rugas que o espelho insiste em revelar todas as manhãs. São os sinais do tempo, os mapas da experiência humana, as pegadas da história que cada um carrega na própria pele.

Mas o tempo, curioso como é, cometeu um erro.

Ele envelheceu o meu rosto.

Mas não conseguiu envelhecer o meu coração.

Porque o coração — quando guarda esperança — permanece jovem. Ele continua acreditando na beleza da vida, continua emocionando-se com pequenos gestos, continua sorrindo diante das coisas simples que fazem a existência valer a pena.

Hoje, ao terminar essa faxina silenciosa nas salas da memória, percebi algo importante.

Não somos feitos apenas das nossas perdas.

Somos feitos também daquilo que conseguimos preservar apesar delas.

E talvez seja esse o verdadeiro milagre da vida: ela pode nos ferir, pode nos testar, pode até nos fazer chorar muitas vezes…

Mas ainda assim não consegue apagar o sorriso de quem decidiu continuar acreditando.

Porque enquanto houver sonhos dentro de nós, o tempo jamais terá a última palavra.

ARTIGO — A Faxina do Passado

 

Padre Carlos

 

Hoje resolvi visitar o meu passado.

Não foi uma viagem longa nem precisei de malas. Bastou fechar os olhos e abrir algumas portas que o tempo deixou entreabertas dentro de mim. Foi como entrar numa casa antiga onde vivi muitos anos e onde ainda permanecem objetos que a vida esqueceu de levar.

E então comecei a fazer uma faxina.

Mexi em gavetas da memória. Soprei a poeira de algumas lembranças. Encontrei retratos amarelados de sonhos antigos, cartas que o tempo nunca respondeu e promessas que ficaram pelo caminho.

A vida, é verdade, arrancou de mim mais que lágrimas.

Houve dias em que o silêncio parecia mais pesado que qualquer palavra. Houve noites em que o coração parecia um campo depois da tempestade, cheio de galhos quebrados e folhas espalhadas. Quem já viveu bastante sabe que a existência não distribui apenas flores; às vezes ela nos entrega também espinhos e longas estradas de pedra.

A vida partiu o meu coração algumas vezes.

Mas não conseguiu partir a minha alma.

Há algo no ser humano que resiste. Algo que permanece inteiro mesmo quando tudo parece quebrado. É essa força invisível que nos faz levantar depois das quedas, que nos faz continuar acreditando mesmo depois das decepções.

A vida também roubou algumas ilusões.

E ainda bem.

Porque certas ilusões precisam mesmo ser levadas pelo vento para que possamos enxergar o mundo com mais verdade. A maturidade, afinal, não é perder a capacidade de sonhar — é aprender a sonhar com os olhos abertos.

E nisso a vida não venceu.

Porque ela pode ter levado algumas fantasias, mas não conseguiu levar os meus sonhos. Esses continuam vivos, teimosos, inquietos, pulsando dentro do peito como se ainda fossem jovens.

Os anos passaram, claro.

Eles passaram como passam todas as coisas deste mundo. Foram deixando marcas no rosto, pequenas rugas que o espelho insiste em revelar todas as manhãs. São os sinais do tempo, os mapas da experiência humana, as pegadas da história que cada um carrega na própria pele.

Mas o tempo, curioso como é, cometeu um erro.

Ele envelheceu o meu rosto.

Mas não conseguiu envelhecer o meu coração.

Porque o coração — quando guarda esperança — permanece jovem. Ele continua acreditando na beleza da vida, continua emocionando-se com pequenos gestos, continua sorrindo diante das coisas simples que fazem a existência valer a pena.

Hoje, ao terminar essa faxina silenciosa nas salas da memória, percebi algo importante.

Não somos feitos apenas das nossas perdas.

Somos feitos também daquilo que conseguimos preservar apesar delas.

E talvez seja esse o verdadeiro milagre da vida: ela pode nos ferir, pode nos testar, pode até nos fazer chorar muitas vezes…

Mas ainda assim não consegue apagar o sorriso de quem decidiu continuar acreditando.

Porque enquanto houver sonhos dentro de nós, o tempo jamais terá a última palavra.

O Altar dos Escolhidos: Do Terror de Ontem ao Chilique de Hoje

 

É preciso ter paciência. Muita paciência. Sobretudo quando a história resolve se repetir não apenas como farsa, como queria Marx, mas como um delírio místico-autoritário que faria os reacionários da Revolução Francesa parecerem moderados entusiastas do iluminismo.

Convenhamos, o que assistimos hoje no Brasil — sob a carcaça de conveniência do Partido Liberal ou de qualquer outra sigla que se preste ao papel de hospedeira — não é política. É teologia de quermesse golpista. A extrema direita brasileira, essa que eu chamo com a tranquilidade de quem lê o Código Penal de protofascista (e, em dias de maior clareza, fascista sem o “proto”), bebe na fonte mais turva do antimodernismo.

A Anatomia do “Escolhido”

Dizem-se escolhidos por Deus. Notem a modéstia. O sujeito não quer apenas ganhar uma eleição; ele quer uma unção. Se lá atrás, no lado direito das assembleias francesas, o trono e o altar eram uma unidade para manter privilégios, aqui a coisa ganhou contornos de seita. O “Messias” — e a ironia do nome próprio é um desses requintes da história que nem o melhor romancista ousaria — não se submete a estatutos.

O fascismo, meus caros, não é um figurino de época. Não precisa de camisas negras em Roma ou do horror industrial de Berlim para se validar. Ele é, antes de tudo, um estado de espírito autoritário. Ele se adapta. No Brasil, ele veste verde e amarelo, enrola-se na bandeira e jura amor à “Nação” — essa entidade que eles tratam como um objeto sagrado, mas que, na prática, só inclui quem reza pela mesma cartilha.

  • A Sigla é o de Menos: Eles não são fiéis ao PL, ao PP ou ao extinto PSL. São fiéis à “Onda”. Mudam de partido como quem troca de camisa suada, porque o que importa é a densidade da seita, não o programa partidário.

  • A Democracia como Estorvo: Para essa gente, as normas vigentes são meras sugestões. A Constituição? Um detalhe burocrático que atrapalha a “missão divina”.

  • O Líder como Infalível: O chefe não erra. Se erra, é estratégia. Se perde, foi fraudado. É o pensamento mágico substituindo a lógica aristotélica.

A Nação como Divindade

A nação, essa construção histórica complexa, suada e muitas vezes sangrenta, foi sequestrada. Eles a transformaram em um dogma. Ora, quando você coloca a questão da nação como algo divino e sagrado, você retira a política do campo do debate e a joga no campo da inquisição. Quem discorda não é um adversário; é um herético. É um inimigo da “vontade de Deus”.

É o mesmo DNA que rejeitava a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão em 1789. É a ojeriza ao diferente, o culto à personalidade e a convicção de que existe uma “minoria” (que eles juram ser maioria) eleita para salvar o país da “degeneração”.

É protofascismo? Completamente. É uma seita que se move pelas frestas da democracia para tentar implodi-la por dentro, usando a liberdade que desprezam para pregar o fim da liberdade alheia. E fazem tudo isso, vejam que coisa, em nome da família. Só esquecem de dizer que a família, para eles, só vale se for a deles — e se não houver um Ministério Público no caminho.

O Altar dos Escolhidos: Do Terror de Ontem ao Chilique de Hoje

 

É preciso ter paciência. Muita paciência. Sobretudo quando a história resolve se repetir não apenas como farsa, como queria Marx, mas como um delírio místico-autoritário que faria os reacionários da Revolução Francesa parecerem moderados entusiastas do iluminismo.

Convenhamos, o que assistimos hoje no Brasil — sob a carcaça de conveniência do Partido Liberal ou de qualquer outra sigla que se preste ao papel de hospedeira — não é política. É teologia de quermesse golpista. A extrema direita brasileira, essa que eu chamo com a tranquilidade de quem lê o Código Penal de protofascista (e, em dias de maior clareza, fascista sem o “proto”), bebe na fonte mais turva do antimodernismo.

A Anatomia do “Escolhido”

Dizem-se escolhidos por Deus. Notem a modéstia. O sujeito não quer apenas ganhar uma eleição; ele quer uma unção. Se lá atrás, no lado direito das assembleias francesas, o trono e o altar eram uma unidade para manter privilégios, aqui a coisa ganhou contornos de seita. O “Messias” — e a ironia do nome próprio é um desses requintes da história que nem o melhor romancista ousaria — não se submete a estatutos.

O fascismo, meus caros, não é um figurino de época. Não precisa de camisas negras em Roma ou do horror industrial de Berlim para se validar. Ele é, antes de tudo, um estado de espírito autoritário. Ele se adapta. No Brasil, ele veste verde e amarelo, enrola-se na bandeira e jura amor à “Nação” — essa entidade que eles tratam como um objeto sagrado, mas que, na prática, só inclui quem reza pela mesma cartilha.

  • A Sigla é o de Menos: Eles não são fiéis ao PL, ao PP ou ao extinto PSL. São fiéis à “Onda”. Mudam de partido como quem troca de camisa suada, porque o que importa é a densidade da seita, não o programa partidário.

  • A Democracia como Estorvo: Para essa gente, as normas vigentes são meras sugestões. A Constituição? Um detalhe burocrático que atrapalha a “missão divina”.

  • O Líder como Infalível: O chefe não erra. Se erra, é estratégia. Se perde, foi fraudado. É o pensamento mágico substituindo a lógica aristotélica.

A Nação como Divindade

A nação, essa construção histórica complexa, suada e muitas vezes sangrenta, foi sequestrada. Eles a transformaram em um dogma. Ora, quando você coloca a questão da nação como algo divino e sagrado, você retira a política do campo do debate e a joga no campo da inquisição. Quem discorda não é um adversário; é um herético. É um inimigo da “vontade de Deus”.

É o mesmo DNA que rejeitava a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão em 1789. É a ojeriza ao diferente, o culto à personalidade e a convicção de que existe uma “minoria” (que eles juram ser maioria) eleita para salvar o país da “degeneração”.

É protofascismo? Completamente. É uma seita que se move pelas frestas da democracia para tentar implodi-la por dentro, usando a liberdade que desprezam para pregar o fim da liberdade alheia. E fazem tudo isso, vejam que coisa, em nome da família. Só esquecem de dizer que a família, para eles, só vale se for a deles — e se não houver um Ministério Público no caminho.

O Rock Vai Tomar Conta da Concha: Festival Promete Dois Dias de Energia e Grandes Nomes em Vitória da Conquista

Vitória da Conquista se prepara para um dos eventos musicais mais aguardados por quem acompanha a cena do rock na região. Nos dias 14 e 15, a Concha Acústica do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima será palco de mais uma edição do Festival Point do Rock, iniciativa que ao longo dos anos consolidou espaço no calendário cultural da cidade ao reunir artistas de diferentes vertentes do gênero.

A proposta do festival segue a tradição de misturar nomes consagrados do rock nacional com bandas da cena regional, criando um ambiente de troca musical e valorização da produção artística independente. Nesta edição, o público terá acesso a 12 atrações, distribuídas ao longo de dois dias de programação.

Entre os destaques está a banda Dead Fish, um dos grupos mais conhecidos do hardcore brasileiro. Com mais de 35 anos de trajetória, a banda retorna a Vitória da Conquista apresentando um repertório que percorre sucessos de diferentes fases da carreira, além de músicas de seu álbum mais recente, lançado em 2024.

Outro nome confirmado é o Project46, grupo que conquistou projeção nacional dentro do metal brasileiro. A banda é conhecida por músicas como “Erro +55”, “Rédeas”, “Pode Pá” e “Pânico”, que costumam integrar seus shows marcados por forte presença de palco e interação com o público.

Além das atrações nacionais, o festival também abre espaço para artistas e bandas da região, fortalecendo a cena local e oferecendo visibilidade a novos projetos musicais.

A organização optou por um modelo de entrada social, que busca ampliar o acesso ao evento. O público poderá participar mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, acrescida do valor simbólico de R$ 10,00. Também existe a possibilidade de adquirir o ingresso inteiro por R$ 20,00, ou um passaporte por R$ 30,00, que garante acesso aos dois dias de programação.

Os ingressos estão disponíveis em pontos físicos da cidade, como Barbearia Mano Véio, Fome Stop Pub, Banca Central e no próprio Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. O público também pode realizar a compra pela plataforma digital Sympla, facilitando o acesso antecipado ao evento.

O Festival Point do Rock é idealizado pelos conquistenses Rafael Leandro e Osniel Costa, com realização do Instituto de Desenvolvimento e Ação Comunitária (IDAC). A iniciativa conta ainda com apoio institucional e patrocínio de órgãos públicos e empresas estaduais voltadas ao incentivo da cultura.

Programação do Festival

🎸 Sábado – 14 de março

  • Geisy Meireles
  • Headless Queen
  • Beth Soul
  • Asylum
  • Outra Conduta
  • Dead Fish

🤘 Domingo – 15 de março

  • Minerva
  • Carol Ivo
  • The Maggots
  • Signista
  • Fuck The System
  • Project46

Com a diversidade de estilos dentro do rock e a presença de artistas de diferentes trajetórias, a expectativa é de que o evento movimente o cenário cultural de Vitória da Conquista, reunindo fãs, músicos e apreciadores da música ao vivo em dois dias dedicados ao gênero.

(Maria Clara)

O Rock Vai Tomar Conta da Concha: Festival Promete Dois Dias de Energia e Grandes Nomes em Vitória da Conquista

Vitória da Conquista se prepara para um dos eventos musicais mais aguardados por quem acompanha a cena do rock na região. Nos dias 14 e 15, a Concha Acústica do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima será palco de mais uma edição do Festival Point do Rock, iniciativa que ao longo dos anos consolidou espaço no calendário cultural da cidade ao reunir artistas de diferentes vertentes do gênero.

A proposta do festival segue a tradição de misturar nomes consagrados do rock nacional com bandas da cena regional, criando um ambiente de troca musical e valorização da produção artística independente. Nesta edição, o público terá acesso a 12 atrações, distribuídas ao longo de dois dias de programação.

Entre os destaques está a banda Dead Fish, um dos grupos mais conhecidos do hardcore brasileiro. Com mais de 35 anos de trajetória, a banda retorna a Vitória da Conquista apresentando um repertório que percorre sucessos de diferentes fases da carreira, além de músicas de seu álbum mais recente, lançado em 2024.

Outro nome confirmado é o Project46, grupo que conquistou projeção nacional dentro do metal brasileiro. A banda é conhecida por músicas como “Erro +55”, “Rédeas”, “Pode Pá” e “Pânico”, que costumam integrar seus shows marcados por forte presença de palco e interação com o público.

Além das atrações nacionais, o festival também abre espaço para artistas e bandas da região, fortalecendo a cena local e oferecendo visibilidade a novos projetos musicais.

A organização optou por um modelo de entrada social, que busca ampliar o acesso ao evento. O público poderá participar mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, acrescida do valor simbólico de R$ 10,00. Também existe a possibilidade de adquirir o ingresso inteiro por R$ 20,00, ou um passaporte por R$ 30,00, que garante acesso aos dois dias de programação.

Os ingressos estão disponíveis em pontos físicos da cidade, como Barbearia Mano Véio, Fome Stop Pub, Banca Central e no próprio Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. O público também pode realizar a compra pela plataforma digital Sympla, facilitando o acesso antecipado ao evento.

O Festival Point do Rock é idealizado pelos conquistenses Rafael Leandro e Osniel Costa, com realização do Instituto de Desenvolvimento e Ação Comunitária (IDAC). A iniciativa conta ainda com apoio institucional e patrocínio de órgãos públicos e empresas estaduais voltadas ao incentivo da cultura.

Programação do Festival

🎸 Sábado – 14 de março

  • Geisy Meireles
  • Headless Queen
  • Beth Soul
  • Asylum
  • Outra Conduta
  • Dead Fish

🤘 Domingo – 15 de março

  • Minerva
  • Carol Ivo
  • The Maggots
  • Signista
  • Fuck The System
  • Project46

Com a diversidade de estilos dentro do rock e a presença de artistas de diferentes trajetórias, a expectativa é de que o evento movimente o cenário cultural de Vitória da Conquista, reunindo fãs, músicos e apreciadores da música ao vivo em dois dias dedicados ao gênero.

(Maria Clara)

Consternação: Gravíssimo acidente nesta noite tirou a vida de Sargento Alberto, ex-vereador de Itapetinga

A noite deste domingo entrou para a memória recente de Itapetinga como um momento de profunda consternação. Um grave acidente ocorrido na rodovia BA-263, nas proximidades do trecho conhecido como Rio da Onça, resultou na morte do Sargento Alberto, militar da reserva da Polícia Militar e ex-vereador do município. A notícia rapidamente se espalhou pela região e provocou forte comoção entre moradores, autoridades e lideranças comunitárias.

De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Política e Resenha, o acidente aconteceu no início da noite, a cerca de oito quilômetros da sede de Itapetinga, no sentido Itororó. O veículo conduzido pelo Sargento Alberto, uma Fiat Strada, colidiu frontalmente com uma carreta em circunstâncias que ainda estão sendo analisadas pelas autoridades responsáveis.

O impacto da colisão foi extremamente violento. O automóvel ficou completamente retorcido, exigindo atenção imediata das equipes de resgate que foram mobilizadas para o local. Unidades da Polícia Militar e equipes de socorro chegaram rapidamente à rodovia, porém o óbito foi constatado ainda na pista, diante da gravidade da batida.

A ocorrência mobilizou também o Departamento de Polícia Técnica, que realizou a perícia no local do acidente e o levantamento cadavérico. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para os procedimentos legais de praxe. Paralelamente, a Polícia Rodoviária Estadual atuou na organização do trânsito e na sinalização da via, evitando novos incidentes em um trecho que permaneceu parcialmente comprometido durante o atendimento da ocorrência.

Enquanto os trabalhos técnicos aconteciam na rodovia, a repercussão da tragédia já tomava conta das redes sociais e das ruas de Itapetinga. O Sargento Alberto era amplamente conhecido na cidade. Durante sua trajetória na Polícia Militar, construiu reputação associada à disciplina e dedicação ao serviço público. Posteriormente, sua atuação política como vereador ampliou sua presença na vida comunitária, especialmente em pautas sociais e de interesse local.

A morte repentina de uma figura pública com essa trajetória provocou manifestações de pesar em diferentes segmentos da sociedade. Moradores, amigos e colegas de farda lembraram da participação ativa do sargento tanto na segurança pública quanto na vida política municipal.

As circunstâncias que levaram à colisão entre o veículo de passeio e o caminhão ainda não foram oficialmente esclarecidas. As autoridades responsáveis conduzirão a apuração por meio de inquérito, procedimento padrão em casos dessa natureza. Informações adicionais deverão surgir à medida que as investigações avancem e que os laudos técnicos sejam concluídos.

Até o momento, também não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde do condutor da carreta envolvida no acidente. As autoridades seguem acompanhando o caso e orientando os procedimentos necessários para garantir a completa elucidação do ocorrido.

Diante da tragédia, a comunidade de Itapetinga se mobiliza para prestar as últimas homenagens ao ex-vereador e sargento da reserva. Informações sobre velório e sepultamento deverão ser divulgadas pela família nas próximas horas.

O episódio reforça a atenção constante que as rodovias da região exigem, sobretudo em trechos de tráfego intenso e circulação de veículos de carga. Enquanto a investigação segue seu curso, permanece o sentimento de luto e solidariedade em uma cidade que se despede de uma de suas figuras públicas conhecidas.

(maria clara)

Consternação: Gravíssimo acidente nesta noite tirou a vida de Sargento Alberto, ex-vereador de Itapetinga

A noite deste domingo entrou para a memória recente de Itapetinga como um momento de profunda consternação. Um grave acidente ocorrido na rodovia BA-263, nas proximidades do trecho conhecido como Rio da Onça, resultou na morte do Sargento Alberto, militar da reserva da Polícia Militar e ex-vereador do município. A notícia rapidamente se espalhou pela região e provocou forte comoção entre moradores, autoridades e lideranças comunitárias.

De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Política e Resenha, o acidente aconteceu no início da noite, a cerca de oito quilômetros da sede de Itapetinga, no sentido Itororó. O veículo conduzido pelo Sargento Alberto, uma Fiat Strada, colidiu frontalmente com uma carreta em circunstâncias que ainda estão sendo analisadas pelas autoridades responsáveis.

O impacto da colisão foi extremamente violento. O automóvel ficou completamente retorcido, exigindo atenção imediata das equipes de resgate que foram mobilizadas para o local. Unidades da Polícia Militar e equipes de socorro chegaram rapidamente à rodovia, porém o óbito foi constatado ainda na pista, diante da gravidade da batida.

A ocorrência mobilizou também o Departamento de Polícia Técnica, que realizou a perícia no local do acidente e o levantamento cadavérico. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para os procedimentos legais de praxe. Paralelamente, a Polícia Rodoviária Estadual atuou na organização do trânsito e na sinalização da via, evitando novos incidentes em um trecho que permaneceu parcialmente comprometido durante o atendimento da ocorrência.

Enquanto os trabalhos técnicos aconteciam na rodovia, a repercussão da tragédia já tomava conta das redes sociais e das ruas de Itapetinga. O Sargento Alberto era amplamente conhecido na cidade. Durante sua trajetória na Polícia Militar, construiu reputação associada à disciplina e dedicação ao serviço público. Posteriormente, sua atuação política como vereador ampliou sua presença na vida comunitária, especialmente em pautas sociais e de interesse local.

A morte repentina de uma figura pública com essa trajetória provocou manifestações de pesar em diferentes segmentos da sociedade. Moradores, amigos e colegas de farda lembraram da participação ativa do sargento tanto na segurança pública quanto na vida política municipal.

As circunstâncias que levaram à colisão entre o veículo de passeio e o caminhão ainda não foram oficialmente esclarecidas. As autoridades responsáveis conduzirão a apuração por meio de inquérito, procedimento padrão em casos dessa natureza. Informações adicionais deverão surgir à medida que as investigações avancem e que os laudos técnicos sejam concluídos.

Até o momento, também não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde do condutor da carreta envolvida no acidente. As autoridades seguem acompanhando o caso e orientando os procedimentos necessários para garantir a completa elucidação do ocorrido.

Diante da tragédia, a comunidade de Itapetinga se mobiliza para prestar as últimas homenagens ao ex-vereador e sargento da reserva. Informações sobre velório e sepultamento deverão ser divulgadas pela família nas próximas horas.

O episódio reforça a atenção constante que as rodovias da região exigem, sobretudo em trechos de tráfego intenso e circulação de veículos de carga. Enquanto a investigação segue seu curso, permanece o sentimento de luto e solidariedade em uma cidade que se despede de uma de suas figuras públicas conhecidas.

(maria clara)

Investigação Policial | suspeito é preso por estuprar jovem de 18 anos na Zona Sul de Vitória da Conquista

A rotina do Loteamento Morada Real, no bairro Espírito Santo, Zona Sul de Vitória da Conquista, foi interrompida por uma ocorrência policial que mobilizou forças de segurança e reacendeu o debate sobre a importância da denúncia imediata em casos de violência contra a mulher.

Um indivíduo de 50 anos encontra-se atualmente custodiado no Conjunto Penal de Vitória da Conquista, acusado de cometer violência sexual contra uma jovem de 18 anos. O caso foi registrado na segunda-feira (9) e passou a integrar os procedimentos legais conduzidos pelas autoridades responsáveis pela investigação criminal na Bahia.

De acordo com informações oficiais, agentes da 77ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) realizaram a prisão em flagrante após acionamento recebido por meio do Centro Integrado de Comunicações (CICOM). A rápida resposta operacional possibilitou a condução do suspeito à Central de Flagrantes do Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), onde a ocorrência foi formalmente registrada.

O caso agora segue para apuração detalhada pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), unidade especializada responsável por investigar crimes de violência contra mulheres e oferecer suporte institucional às vítimas. A investigação inclui coleta de provas, depoimentos e a realização de exames técnicos.

Perícias conduzidas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) também desempenham papel fundamental na análise do caso. Laudos periciais, exames médicos e outras evidências científicas serão utilizados para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e subsidiar o inquérito policial que será encaminhado ao Poder Judiciário.

Enquanto o processo investigativo avança, o suspeito permanece sob custódia aguardando as decisões judiciais que determinarão os próximos desdobramentos legais. Paralelamente, a vítima recebe acompanhamento especializado por meio da rede de proteção municipal, que oferece apoio psicológico, social e institucional às pessoas em situação de vulnerabilidade.

Autoridades de segurança pública ressaltam que a colaboração da população por meio de denúncias rápidas é essencial para garantir a eficácia das ações policiais e a proteção das vítimas. A pronta comunicação de ocorrências permite respostas mais ágeis e contribui para o fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência.

O caso segue em investigação e novas informações deverão ser apresentadas pelas autoridades competentes à medida que os procedimentos legais forem concluídos.

(Maria Clara)

Investigação Policial | suspeito é preso por estuprar jovem de 18 anos na Zona Sul de Vitória da Conquista

A rotina do Loteamento Morada Real, no bairro Espírito Santo, Zona Sul de Vitória da Conquista, foi interrompida por uma ocorrência policial que mobilizou forças de segurança e reacendeu o debate sobre a importância da denúncia imediata em casos de violência contra a mulher.

Um indivíduo de 50 anos encontra-se atualmente custodiado no Conjunto Penal de Vitória da Conquista, acusado de cometer violência sexual contra uma jovem de 18 anos. O caso foi registrado na segunda-feira (9) e passou a integrar os procedimentos legais conduzidos pelas autoridades responsáveis pela investigação criminal na Bahia.

De acordo com informações oficiais, agentes da 77ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) realizaram a prisão em flagrante após acionamento recebido por meio do Centro Integrado de Comunicações (CICOM). A rápida resposta operacional possibilitou a condução do suspeito à Central de Flagrantes do Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), onde a ocorrência foi formalmente registrada.

O caso agora segue para apuração detalhada pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), unidade especializada responsável por investigar crimes de violência contra mulheres e oferecer suporte institucional às vítimas. A investigação inclui coleta de provas, depoimentos e a realização de exames técnicos.

Perícias conduzidas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) também desempenham papel fundamental na análise do caso. Laudos periciais, exames médicos e outras evidências científicas serão utilizados para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e subsidiar o inquérito policial que será encaminhado ao Poder Judiciário.

Enquanto o processo investigativo avança, o suspeito permanece sob custódia aguardando as decisões judiciais que determinarão os próximos desdobramentos legais. Paralelamente, a vítima recebe acompanhamento especializado por meio da rede de proteção municipal, que oferece apoio psicológico, social e institucional às pessoas em situação de vulnerabilidade.

Autoridades de segurança pública ressaltam que a colaboração da população por meio de denúncias rápidas é essencial para garantir a eficácia das ações policiais e a proteção das vítimas. A pronta comunicação de ocorrências permite respostas mais ágeis e contribui para o fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência.

O caso segue em investigação e novas informações deverão ser apresentadas pelas autoridades competentes à medida que os procedimentos legais forem concluídos.

(Maria Clara)

Tragédia na Avenida Caracas | Sheila se manifesta sobre desaparecimento de Rosânia em Vitória da Conquista

A cidade de Vitória da Conquista amanheceu novamente voltada para um mesmo ponto do mapa: o canal da Avenida Caracas. Ali se concentra uma operação de busca que mobiliza equipes de resgate, forças de segurança e agentes da administração municipal desde a tarde da última segunda-feira, quando a moradora Rosânia Silva Borges desapareceu após ser levada por uma enxurrada durante uma forte tempestade.

O episódio ocorreu em meio a um temporal que atingiu a cidade por cerca de duas horas e provocou alagamentos em diversos bairros. Em alguns pontos, o acumulado de chuva chegou a mais de 60 milímetros, volume suficiente para transformar vias urbanas em verdadeiras correntes de água em poucos minutos.

Rosânia estava em um veículo de transporte por aplicativo que trafegava pela Avenida Caracas quando o carro foi surpreendido pela força da enxurrada e acabou sendo arrastado em direção a um canal de drenagem da região. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, tanto a passageira quanto o motorista conseguiram sair do veículo antes que ele fosse levado pela água. O condutor conseguiu alcançar um local seguro, enquanto Rosânia acabou sendo levada pela correnteza e desapareceu.

Desde então, equipes do 7º Batalhão de Bombeiros Militar, com apoio de mergulhadores e outros agentes de segurança, realizam varreduras ao longo do canal e do percurso da água, que segue em direção ao Rio Verruga. O trabalho inclui buscas no leito do canal, nas margens e em áreas de mata próximas, ampliando gradualmente o raio da operação.

Nesta terça-feira (10), a prefeita Ana Sheila Lemos Andrade divulgou uma nota oficial na qual manifestou solidariedade aos familiares e informou que o município atua em conjunto com os bombeiros e demais órgãos de segurança. A gestão municipal destacou que equipes da Guarda Civil Municipal, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e da Defesa Civil também participam da força-tarefa montada para localizar a moradora.

Segundo o posicionamento da prefeitura, além do esforço concentrado nas buscas, a administração determinou a interdição imediata da Avenida Caracas no trecho considerado crítico. A medida tem como objetivo evitar novos incidentes enquanto são avaliadas intervenções estruturais no sistema de drenagem da área.

De acordo com o governo municipal, um projeto de modernização da drenagem da região foi inscrito no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) desde outubro do ano passado. A proposta prevê ampliação da capacidade de captação de águas pluviais e obras estruturais que também abrangem outros trechos urbanos, incluindo intervenções planejadas no entorno da Avenida Juracy Magalhães e no Loteamento Leblon.

Enquanto a liberação dos recursos federais é aguardada, a prefeitura informou que ações emergenciais continuam sendo executadas, como limpeza profunda e dragagem de canais considerados prioritários. Paralelamente, a Defesa Civil realiza avaliações em pontos de alagamento para prevenir novos episódios durante períodos de chuva intensa.

A administração municipal também anunciou assistência integral à família da vítima, com suporte psicológico e acompanhamento social, enquanto as equipes de resgate permanecem mobilizadas na tentativa de localizar Rosânia.

O caso mobiliza a população conquistense e mantém a cidade em clima de atenção e solidariedade. As autoridades reforçam o alerta para que motoristas e pedestres evitem áreas alagadas durante temporais e colaborem com a preservação da rede de drenagem, denunciando o descarte irregular de resíduos que pode comprometer o funcionamento do sistema pluvial.

As atualizações sobre a operação de busca continuam sendo divulgadas pelos canais oficiais da Prefeitura de Vitória da Conquista e pelo Corpo de Bombeiros, enquanto a cidade acompanha, com expectativa e esperança, o desenrolar das buscas.

(Maria Clara)

Tragédia na Avenida Caracas | Sheila se manifesta sobre desaparecimento de Rosânia em Vitória da Conquista

A cidade de Vitória da Conquista amanheceu novamente voltada para um mesmo ponto do mapa: o canal da Avenida Caracas. Ali se concentra uma operação de busca que mobiliza equipes de resgate, forças de segurança e agentes da administração municipal desde a tarde da última segunda-feira, quando a moradora Rosânia Silva Borges desapareceu após ser levada por uma enxurrada durante uma forte tempestade.

O episódio ocorreu em meio a um temporal que atingiu a cidade por cerca de duas horas e provocou alagamentos em diversos bairros. Em alguns pontos, o acumulado de chuva chegou a mais de 60 milímetros, volume suficiente para transformar vias urbanas em verdadeiras correntes de água em poucos minutos.

Rosânia estava em um veículo de transporte por aplicativo que trafegava pela Avenida Caracas quando o carro foi surpreendido pela força da enxurrada e acabou sendo arrastado em direção a um canal de drenagem da região. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, tanto a passageira quanto o motorista conseguiram sair do veículo antes que ele fosse levado pela água. O condutor conseguiu alcançar um local seguro, enquanto Rosânia acabou sendo levada pela correnteza e desapareceu.

Desde então, equipes do 7º Batalhão de Bombeiros Militar, com apoio de mergulhadores e outros agentes de segurança, realizam varreduras ao longo do canal e do percurso da água, que segue em direção ao Rio Verruga. O trabalho inclui buscas no leito do canal, nas margens e em áreas de mata próximas, ampliando gradualmente o raio da operação.

Nesta terça-feira (10), a prefeita Ana Sheila Lemos Andrade divulgou uma nota oficial na qual manifestou solidariedade aos familiares e informou que o município atua em conjunto com os bombeiros e demais órgãos de segurança. A gestão municipal destacou que equipes da Guarda Civil Municipal, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e da Defesa Civil também participam da força-tarefa montada para localizar a moradora.

Segundo o posicionamento da prefeitura, além do esforço concentrado nas buscas, a administração determinou a interdição imediata da Avenida Caracas no trecho considerado crítico. A medida tem como objetivo evitar novos incidentes enquanto são avaliadas intervenções estruturais no sistema de drenagem da área.

De acordo com o governo municipal, um projeto de modernização da drenagem da região foi inscrito no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) desde outubro do ano passado. A proposta prevê ampliação da capacidade de captação de águas pluviais e obras estruturais que também abrangem outros trechos urbanos, incluindo intervenções planejadas no entorno da Avenida Juracy Magalhães e no Loteamento Leblon.

Enquanto a liberação dos recursos federais é aguardada, a prefeitura informou que ações emergenciais continuam sendo executadas, como limpeza profunda e dragagem de canais considerados prioritários. Paralelamente, a Defesa Civil realiza avaliações em pontos de alagamento para prevenir novos episódios durante períodos de chuva intensa.

A administração municipal também anunciou assistência integral à família da vítima, com suporte psicológico e acompanhamento social, enquanto as equipes de resgate permanecem mobilizadas na tentativa de localizar Rosânia.

O caso mobiliza a população conquistense e mantém a cidade em clima de atenção e solidariedade. As autoridades reforçam o alerta para que motoristas e pedestres evitem áreas alagadas durante temporais e colaborem com a preservação da rede de drenagem, denunciando o descarte irregular de resíduos que pode comprometer o funcionamento do sistema pluvial.

As atualizações sobre a operação de busca continuam sendo divulgadas pelos canais oficiais da Prefeitura de Vitória da Conquista e pelo Corpo de Bombeiros, enquanto a cidade acompanha, com expectativa e esperança, o desenrolar das buscas.

(Maria Clara)

Segunda-feira de Alertas: Acidente na Estrada de Anagé Entra para a Sequência de Ocorrências que Marcaram o Dia em Vitória da Conquista

A segunda-feira, 09, foi marcada por uma sequência de ocorrências que mobilizaram equipes de atendimento e chamaram a atenção da população em Vitória da Conquista. Ao longo do dia, diferentes registros exigiram a atuação de serviços de emergência e reforçaram o alerta para situações envolvendo trânsito e condições das vias da região.

No final da tarde, mais um fato entrou para a lista de acontecimentos do dia: um acidente registrado na estrada que liga Vitória da Conquista ao município de Anagé. De acordo com as informações iniciais, dois veículos se envolveram na ocorrência e um deles acabou capotando após o impacto.

A situação rapidamente mobilizou equipes de urgência e emergência, que foram acionadas para prestar atendimento no local. Dois ocupantes do veículo sofreram ferimentos leves e receberam assistência das equipes especializadas que atuaram na ocorrência.

Apesar do susto provocado pelo capotamento, o atendimento foi realizado de forma rápida, garantindo suporte imediato às vítimas. Os nomes das pessoas envolvidas não foram divulgados, mantendo-se o protocolo de preservação de identidade comum em atendimentos desse tipo.

A estrada que conecta Vitória da Conquista a Anagé é um importante corredor de circulação entre os dois municípios e costuma registrar fluxo constante de veículos ao longo da semana. Episódios como este reforçam a importância da atenção redobrada por parte dos condutores, especialmente em vias intermunicipais.

O registro do acidente soma-se às diversas movimentações que marcaram a segunda-feira na cidade, evidenciando o trabalho contínuo das equipes de atendimento e emergência que atuam para garantir assistência à população sempre que necessário.

Situações como essa também despertam atenção para a necessidade permanente de prudência no trânsito, sobretudo em rodovias e estradas regionais que concentram deslocamentos diários entre municípios do interior da Bahia.

A ocorrência foi acompanhada pelas equipes responsáveis pelo atendimento, que realizaram os procedimentos necessários no local, garantindo segurança e suporte aos envolvidos.

(Maria Clara)

Segunda-feira de Alertas: Acidente na Estrada de Anagé Entra para a Sequência de Ocorrências que Marcaram o Dia em Vitória da Conquista

A segunda-feira, 09, foi marcada por uma sequência de ocorrências que mobilizaram equipes de atendimento e chamaram a atenção da população em Vitória da Conquista. Ao longo do dia, diferentes registros exigiram a atuação de serviços de emergência e reforçaram o alerta para situações envolvendo trânsito e condições das vias da região.

No final da tarde, mais um fato entrou para a lista de acontecimentos do dia: um acidente registrado na estrada que liga Vitória da Conquista ao município de Anagé. De acordo com as informações iniciais, dois veículos se envolveram na ocorrência e um deles acabou capotando após o impacto.

A situação rapidamente mobilizou equipes de urgência e emergência, que foram acionadas para prestar atendimento no local. Dois ocupantes do veículo sofreram ferimentos leves e receberam assistência das equipes especializadas que atuaram na ocorrência.

Apesar do susto provocado pelo capotamento, o atendimento foi realizado de forma rápida, garantindo suporte imediato às vítimas. Os nomes das pessoas envolvidas não foram divulgados, mantendo-se o protocolo de preservação de identidade comum em atendimentos desse tipo.

A estrada que conecta Vitória da Conquista a Anagé é um importante corredor de circulação entre os dois municípios e costuma registrar fluxo constante de veículos ao longo da semana. Episódios como este reforçam a importância da atenção redobrada por parte dos condutores, especialmente em vias intermunicipais.

O registro do acidente soma-se às diversas movimentações que marcaram a segunda-feira na cidade, evidenciando o trabalho contínuo das equipes de atendimento e emergência que atuam para garantir assistência à população sempre que necessário.

Situações como essa também despertam atenção para a necessidade permanente de prudência no trânsito, sobretudo em rodovias e estradas regionais que concentram deslocamentos diários entre municípios do interior da Bahia.

A ocorrência foi acompanhada pelas equipes responsáveis pelo atendimento, que realizaram os procedimentos necessários no local, garantindo segurança e suporte aos envolvidos.

(Maria Clara)