Política e Resenha

André Santos Silva: A Voz Poética que Eterniza Maiquinique

 

Por Padre Carlos

A literatura brasileira contemporânea encontra em André Santos Silva uma voz singular que transcende os limites geográficos de sua terra natal para alcançar a universalidade da experiência humana. Nascido em Maiquinique, no interior da Bahia, filho de Antônio Souza e Terezinha Balbina Santos Silva, André representa uma geração de escritores que compreende profundamente o papel da literatura como instrumento de preservação da memória coletiva e de transformação social.

Sua trajetória acadêmica, consolidada pela licenciatura em Letras, encontra na prática educativa seu campo de atuação mais significativo. Como professor da rede pública e ex-secretário de educação de Maiquinique, André Santos Silva demonstra que a verdadeira vocação literária não se dissocia do compromisso social. Sua experiência na gestão educacional revela um intelectual que compreende a educação como alicerce fundamental para o desenvolvimento humano e cultural de sua comunidade.

O percurso literário de André Santos Silva, iniciado com “Mania de poeta: a poesia nossa de todos os dias” (2015) e seguido por “Memórias em poesia” (2022), culmina agora em “Maiquinique: meu lugar, minha terra, meu encanto”, obra que representa a maturidade poética do autor. Esta progressão cronológica revela um escritor que amadureceu não apenas tecnicamente, mas também em sua capacidade de articular o particular e o universal, o local e o humano.

A análise crítica de José Mozart Tanajura Júnior, doutor em Filosofia e mestre em Letras, membro da Academia Conquistense de Letras, ilumina aspectos fundamentais da obra de André Santos Silva. Tanajura Júnior identifica com precisão a capacidade do poeta de transformar “fatos corriqueiros e dignos de memórias” em matéria poética de alta qualidade estética. Esta habilidade de transfigurar o cotidiano em arte representa uma das características mais notáveis da poesia contemporânea de qualidade.

A sensibilidade poética de André Santos Silva manifesta-se em sua compreensão da escrita como “grito de liberdade” destinado a “despertar em outrem o desejo do bem”. Esta concepção da literatura como força transformadora e educativa ecoa as melhores tradições da poesia brasileira, desde os românticos até os modernistas, passando pelos grandes nomes da literatura regional nordestina.

O que distingue André Santos Silva no cenário literário baiano é sua capacidade de criar uma poesia que funciona simultaneamente como documento histórico e criação artística. Sua obra não se limita a registrar aspectos pitorescos da vida interiorana, mas consegue extrair desses elementos a substância poética que toca o universal. Como observa Tanajura Júnior, o leitor “sente-se dentro de cada história como uma espécie de narrador-personagem que vê, relata e vive intensamente cada episódio narrado”.

A metáfora da cidade como “casa de moradia” revela a maturidade poética do autor, que compreende a relação entre o eu lírico e seu espaço de origem não como mero cenário, mas como elemento constitutivo da identidade poética. Esta percepção demonstra uma consciência literária sofisticada, capaz de articular geografia e subjetividade de maneira orgânica e convincente.

O compromisso acadêmico de André Santos Silva evidencia-se não apenas em sua formação formal, mas em sua capacidade de aliar rigor intelectual à expressão artística. Sua poesia revela um conhecimento profundo das tradições literárias brasileiras, sem, contudo, perder a espontaneidade e a autenticidade que caracterizam as melhores realizações da literatura regional.

A obra de André Santos Silva insere-se numa tradição literária que reconhece na experiência local o caminho para a expressão do universal. Seguindo os passos de grandes nomes da literatura brasileira que souberam transformar suas cidades natais em territórios poéticos universais, André Santos Silva contribui para o enriquecimento do panorama literário nacional com uma voz autêntica e necessária.

Em tempos de globalização acelerada, a poesia de André Santos Silva assume importância especial ao preservar e dignificar as particularidades culturais de sua região. Sua obra representa um ato de resistência cultural, um trabalho de memória que garante a continuidade das tradições locais sem cair no folclorismo superficial ou no regionalismo estreito.

A qualidade acadêmica e poética de André Santos Silva confirma-se pelo reconhecimento de críticos qualificados e pela receptividade de seu público leitor. Sua capacidade de conjugar formação intelectual sólida, compromisso social e sensibilidade artística o posiciona como uma das vozes mais promissoras da literatura baiana contemporânea.

André Santos Silva representa, assim, o tipo de intelectual que o Brasil necessita: alguém que compreende a literatura não como ornamento cultural, mas como instrumento de conhecimento, preservação da memória e transformação social. Sua trajetória demonstra que é possível conciliar excelência acadêmica, compromisso educativo e criação artística de alta qualidade, contribuindo para o enriquecimento da vida cultural de sua comunidade e do país.

 

André Santos Silva: A Voz Poética que Eterniza Maiquinique

 

Por Padre Carlos

A literatura brasileira contemporânea encontra em André Santos Silva uma voz singular que transcende os limites geográficos de sua terra natal para alcançar a universalidade da experiência humana. Nascido em Maiquinique, no interior da Bahia, filho de Antônio Souza e Terezinha Balbina Santos Silva, André representa uma geração de escritores que compreende profundamente o papel da literatura como instrumento de preservação da memória coletiva e de transformação social.

Sua trajetória acadêmica, consolidada pela licenciatura em Letras, encontra na prática educativa seu campo de atuação mais significativo. Como professor da rede pública e ex-secretário de educação de Maiquinique, André Santos Silva demonstra que a verdadeira vocação literária não se dissocia do compromisso social. Sua experiência na gestão educacional revela um intelectual que compreende a educação como alicerce fundamental para o desenvolvimento humano e cultural de sua comunidade.

O percurso literário de André Santos Silva, iniciado com “Mania de poeta: a poesia nossa de todos os dias” (2015) e seguido por “Memórias em poesia” (2022), culmina agora em “Maiquinique: meu lugar, minha terra, meu encanto”, obra que representa a maturidade poética do autor. Esta progressão cronológica revela um escritor que amadureceu não apenas tecnicamente, mas também em sua capacidade de articular o particular e o universal, o local e o humano.

A análise crítica de José Mozart Tanajura Júnior, doutor em Filosofia e mestre em Letras, membro da Academia Conquistense de Letras, ilumina aspectos fundamentais da obra de André Santos Silva. Tanajura Júnior identifica com precisão a capacidade do poeta de transformar “fatos corriqueiros e dignos de memórias” em matéria poética de alta qualidade estética. Esta habilidade de transfigurar o cotidiano em arte representa uma das características mais notáveis da poesia contemporânea de qualidade.

A sensibilidade poética de André Santos Silva manifesta-se em sua compreensão da escrita como “grito de liberdade” destinado a “despertar em outrem o desejo do bem”. Esta concepção da literatura como força transformadora e educativa ecoa as melhores tradições da poesia brasileira, desde os românticos até os modernistas, passando pelos grandes nomes da literatura regional nordestina.

O que distingue André Santos Silva no cenário literário baiano é sua capacidade de criar uma poesia que funciona simultaneamente como documento histórico e criação artística. Sua obra não se limita a registrar aspectos pitorescos da vida interiorana, mas consegue extrair desses elementos a substância poética que toca o universal. Como observa Tanajura Júnior, o leitor “sente-se dentro de cada história como uma espécie de narrador-personagem que vê, relata e vive intensamente cada episódio narrado”.

A metáfora da cidade como “casa de moradia” revela a maturidade poética do autor, que compreende a relação entre o eu lírico e seu espaço de origem não como mero cenário, mas como elemento constitutivo da identidade poética. Esta percepção demonstra uma consciência literária sofisticada, capaz de articular geografia e subjetividade de maneira orgânica e convincente.

O compromisso acadêmico de André Santos Silva evidencia-se não apenas em sua formação formal, mas em sua capacidade de aliar rigor intelectual à expressão artística. Sua poesia revela um conhecimento profundo das tradições literárias brasileiras, sem, contudo, perder a espontaneidade e a autenticidade que caracterizam as melhores realizações da literatura regional.

A obra de André Santos Silva insere-se numa tradição literária que reconhece na experiência local o caminho para a expressão do universal. Seguindo os passos de grandes nomes da literatura brasileira que souberam transformar suas cidades natais em territórios poéticos universais, André Santos Silva contribui para o enriquecimento do panorama literário nacional com uma voz autêntica e necessária.

Em tempos de globalização acelerada, a poesia de André Santos Silva assume importância especial ao preservar e dignificar as particularidades culturais de sua região. Sua obra representa um ato de resistência cultural, um trabalho de memória que garante a continuidade das tradições locais sem cair no folclorismo superficial ou no regionalismo estreito.

A qualidade acadêmica e poética de André Santos Silva confirma-se pelo reconhecimento de críticos qualificados e pela receptividade de seu público leitor. Sua capacidade de conjugar formação intelectual sólida, compromisso social e sensibilidade artística o posiciona como uma das vozes mais promissoras da literatura baiana contemporânea.

André Santos Silva representa, assim, o tipo de intelectual que o Brasil necessita: alguém que compreende a literatura não como ornamento cultural, mas como instrumento de conhecimento, preservação da memória e transformação social. Sua trajetória demonstra que é possível conciliar excelência acadêmica, compromisso educativo e criação artística de alta qualidade, contribuindo para o enriquecimento da vida cultural de sua comunidade e do país.

 

ARTIGO – A injustiça que recai sobre Natan da Carroceria

 

(Padre Carlos)

Apesar de não ter procuração alguma para sair em defesa do vereador Natan da Carroceria, sinto-me impelido — como articulista e como cidadão atento à cena política local — a expressar minha indignação com o que se configura, até aqui, como um verdadeiro ataque à legitimidade do voto popular. Se há uma vítima nesse imbróglio judicial, essa vítima é Natan. E, por extensão, o povo que ele representa.

Natan não é um político fabricado em gabinete refrigerado nem apadrinhado por grupos poderosos. É uma liderança nascida do chão batido da periferia, moldada pelo suor de quem carregou sonhos sobre carrocerias e ergueu sua voz para ecoar a dor e a esperança do povo do Coveima, da Patagônia e de tantos bairros esquecidos de Vitória da Conquista. Um homem simples, de fala direta, mas de ação constante — reconhecido até por adversários como alguém que não se esconde do povo.

É exatamente por isso que sua cassação soa tão amarga. O que está em julgamento aqui não é apenas um suposto uso de candidatura fictícia — algo que, aliás, precisa ser apurado com o devido rigor e em respeito à legislação eleitoral. O que está sendo ameaçado, no fundo, é o mandato de um representante legítimo da periferia, eleito com votos reais, de gente de carne e osso.

O vereador Natan não é acusado de fraude. Não consta contra ele qualquer ação direta ou pessoal na inscrição da suposta candidatura laranja. O que está sob investigação é a conduta do partido Avante, e não do parlamentar individualmente. E aqui cabe uma pergunta que clama por resposta: deve-se punir o soldado por erro — ou crime — de seu comandante?

O vídeo publicado por Natan, em que reafirma sua permanência no cargo e anuncia a ida a Brasília para recorrer da decisão, é mais que um gesto político: é um grito de resistência. Ele não está apenas defendendo sua cadeira, mas a representatividade de uma parcela da população que raramente vê um dos seus chegar ao Parlamento.

O sistema político brasileiro já é perverso o suficiente para limitar o acesso dos pobres, dos pretos, das mulheres e dos periféricos às instâncias de poder. Quando um desses consegue romper a cerca, a justiça — que deveria ser escudo dos fracos — aparece, por vezes, como espada a serviço dos mais fortes.

É preciso dizer, com todas as letras: a punição de um partido não pode apagar a vontade do povo. O voto não pode ser tratado como peça descartável de um jogo jurídico. E se, de fato, houve má-fé por parte do Avante, que se responsabilize a legenda — mas que se preserve o mandato legitimamente conquistado por quem nada tem a ver com isso.

Que o Tribunal Superior Eleitoral julgue com justiça, sensibilidade e atenção à soberania do voto. E que Natan, com a coragem de quem veio de longe e venceu muitos obstáculos, continue a lutar — não apenas por si, mas por todos aqueles que ainda acreditam que a política pode ser instrumento de transformação.

Neste momento, mais que nunca, o povo precisa de vozes que não se calem.

ARTIGO – A injustiça que recai sobre Natan da Carroceria

 

(Padre Carlos)

Apesar de não ter procuração alguma para sair em defesa do vereador Natan da Carroceria, sinto-me impelido — como articulista e como cidadão atento à cena política local — a expressar minha indignação com o que se configura, até aqui, como um verdadeiro ataque à legitimidade do voto popular. Se há uma vítima nesse imbróglio judicial, essa vítima é Natan. E, por extensão, o povo que ele representa.

Natan não é um político fabricado em gabinete refrigerado nem apadrinhado por grupos poderosos. É uma liderança nascida do chão batido da periferia, moldada pelo suor de quem carregou sonhos sobre carrocerias e ergueu sua voz para ecoar a dor e a esperança do povo do Coveima, da Patagônia e de tantos bairros esquecidos de Vitória da Conquista. Um homem simples, de fala direta, mas de ação constante — reconhecido até por adversários como alguém que não se esconde do povo.

É exatamente por isso que sua cassação soa tão amarga. O que está em julgamento aqui não é apenas um suposto uso de candidatura fictícia — algo que, aliás, precisa ser apurado com o devido rigor e em respeito à legislação eleitoral. O que está sendo ameaçado, no fundo, é o mandato de um representante legítimo da periferia, eleito com votos reais, de gente de carne e osso.

O vereador Natan não é acusado de fraude. Não consta contra ele qualquer ação direta ou pessoal na inscrição da suposta candidatura laranja. O que está sob investigação é a conduta do partido Avante, e não do parlamentar individualmente. E aqui cabe uma pergunta que clama por resposta: deve-se punir o soldado por erro — ou crime — de seu comandante?

O vídeo publicado por Natan, em que reafirma sua permanência no cargo e anuncia a ida a Brasília para recorrer da decisão, é mais que um gesto político: é um grito de resistência. Ele não está apenas defendendo sua cadeira, mas a representatividade de uma parcela da população que raramente vê um dos seus chegar ao Parlamento.

O sistema político brasileiro já é perverso o suficiente para limitar o acesso dos pobres, dos pretos, das mulheres e dos periféricos às instâncias de poder. Quando um desses consegue romper a cerca, a justiça — que deveria ser escudo dos fracos — aparece, por vezes, como espada a serviço dos mais fortes.

É preciso dizer, com todas as letras: a punição de um partido não pode apagar a vontade do povo. O voto não pode ser tratado como peça descartável de um jogo jurídico. E se, de fato, houve má-fé por parte do Avante, que se responsabilize a legenda — mas que se preserve o mandato legitimamente conquistado por quem nada tem a ver com isso.

Que o Tribunal Superior Eleitoral julgue com justiça, sensibilidade e atenção à soberania do voto. E que Natan, com a coragem de quem veio de longe e venceu muitos obstáculos, continue a lutar — não apenas por si, mas por todos aqueles que ainda acreditam que a política pode ser instrumento de transformação.

Neste momento, mais que nunca, o povo precisa de vozes que não se calem.

ARTIGO – O Golpe Silencioso Contra o Futebol Nordestino

 

(Padre Carlos)

Eu não me conformo. Sim, não me conformo com o golpe escancarado — mas convenientemente silenciado — contra o futebol nordestino. E mais grave: ninguém fala. É como se a verdade tivesse sido varrida para debaixo do tapete, num pacto de covardia coletiva. Pois bem, hoje resolvi levantar a voz, empunhar a bandeira do bom senso e da justiça e sair em defesa de um homem da terra: um conquistense, um baiano, um brasileiro que ousou enfrentar o sistema. Ednaldo Rodrigues.

Como explicar que um sujeito de Roraima — sim, Roraima! — um estado que, com todo respeito, não tem sequer representatividade nas divisões nacionais, de repente aparece como o novo “imperador” da CBF? Como é que um estado sem time na Série B, na Série C, quiçá na Série D, consegue gerar o novo czar do futebol brasileiro?

Pois fui atrás. E o nome que apareceu foi esse: Zé Cachal. Pai do novo presidente. Quarenta anos comandando a Federação de Futebol de Roraima. Quarenta! E quem é o melhor amigo do Zé Cachal? Ninguém menos que Romero Jucá. Sim, aquele Romero Jucá: o senador que foi líder dos governos Sarney, FHC, Lula, Dilma… um camaleão de toga e paletó.

E quando se trata de tramoia política, a simbiose é perfeita. O interventor que presidiu a eleição na CBF? Fernando Sarney, filho de José Sarney. A velha política, como sempre, plantando suas sementes em solo fértil — fértil em silêncio, conivência e cumplicidade.

Ednaldo Rodrigues, baiano, enfrentou essa máquina. Foi à Justiça, foi expulso, voltou com liminar, lutou. Foi tragado, sim. Mas resistiu. E quem o apoiava? Rui Costa, ministro da Casa Civil. Jacques Wagner, senador pelo PT. Dois nomes fortes da Bahia. Mas nem isso foi suficiente para derrotar a engrenagem podre da CBF, onde quem manda de verdade são os sobrenomes: Sarney, Sveiter, Jucá.

Hoje, o senhor Ednaldo virou alvo, foi varrido do tabuleiro. Mas não foi sozinho. Foi junto com ele a esperança de um Brasil que pudesse ver um nordestino no comando do futebol mais amado do planeta. Quem preside? Formalmente, um tal de Ednaldo. Na prática? Os bastidores pertencem aos mesmos de sempre. Os de sobrenome influente. Os que, há décadas, sugam o futebol como parasitas da paixão nacional.

Essa vergonha tem nome: CBF. E enquanto o povo assiste calado, o Nordeste perde mais uma. E ninguém diz nada. Pois eu digo.

ARTIGO – O Golpe Silencioso Contra o Futebol Nordestino

 

(Padre Carlos)

Eu não me conformo. Sim, não me conformo com o golpe escancarado — mas convenientemente silenciado — contra o futebol nordestino. E mais grave: ninguém fala. É como se a verdade tivesse sido varrida para debaixo do tapete, num pacto de covardia coletiva. Pois bem, hoje resolvi levantar a voz, empunhar a bandeira do bom senso e da justiça e sair em defesa de um homem da terra: um conquistense, um baiano, um brasileiro que ousou enfrentar o sistema. Ednaldo Rodrigues.

Como explicar que um sujeito de Roraima — sim, Roraima! — um estado que, com todo respeito, não tem sequer representatividade nas divisões nacionais, de repente aparece como o novo “imperador” da CBF? Como é que um estado sem time na Série B, na Série C, quiçá na Série D, consegue gerar o novo czar do futebol brasileiro?

Pois fui atrás. E o nome que apareceu foi esse: Zé Cachal. Pai do novo presidente. Quarenta anos comandando a Federação de Futebol de Roraima. Quarenta! E quem é o melhor amigo do Zé Cachal? Ninguém menos que Romero Jucá. Sim, aquele Romero Jucá: o senador que foi líder dos governos Sarney, FHC, Lula, Dilma… um camaleão de toga e paletó.

E quando se trata de tramoia política, a simbiose é perfeita. O interventor que presidiu a eleição na CBF? Fernando Sarney, filho de José Sarney. A velha política, como sempre, plantando suas sementes em solo fértil — fértil em silêncio, conivência e cumplicidade.

Ednaldo Rodrigues, baiano, enfrentou essa máquina. Foi à Justiça, foi expulso, voltou com liminar, lutou. Foi tragado, sim. Mas resistiu. E quem o apoiava? Rui Costa, ministro da Casa Civil. Jacques Wagner, senador pelo PT. Dois nomes fortes da Bahia. Mas nem isso foi suficiente para derrotar a engrenagem podre da CBF, onde quem manda de verdade são os sobrenomes: Sarney, Sveiter, Jucá.

Hoje, o senhor Ednaldo virou alvo, foi varrido do tabuleiro. Mas não foi sozinho. Foi junto com ele a esperança de um Brasil que pudesse ver um nordestino no comando do futebol mais amado do planeta. Quem preside? Formalmente, um tal de Ednaldo. Na prática? Os bastidores pertencem aos mesmos de sempre. Os de sobrenome influente. Os que, há décadas, sugam o futebol como parasitas da paixão nacional.

Essa vergonha tem nome: CBF. E enquanto o povo assiste calado, o Nordeste perde mais uma. E ninguém diz nada. Pois eu digo.

Sentimento de Pertencimento e Responsabilidade com o Espaço Público

 

(Padre Carlos)

A recente requalificação do Parque Municipal da Lagoa das Bateias reacende um debate antigo, mas essencial: o cuidado com o que é de todos. Mais do que uma intervenção estrutural, trata-se de um chamado à consciência coletiva. É preciso cultivar, entre nós, o sentimento de pertencimento aos equipamentos públicos. Um campo de futebol society, uma praça, uma quadra, uma pista de caminhada – tudo isso é patrimônio do povo e, por isso mesmo, requer zelo, manutenção e, acima de tudo, corresponsabilidade.

Infelizmente, ainda somos herdeiros de uma cultura que trata o que é público como se fosse de ninguém. Vandalizamos, abandonamos, e, pior, esperamos que o poder público dê conta sozinho de tudo – mesmo quando os recursos são escassos e a demanda social é crescente. Não há gestão pública eficiente sem o apoio consciente da sociedade. Não há política pública sustentável sem a valorização do que é construído com dinheiro do povo.

Neste contexto, a proposta da Secretaria Municipal de Esportes de Vitória da Conquista, liderada por Chico Estrela, merece atenção e reconhecimento. Ao sugerir uma pequena contribuição dos usuários do campo para garantir sua manutenção, a gestão toca em um ponto sensível, porém necessário: a responsabilidade coletiva. Chico tem razão quando afirma que “é lógico que o patrimônio é público, mas a gente precisa dar manutenção”. A frase, embora simples, traduz uma visão madura de gestão e cidadania.

O desgaste constante de gramados sintéticos, refletores queimados, e estruturas danificadas mostra que não basta inaugurar ou reformar: é preciso manter. E manutenção custa. Se cada grupo de atletas que usufrui regularmente do espaço contribuir com um valor simbólico, como sugerido, cria-se não apenas uma fonte de receita, mas uma cultura de corresponsabilidade. Mais do que pagar, trata-se de participar da preservação.

Parabéns, Chico Estrela, por conduzir essa secretaria com coragem e lucidez. Ao provocar esse debate, você nos obriga a sair da zona de conforto e a refletir sobre o que, de fato, significa o acesso democrático ao esporte e ao lazer. Não é impedir o povo de usar o que é seu, mas sim garantir que continue sendo seu por muitos anos.

Que o Ministério Público, agora instado a se pronunciar sobre a proposta, leve em conta não apenas a letra fria da lei, mas também o espírito da cidadania ativa. Porque acesso sem cuidado é abandono. E patrimônio público sem pertencimento é ruína anunciada.

Vitória da Conquista precisa, mais do que nunca, de uma gestão pública que convoque seus cidadãos à corresponsabilidade. E isso começa com pequenas atitudes que, somadas, constroem uma cidade melhor para todos.

Sentimento de Pertencimento e Responsabilidade com o Espaço Público

 

(Padre Carlos)

A recente requalificação do Parque Municipal da Lagoa das Bateias reacende um debate antigo, mas essencial: o cuidado com o que é de todos. Mais do que uma intervenção estrutural, trata-se de um chamado à consciência coletiva. É preciso cultivar, entre nós, o sentimento de pertencimento aos equipamentos públicos. Um campo de futebol society, uma praça, uma quadra, uma pista de caminhada – tudo isso é patrimônio do povo e, por isso mesmo, requer zelo, manutenção e, acima de tudo, corresponsabilidade.

Infelizmente, ainda somos herdeiros de uma cultura que trata o que é público como se fosse de ninguém. Vandalizamos, abandonamos, e, pior, esperamos que o poder público dê conta sozinho de tudo – mesmo quando os recursos são escassos e a demanda social é crescente. Não há gestão pública eficiente sem o apoio consciente da sociedade. Não há política pública sustentável sem a valorização do que é construído com dinheiro do povo.

Neste contexto, a proposta da Secretaria Municipal de Esportes de Vitória da Conquista, liderada por Chico Estrela, merece atenção e reconhecimento. Ao sugerir uma pequena contribuição dos usuários do campo para garantir sua manutenção, a gestão toca em um ponto sensível, porém necessário: a responsabilidade coletiva. Chico tem razão quando afirma que “é lógico que o patrimônio é público, mas a gente precisa dar manutenção”. A frase, embora simples, traduz uma visão madura de gestão e cidadania.

O desgaste constante de gramados sintéticos, refletores queimados, e estruturas danificadas mostra que não basta inaugurar ou reformar: é preciso manter. E manutenção custa. Se cada grupo de atletas que usufrui regularmente do espaço contribuir com um valor simbólico, como sugerido, cria-se não apenas uma fonte de receita, mas uma cultura de corresponsabilidade. Mais do que pagar, trata-se de participar da preservação.

Parabéns, Chico Estrela, por conduzir essa secretaria com coragem e lucidez. Ao provocar esse debate, você nos obriga a sair da zona de conforto e a refletir sobre o que, de fato, significa o acesso democrático ao esporte e ao lazer. Não é impedir o povo de usar o que é seu, mas sim garantir que continue sendo seu por muitos anos.

Que o Ministério Público, agora instado a se pronunciar sobre a proposta, leve em conta não apenas a letra fria da lei, mas também o espírito da cidadania ativa. Porque acesso sem cuidado é abandono. E patrimônio público sem pertencimento é ruína anunciada.

Vitória da Conquista precisa, mais do que nunca, de uma gestão pública que convoque seus cidadãos à corresponsabilidade. E isso começa com pequenas atitudes que, somadas, constroem uma cidade melhor para todos.

O Brilho Apagado e a Semente da Cura

 

 

Em um bairro tranquilo, onde as casas se aninhavam umas perto das outras, viviam dois garotos: Léo e Davi. Léo era um menino de olhos curiosos e um sorriso que iluminava qualquer ambiente. Desde cedo, ele se destacava em tudo que fazia. Na escola, suas notas eram sempre as mais altas; no campinho de futebol, seus dribles deixavam todos para trás; e até mesmo na hora de desenhar, suas cores pareciam ganhar vida própria. Léo irradiava um brilho natural, uma alegria contagiante que atraía a todos.

Davi, que morava na casa ao lado, observava Léo com uma mistura de admiração e algo mais, algo que ele mesmo não compreendia. No começo, era apenas um incômodo, uma pontada no peito quando via Léo ser elogiado. Mas, com o tempo, essa pontada se transformou em uma sombra, um sentimento que crescia em seu coração: a ciúmeira. Davi começou a achar que Léo “exagerava”, que era “demais” o seu talento, a sua felicidade.

Um dia, durante uma brincadeira no quintal, Davi teve uma ideia sombria. Ele convenceu Léo a explorar um velho porão que havia na casa de sua avó, um lugar escuro e esquecido, cheio de teias de aranha e um cheiro de mofo. “Vamos ver quem aguenta mais tempo lá embaixo!”, disse Davi com um sorriso forçado. Léo, sempre disposto a um desafio, aceitou. Mas, assim que Léo desceu os primeiros degraus, Davi, tomado pela inveja, fechou a pesada porta de madeira, trancando-a por fora.

Lá dentro, Léo, confuso e com um pouco de medo, tentava entender o que acontecia. O porão era escuro, abafado, e ele não via mais o sol, nem ouvia as risadas dos amigos. Seu brilho, aos poucos, começou a se apagar naquele ambiente opressor. Davi, do lado de fora, sentiu um alívio momentâneo, como se tivesse finalmente “apagado” o brilho de Léo. Mas a verdade é que, ao trancar Léo, ele também se trancou em sua própria escuridão.

Os dias passaram. Léo, mesmo no porão, encontrou formas de se manter vivo, lembrando-se das coisas boas, das lições que aprendera. Ele sabia que o brilho verdadeiro vinha de dentro. Enquanto isso, Davi, apesar de ter “vencido” sua batalha contra Léo, sentia um vazio imenso. A vitória não trouxe alegria, apenas um peso em sua consciência. Ele percebeu que, ao tentar ofuscar o outro, ele mesmo se tornara menor.

Um dia, a mãe de Davi, preocupada com o sumiço de Léo, descobriu o que havia acontecido. A tristeza e a vergonha tomaram conta de Davi. Ele entendeu que a ciúmeira não constrói, apenas destrói. Destrói o outro, mas, principalmente, destrói a si mesmo.

Com a ajuda dos pais, Davi foi até o porão e libertou Léo. O reencontro foi repleto de lágrimas, mas também de uma nova esperança. Léo, com seu espírito resiliente, não guardou rancor. Ele entendeu que o que movia Davi era a dor, a falta de luz em seu próprio coração.

Essa história nos mostra como a ciúmeira pode nos levar a atos que tentam apagar o brilho alheio. É um sentimento que, muitas vezes, nasce da insegurança e da falta de amor próprio. A humanidade, de fato, precisa de cura para esses sentimentos destrutivos. Em vez de querer apagar o brilho do outro, deveríamos nos inspirar nele, buscando cultivar nossa própria luz.

E é aí que entra a força da nossa fé. Pedir ao Espírito Santo que nos blinde, que nos vista com a armadura divina, é o caminho para nos protegermos dessas energias negativas. É pedir que o amor, a paz e a compreensão prevaleçam, transformando a escuridão em luz, o ódio em compaixão. Porque, no fundo, todos nós temos um brilho único a oferecer ao mundo, e o verdadeiro lar é aquele onde esse brilho pode florescer, livre de inveja e cheio de amor.

Lucas Batista

O Brilho Apagado e a Semente da Cura

 

 

Em um bairro tranquilo, onde as casas se aninhavam umas perto das outras, viviam dois garotos: Léo e Davi. Léo era um menino de olhos curiosos e um sorriso que iluminava qualquer ambiente. Desde cedo, ele se destacava em tudo que fazia. Na escola, suas notas eram sempre as mais altas; no campinho de futebol, seus dribles deixavam todos para trás; e até mesmo na hora de desenhar, suas cores pareciam ganhar vida própria. Léo irradiava um brilho natural, uma alegria contagiante que atraía a todos.

Davi, que morava na casa ao lado, observava Léo com uma mistura de admiração e algo mais, algo que ele mesmo não compreendia. No começo, era apenas um incômodo, uma pontada no peito quando via Léo ser elogiado. Mas, com o tempo, essa pontada se transformou em uma sombra, um sentimento que crescia em seu coração: a ciúmeira. Davi começou a achar que Léo “exagerava”, que era “demais” o seu talento, a sua felicidade.

Um dia, durante uma brincadeira no quintal, Davi teve uma ideia sombria. Ele convenceu Léo a explorar um velho porão que havia na casa de sua avó, um lugar escuro e esquecido, cheio de teias de aranha e um cheiro de mofo. “Vamos ver quem aguenta mais tempo lá embaixo!”, disse Davi com um sorriso forçado. Léo, sempre disposto a um desafio, aceitou. Mas, assim que Léo desceu os primeiros degraus, Davi, tomado pela inveja, fechou a pesada porta de madeira, trancando-a por fora.

Lá dentro, Léo, confuso e com um pouco de medo, tentava entender o que acontecia. O porão era escuro, abafado, e ele não via mais o sol, nem ouvia as risadas dos amigos. Seu brilho, aos poucos, começou a se apagar naquele ambiente opressor. Davi, do lado de fora, sentiu um alívio momentâneo, como se tivesse finalmente “apagado” o brilho de Léo. Mas a verdade é que, ao trancar Léo, ele também se trancou em sua própria escuridão.

Os dias passaram. Léo, mesmo no porão, encontrou formas de se manter vivo, lembrando-se das coisas boas, das lições que aprendera. Ele sabia que o brilho verdadeiro vinha de dentro. Enquanto isso, Davi, apesar de ter “vencido” sua batalha contra Léo, sentia um vazio imenso. A vitória não trouxe alegria, apenas um peso em sua consciência. Ele percebeu que, ao tentar ofuscar o outro, ele mesmo se tornara menor.

Um dia, a mãe de Davi, preocupada com o sumiço de Léo, descobriu o que havia acontecido. A tristeza e a vergonha tomaram conta de Davi. Ele entendeu que a ciúmeira não constrói, apenas destrói. Destrói o outro, mas, principalmente, destrói a si mesmo.

Com a ajuda dos pais, Davi foi até o porão e libertou Léo. O reencontro foi repleto de lágrimas, mas também de uma nova esperança. Léo, com seu espírito resiliente, não guardou rancor. Ele entendeu que o que movia Davi era a dor, a falta de luz em seu próprio coração.

Essa história nos mostra como a ciúmeira pode nos levar a atos que tentam apagar o brilho alheio. É um sentimento que, muitas vezes, nasce da insegurança e da falta de amor próprio. A humanidade, de fato, precisa de cura para esses sentimentos destrutivos. Em vez de querer apagar o brilho do outro, deveríamos nos inspirar nele, buscando cultivar nossa própria luz.

E é aí que entra a força da nossa fé. Pedir ao Espírito Santo que nos blinde, que nos vista com a armadura divina, é o caminho para nos protegermos dessas energias negativas. É pedir que o amor, a paz e a compreensão prevaleçam, transformando a escuridão em luz, o ódio em compaixão. Porque, no fundo, todos nós temos um brilho único a oferecer ao mundo, e o verdadeiro lar é aquele onde esse brilho pode florescer, livre de inveja e cheio de amor.

Lucas Batista

ARTIGO – A Vida, o Amor e o Milagre de Cada Encontro

(Padre Carlos)

A vida… ah, a vida! Esse sopro misterioso que nos atravessa como o vento nos campos, esse pulsar silencioso que embala nossos dias sem que percebamos seu milagre. Tantas vezes esquecemos o quanto é raro simplesmente estar aqui — com o coração batendo, os olhos se abrindo ao amanhecer, e a chance renovada de fazer o bem.

Sim, a vida é um presente. Não qualquer presente — mas um dom sagrado, embrulhado em ternura e inquietações, alegrias e desafios. Recebê-la é uma honra, mas vivê-la com amor é uma escolha diária. E é nessa escolha que o ser humano se encontra com sua verdadeira essência.

Os encontros que temos — com amigos, desconhecidos, com aqueles que amamos e até com os que nos ferem — não são acasos. São, como diria Antoine de Saint-Exupéry, “encontros de alma que estavam marcados desde antes de nascermos”. Cada rosto que cruza o nosso caminho carrega uma mensagem, um ensinamento ou uma oportunidade de transformar.

E que oportunidade maior pode haver do que compartilhar amor? O amor, quando é verdadeiro, não se desgasta — ele se multiplica. Quanto mais damos, mais temos. Quanto mais dividimos, mais nos tornamos inteiros. Ele é a resposta que não precisa ser explicada, apenas vivida. Porque o amor é o idioma de Deus, é a língua secreta com que o universo se comunica quando tudo parece ruir.

Há quem pergunte: “O que dá sentido à vida?” E eu, com a sabedoria dos simples e a fé dos teimosos, responderia: o bem. O bem é o que sobra quando o orgulho se vai, quando a pressa diminui, quando enxergamos o outro com os olhos do coração. Fazer o bem é mais do que um ato; é um modo de ser. E, como o amor, ele retorna, sempre retorna.

É por isso que peço, com a humildade de quem também falha: olhemos uns aos outros com amor e respeito. Ninguém carrega nos ombros uma história que você conheça por inteiro. Cada pessoa que passa por nós carrega uma luta invisível, uma ferida aberta, uma esperança adormecida.

Agradeçamos, pois, à vida — não apenas pela nossa respiração, mas pela chance de sermos instrumentos do bem. Que possamos, todos os dias, tocar corações com nossas palavras, aquecer almas com nossas ações, e semear amor como quem espalha luz em meio à escuridão.

No fim, não seremos lembrados pelos bens que acumulamos, mas pelos gestos de compaixão que deixamos no caminho. Porque, como escreveu o poeta Rainer Maria Rilke, “a única pátria verdadeira do ser humano é o coração do outro”.

E que lindo é habitar corações com amor.

ARTIGO – A Vida, o Amor e o Milagre de Cada Encontro

(Padre Carlos)

A vida… ah, a vida! Esse sopro misterioso que nos atravessa como o vento nos campos, esse pulsar silencioso que embala nossos dias sem que percebamos seu milagre. Tantas vezes esquecemos o quanto é raro simplesmente estar aqui — com o coração batendo, os olhos se abrindo ao amanhecer, e a chance renovada de fazer o bem.

Sim, a vida é um presente. Não qualquer presente — mas um dom sagrado, embrulhado em ternura e inquietações, alegrias e desafios. Recebê-la é uma honra, mas vivê-la com amor é uma escolha diária. E é nessa escolha que o ser humano se encontra com sua verdadeira essência.

Os encontros que temos — com amigos, desconhecidos, com aqueles que amamos e até com os que nos ferem — não são acasos. São, como diria Antoine de Saint-Exupéry, “encontros de alma que estavam marcados desde antes de nascermos”. Cada rosto que cruza o nosso caminho carrega uma mensagem, um ensinamento ou uma oportunidade de transformar.

E que oportunidade maior pode haver do que compartilhar amor? O amor, quando é verdadeiro, não se desgasta — ele se multiplica. Quanto mais damos, mais temos. Quanto mais dividimos, mais nos tornamos inteiros. Ele é a resposta que não precisa ser explicada, apenas vivida. Porque o amor é o idioma de Deus, é a língua secreta com que o universo se comunica quando tudo parece ruir.

Há quem pergunte: “O que dá sentido à vida?” E eu, com a sabedoria dos simples e a fé dos teimosos, responderia: o bem. O bem é o que sobra quando o orgulho se vai, quando a pressa diminui, quando enxergamos o outro com os olhos do coração. Fazer o bem é mais do que um ato; é um modo de ser. E, como o amor, ele retorna, sempre retorna.

É por isso que peço, com a humildade de quem também falha: olhemos uns aos outros com amor e respeito. Ninguém carrega nos ombros uma história que você conheça por inteiro. Cada pessoa que passa por nós carrega uma luta invisível, uma ferida aberta, uma esperança adormecida.

Agradeçamos, pois, à vida — não apenas pela nossa respiração, mas pela chance de sermos instrumentos do bem. Que possamos, todos os dias, tocar corações com nossas palavras, aquecer almas com nossas ações, e semear amor como quem espalha luz em meio à escuridão.

No fim, não seremos lembrados pelos bens que acumulamos, mas pelos gestos de compaixão que deixamos no caminho. Porque, como escreveu o poeta Rainer Maria Rilke, “a única pátria verdadeira do ser humano é o coração do outro”.

E que lindo é habitar corações com amor.

ARTIGO – A Rede que Salva Vidas: Sensibilidade Além da Lei

 

(Padre Carlos)

“Não basta conhecer as leis, é preciso ter sensibilidade.” A frase do presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro, proferida durante o lançamento da Rede de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres e Meninas, é muito mais que um comentário político: é uma convocação moral, ética e humana. Porque legislar é uma responsabilidade técnica, mas proteger vidas é um imperativo de humanidade.

Desde 2017, mais de 17 mil mulheres buscaram socorro em Vitória da Conquista. A estatística, por si só, é um grito de socorro coletivo. Somente hoje, mais de 200 mulheres estão sob acompanhamento do Centro Albertina Vasconcelos, e isso nos diz que a violência contra mulheres não é um tema para discursos ocasionais, mas uma emergência cotidiana, estrutural e epidêmica. E como toda epidemia, exige mais que protocolos: exige uma rede viva, integrada e sensível.

A criação do Comitê Permanente Interinstitucional, formalizada com o decreto da prefeita Sheila Lemos, é um divisor de águas. Ao reunir Executivo, Legislativo, Judiciário, forças policiais, OAB, Defensoria Pública, conselhos e entidades civis, o município lança um pacto pela vida das mulheres. E esse pacto só terá força se for alimentado pela empatia, pela escuta ativa e pela coragem de agir diante da dor.

É louvável ver Conquista liderando essa agenda. A prefeita não apenas sancionou uma medida: ela anunciou uma visão de futuro. A Casa da Mulher Brasileira e a Guardiã Maria da Penha, dentro da Guarda Municipal, são sinais concretos de que não basta responder à violência — é preciso preveni-la, enfrentá-la, romper com o silêncio e proteger quem ainda sofre escondida atrás das cortinas da vergonha e do medo.

Viviane Ferreira, secretária de Políticas para as Mulheres, foi cirúrgica ao definir o fenômeno como “uma epidemia que ceifa vidas e causa sofrimento”. A Ronda Maria da Penha, sob o comando da Tenente Velania, e a Guarda Municipal, sob a orientação do Capitão Lemos, reconhecem que a subnotificação é a grande muralha que ainda precisa ser derrubada. E para isso, a palavra-chave é confiança. Confiança na rede. Confiança no acolhimento. Confiança na ação.

Mas aqui cabe uma advertência: leis frias e distantes não salvam vidas. Relatórios não acolhem mulheres em desespero. Códigos penais não enxugam lágrimas. Só a sensibilidade faz isso. É esse o ponto de inflexão do discurso do presidente Ivan Cordeiro. Sensibilidade não é favor, é obrigação pública.

Ter uma bancada feminina inédita na Câmara é também uma revolução simbólica e prática. Mulheres no parlamento trazem à luz realidades que muitas vezes são invisíveis aos olhos da política tradicional. Elas não apenas legislam: elas representam a dor de muitas, a esperança de tantas e a luta de todas.

Vitória da Conquista dá agora um passo que vai muito além da institucionalidade. Dá um passo em direção à dignidade. E que esse passo se transforme em caminhada, em jornada, em política de Estado — com orçamento, com metas, com fiscalização e, sobretudo, com compromisso.

Porque no final, não é sobre leis. É sobre vidas.

ARTIGO – A Rede que Salva Vidas: Sensibilidade Além da Lei

 

(Padre Carlos)

“Não basta conhecer as leis, é preciso ter sensibilidade.” A frase do presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro, proferida durante o lançamento da Rede de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres e Meninas, é muito mais que um comentário político: é uma convocação moral, ética e humana. Porque legislar é uma responsabilidade técnica, mas proteger vidas é um imperativo de humanidade.

Desde 2017, mais de 17 mil mulheres buscaram socorro em Vitória da Conquista. A estatística, por si só, é um grito de socorro coletivo. Somente hoje, mais de 200 mulheres estão sob acompanhamento do Centro Albertina Vasconcelos, e isso nos diz que a violência contra mulheres não é um tema para discursos ocasionais, mas uma emergência cotidiana, estrutural e epidêmica. E como toda epidemia, exige mais que protocolos: exige uma rede viva, integrada e sensível.

A criação do Comitê Permanente Interinstitucional, formalizada com o decreto da prefeita Sheila Lemos, é um divisor de águas. Ao reunir Executivo, Legislativo, Judiciário, forças policiais, OAB, Defensoria Pública, conselhos e entidades civis, o município lança um pacto pela vida das mulheres. E esse pacto só terá força se for alimentado pela empatia, pela escuta ativa e pela coragem de agir diante da dor.

É louvável ver Conquista liderando essa agenda. A prefeita não apenas sancionou uma medida: ela anunciou uma visão de futuro. A Casa da Mulher Brasileira e a Guardiã Maria da Penha, dentro da Guarda Municipal, são sinais concretos de que não basta responder à violência — é preciso preveni-la, enfrentá-la, romper com o silêncio e proteger quem ainda sofre escondida atrás das cortinas da vergonha e do medo.

Viviane Ferreira, secretária de Políticas para as Mulheres, foi cirúrgica ao definir o fenômeno como “uma epidemia que ceifa vidas e causa sofrimento”. A Ronda Maria da Penha, sob o comando da Tenente Velania, e a Guarda Municipal, sob a orientação do Capitão Lemos, reconhecem que a subnotificação é a grande muralha que ainda precisa ser derrubada. E para isso, a palavra-chave é confiança. Confiança na rede. Confiança no acolhimento. Confiança na ação.

Mas aqui cabe uma advertência: leis frias e distantes não salvam vidas. Relatórios não acolhem mulheres em desespero. Códigos penais não enxugam lágrimas. Só a sensibilidade faz isso. É esse o ponto de inflexão do discurso do presidente Ivan Cordeiro. Sensibilidade não é favor, é obrigação pública.

Ter uma bancada feminina inédita na Câmara é também uma revolução simbólica e prática. Mulheres no parlamento trazem à luz realidades que muitas vezes são invisíveis aos olhos da política tradicional. Elas não apenas legislam: elas representam a dor de muitas, a esperança de tantas e a luta de todas.

Vitória da Conquista dá agora um passo que vai muito além da institucionalidade. Dá um passo em direção à dignidade. E que esse passo se transforme em caminhada, em jornada, em política de Estado — com orçamento, com metas, com fiscalização e, sobretudo, com compromisso.

Porque no final, não é sobre leis. É sobre vidas.

A Duplicação, Só Depois… ou Nunca?

 

 

 

Por José Maria Caires

O Brasil é um país onde o essencial vira promessa, e a promessa vira espera. A duplicação da BR-116, um clamor antigo e legítimo de quem vive, trafega e sobrevive no Sudoeste baiano, mais uma vez entra na fila da burocracia, da omissão política e da lenta engrenagem estatal. O povo quer estrada, mas Brasília só entrega desculpas.

Antes de resolver o drama dos buracos e das ultrapassagens mortais, a prioridade parece ser outra: aumentar o número de Deputados Federais — como se o país precisasse de mais parlamentares para representar melhor os seus próprios interesses. Uma proposta que aguarda a caneta do Presidente Lula e já nos antecipa o tom da próxima legislatura: mais polêmica, mais gastos, mais Brasília.

Enquanto isso, o famigerado tarifaço ocupa o centro das negociações. O governo está empenhado em conter os danos e manter alguma governabilidade. E o IOF? Suspenso. Mas à espera de uma reunião dos Três Poderes — isso mesmo, o Brasil precisa de três chefes de poder para decidir se vai ou não pesar ainda mais no bolso do cidadão.

A duplicação? Só depois…

A ANTT fez o que lhe cabia. Realizou quatro audiências públicas — em Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista e Brasília. Recolheu sugestões, acenos de esperança, críticas e revolta. Agora o contrato da nova concessionária está em análise, em trâmite burocrático. Quando tudo estiver “redondinho”, segue para o Tribunal de Contas da União. A previsão é que o edital saia em dezembro de 2025.

Mas é aí que entra o Brasil real: se não houver impugnação. Se não houver recurso administrativo. Se não houver judicialização. Se houver empresas interessadas. Se o leilão não for deserto. Se…

Se tudo der certo — e essa expressão já carrega o pessimismo do nosso cotidiano — em 2026 teremos uma nova empresa no lugar da VIABAHIA. Uma nova esperança. Uma nova promessa. Um novo contrato. E quem sabe, uma nova estrada.

O problema é que já vimos esse filme antes. E como toda reprise brasileira, o final é o mesmo: a duplicação fica para depois.

Só que o povo do Sudoeste não pode mais esperar. A rodovia é artéria vital da nossa economia, é corredor humano de estudantes, comerciantes, caminhoneiros e famílias inteiras. Cada dia sem duplicação é um risco a mais, uma vida a menos, uma negligência oficializada.

Não queremos audiência pública, queremos ação concreta. Não queremos aditivos e adiantamentos, queremos resultado. E não queremos mais um contrato como o da VIABAHIA — um fracasso com pedágio caro e pista precária.

Duplicar a BR-116 não é luxo. É justiça. É segurança. É compromisso com o desenvolvimento. E se a duplicação for mesmo para depois, que se diga quando. Porque “depois”, no dicionário da política brasileira, costuma ser sinônimo de nunca.

José Maria Caires
Súplica Sudoeste

A Duplicação, Só Depois… ou Nunca?

 

 

 

Por José Maria Caires

O Brasil é um país onde o essencial vira promessa, e a promessa vira espera. A duplicação da BR-116, um clamor antigo e legítimo de quem vive, trafega e sobrevive no Sudoeste baiano, mais uma vez entra na fila da burocracia, da omissão política e da lenta engrenagem estatal. O povo quer estrada, mas Brasília só entrega desculpas.

Antes de resolver o drama dos buracos e das ultrapassagens mortais, a prioridade parece ser outra: aumentar o número de Deputados Federais — como se o país precisasse de mais parlamentares para representar melhor os seus próprios interesses. Uma proposta que aguarda a caneta do Presidente Lula e já nos antecipa o tom da próxima legislatura: mais polêmica, mais gastos, mais Brasília.

Enquanto isso, o famigerado tarifaço ocupa o centro das negociações. O governo está empenhado em conter os danos e manter alguma governabilidade. E o IOF? Suspenso. Mas à espera de uma reunião dos Três Poderes — isso mesmo, o Brasil precisa de três chefes de poder para decidir se vai ou não pesar ainda mais no bolso do cidadão.

A duplicação? Só depois…

A ANTT fez o que lhe cabia. Realizou quatro audiências públicas — em Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista e Brasília. Recolheu sugestões, acenos de esperança, críticas e revolta. Agora o contrato da nova concessionária está em análise, em trâmite burocrático. Quando tudo estiver “redondinho”, segue para o Tribunal de Contas da União. A previsão é que o edital saia em dezembro de 2025.

Mas é aí que entra o Brasil real: se não houver impugnação. Se não houver recurso administrativo. Se não houver judicialização. Se houver empresas interessadas. Se o leilão não for deserto. Se…

Se tudo der certo — e essa expressão já carrega o pessimismo do nosso cotidiano — em 2026 teremos uma nova empresa no lugar da VIABAHIA. Uma nova esperança. Uma nova promessa. Um novo contrato. E quem sabe, uma nova estrada.

O problema é que já vimos esse filme antes. E como toda reprise brasileira, o final é o mesmo: a duplicação fica para depois.

Só que o povo do Sudoeste não pode mais esperar. A rodovia é artéria vital da nossa economia, é corredor humano de estudantes, comerciantes, caminhoneiros e famílias inteiras. Cada dia sem duplicação é um risco a mais, uma vida a menos, uma negligência oficializada.

Não queremos audiência pública, queremos ação concreta. Não queremos aditivos e adiantamentos, queremos resultado. E não queremos mais um contrato como o da VIABAHIA — um fracasso com pedágio caro e pista precária.

Duplicar a BR-116 não é luxo. É justiça. É segurança. É compromisso com o desenvolvimento. E se a duplicação for mesmo para depois, que se diga quando. Porque “depois”, no dicionário da política brasileira, costuma ser sinônimo de nunca.

José Maria Caires
Súplica Sudoeste

O Despertar de uma Nova Era Vitória da Conquista e a Revolução dos Bairros Planejados

 

 


Caros leitores,

Há momentos na história de uma cidade em que o futuro bate à porta não como uma promessa distante, mas como uma realidade palpável, concreta, transformadora. Vitória da Conquista vive um desses momentos únicos – um ponto de inflexão que separará para sempre o “antes” do “depois” em nossa trajetória urbana.

O Arquiteto do Impossível

Quando Jardel Cardozo Couto assumiu a liderança da VCA Construtora, poucos imaginavam que testemunharíamos uma revolução silenciosa nas paisagens urbanas do Nordeste. Seu manifesto à Revista Veja não foi apenas uma declaração de intenções – foi o primeiro golpe de martelo em uma obra que está redefinindo o que significa “viver bem” em nossa região.

“Estamos promovendo um processo disruptivo no desenvolvimento urbano das cidades do Nordeste” – essas palavras ecoam como um manifesto de libertação. Libertação dos padrões medíocres que por décadas nos foram impostos como “o máximo que podemos aspirar”. Libertação da mentalidade que aceita o “menos” como destino natural de nossa gente.

A Geometria da Esperança

Vários projetos.  Milhões investidos. Números que, por si só, já impressionam. Mas há algo muito mais poderoso por trás dessa matemática do progresso: a geometria da esperança que se desenha nos mapas de várias cidades da Bahia

Cada bairro planejado é mais que um conjunto de ruas e residências – é uma declaração de fé no potencial humano de nossa região. É a materialização de um sonho que muitos consideravam impossível: que o nordestino pudesse desfrutar, em sua própria terra, do mesmo padrão de qualidade de vida encontrado nos grandes centros urbanos.

O Efeito Dominó da Transformação

O que presenciamos não é apenas construção civil – é engenharia social em sua forma mais nobre. Quando uma família se muda para um bairro planejado, não está apenas mudando de endereço; está mudando de classe social, de perspectiva de futuro, de autoestima coletiva.

O comerciante local sente o movimento. O prestador de serviços percebe a demanda. O jovem profissional vislumbra oportunidades que antes só existiam em São Paulo ou Rio de Janeiro. É o efeito dominó da transformação – cada peça que cai ergue duas outras em seu lugar.

A Coragem de Sonhar Grande

Existe algo profundamente corajoso na visão da VCA Construtora. Em um país onde muitos empresários se contentam com o lucro fácil, apostar em inovação, acessibilidade e qualidade simultaneamente é quase um ato de rebeldia. É escolher o caminho mais difícil porque é o caminho certo.

Couto e sua equipe entenderam algo fundamental: não basta construir casas – é preciso construir comunidades. Não basta vender imóveis – é preciso vender sonhos realizáveis. Não basta lucrar – é preciso transformar.

O Nordeste que Se Reinventa

Por décadas, nossa região foi retratada como sinônimo de êxodo, de limitações, de conformismo. Os bairros planejados da VCA Construtora são a resposta eloquente a essa narrativa ultrapassada. Somos, sim, uma região que se reinventa, que inova, que atrai investimentos e que retém talentos.

Quando um jovem engenheiro formado na UESB decide permanecer em Vitória da Conquista porque encontra aqui as mesmas oportunidades que encontraria em qualquer capital, o projeto da VCA já cumpriu seu papel maior: interromper o ciclo de migração forçada que sangrou nossa região por gerações.

A Responsabilidade do Sucesso

Com grandes conquistas vêm grandes responsabilidades. O sucesso desses empreendimentos não pode ser medido apenas em unidades vendidas ou lucros obtidos. O verdadeiro termômetro será a qualidade de vida das famílias que escolherem esses bairros como lar, o fortalecimento do tecido social local e o exemplo inspirador que se tornará para outros empreendedores.

A VCA Construtora não está apenas construindo bairros – está construindo um novo padrão de excelência para o setor imobiliário nordestino. Está provando que é possível ser rentável sem ser predatório, inovador sem ser excludente, ambicioso sem ser irresponsável.

O Chamado à Ação

Nós, cidadãos conquistenses, somos testemunhas privilegiadas dessa transformação. Mas mais que isso: somos protagonistas. Cada apoio que damos a iniciativas como essa, cada escolha consciente por qualidade ao invés de preço baixo, cada voto de confiança em empresários visionários é um tijolo a mais na construção da cidade que queremos legar aos nossos filhos.

A VCA Construtora apostou em nós. Apostou em nossa capacidade de reconhecer a excelência, de valorizar a inovação, de abraçar o futuro. Chegou a hora de retribuirmos essa confiança com nosso engajamento ativo na construção de uma Vitória da Conquista à altura de nossos sonhos mais audaciosos.

O Futuro que Já Começou

Quando os primeiros moradores receberem as chaves de suas casas nesses bairros planejados, não estarão apenas inaugurando suas novas moradias. Estarão inaugurando uma nova era para nossa cidade – uma era em que o impossível se torna possível, em que o sonho se torna realidade, em que o futuro finalmente chega ao presente.

Vitória da Conquista, prepare-se. Seu melhor capítulo está apenas começando a ser escrito. E nós, todos nós, somos os coautores dessa história que promete ser épica.


Com admiração pela coragem de transformar sonhos em realidade,

Um cronista do progresso conquistense

Padre Carlos

O Despertar de uma Nova Era Vitória da Conquista e a Revolução dos Bairros Planejados

 

 


Caros leitores,

Há momentos na história de uma cidade em que o futuro bate à porta não como uma promessa distante, mas como uma realidade palpável, concreta, transformadora. Vitória da Conquista vive um desses momentos únicos – um ponto de inflexão que separará para sempre o “antes” do “depois” em nossa trajetória urbana.

O Arquiteto do Impossível

Quando Jardel Cardozo Couto assumiu a liderança da VCA Construtora, poucos imaginavam que testemunharíamos uma revolução silenciosa nas paisagens urbanas do Nordeste. Seu manifesto à Revista Veja não foi apenas uma declaração de intenções – foi o primeiro golpe de martelo em uma obra que está redefinindo o que significa “viver bem” em nossa região.

“Estamos promovendo um processo disruptivo no desenvolvimento urbano das cidades do Nordeste” – essas palavras ecoam como um manifesto de libertação. Libertação dos padrões medíocres que por décadas nos foram impostos como “o máximo que podemos aspirar”. Libertação da mentalidade que aceita o “menos” como destino natural de nossa gente.

A Geometria da Esperança

Vários projetos.  Milhões investidos. Números que, por si só, já impressionam. Mas há algo muito mais poderoso por trás dessa matemática do progresso: a geometria da esperança que se desenha nos mapas de várias cidades da Bahia

Cada bairro planejado é mais que um conjunto de ruas e residências – é uma declaração de fé no potencial humano de nossa região. É a materialização de um sonho que muitos consideravam impossível: que o nordestino pudesse desfrutar, em sua própria terra, do mesmo padrão de qualidade de vida encontrado nos grandes centros urbanos.

O Efeito Dominó da Transformação

O que presenciamos não é apenas construção civil – é engenharia social em sua forma mais nobre. Quando uma família se muda para um bairro planejado, não está apenas mudando de endereço; está mudando de classe social, de perspectiva de futuro, de autoestima coletiva.

O comerciante local sente o movimento. O prestador de serviços percebe a demanda. O jovem profissional vislumbra oportunidades que antes só existiam em São Paulo ou Rio de Janeiro. É o efeito dominó da transformação – cada peça que cai ergue duas outras em seu lugar.

A Coragem de Sonhar Grande

Existe algo profundamente corajoso na visão da VCA Construtora. Em um país onde muitos empresários se contentam com o lucro fácil, apostar em inovação, acessibilidade e qualidade simultaneamente é quase um ato de rebeldia. É escolher o caminho mais difícil porque é o caminho certo.

Couto e sua equipe entenderam algo fundamental: não basta construir casas – é preciso construir comunidades. Não basta vender imóveis – é preciso vender sonhos realizáveis. Não basta lucrar – é preciso transformar.

O Nordeste que Se Reinventa

Por décadas, nossa região foi retratada como sinônimo de êxodo, de limitações, de conformismo. Os bairros planejados da VCA Construtora são a resposta eloquente a essa narrativa ultrapassada. Somos, sim, uma região que se reinventa, que inova, que atrai investimentos e que retém talentos.

Quando um jovem engenheiro formado na UESB decide permanecer em Vitória da Conquista porque encontra aqui as mesmas oportunidades que encontraria em qualquer capital, o projeto da VCA já cumpriu seu papel maior: interromper o ciclo de migração forçada que sangrou nossa região por gerações.

A Responsabilidade do Sucesso

Com grandes conquistas vêm grandes responsabilidades. O sucesso desses empreendimentos não pode ser medido apenas em unidades vendidas ou lucros obtidos. O verdadeiro termômetro será a qualidade de vida das famílias que escolherem esses bairros como lar, o fortalecimento do tecido social local e o exemplo inspirador que se tornará para outros empreendedores.

A VCA Construtora não está apenas construindo bairros – está construindo um novo padrão de excelência para o setor imobiliário nordestino. Está provando que é possível ser rentável sem ser predatório, inovador sem ser excludente, ambicioso sem ser irresponsável.

O Chamado à Ação

Nós, cidadãos conquistenses, somos testemunhas privilegiadas dessa transformação. Mas mais que isso: somos protagonistas. Cada apoio que damos a iniciativas como essa, cada escolha consciente por qualidade ao invés de preço baixo, cada voto de confiança em empresários visionários é um tijolo a mais na construção da cidade que queremos legar aos nossos filhos.

A VCA Construtora apostou em nós. Apostou em nossa capacidade de reconhecer a excelência, de valorizar a inovação, de abraçar o futuro. Chegou a hora de retribuirmos essa confiança com nosso engajamento ativo na construção de uma Vitória da Conquista à altura de nossos sonhos mais audaciosos.

O Futuro que Já Começou

Quando os primeiros moradores receberem as chaves de suas casas nesses bairros planejados, não estarão apenas inaugurando suas novas moradias. Estarão inaugurando uma nova era para nossa cidade – uma era em que o impossível se torna possível, em que o sonho se torna realidade, em que o futuro finalmente chega ao presente.

Vitória da Conquista, prepare-se. Seu melhor capítulo está apenas começando a ser escrito. E nós, todos nós, somos os coautores dessa história que promete ser épica.


Com admiração pela coragem de transformar sonhos em realidade,

Um cronista do progresso conquistense

Padre Carlos